Guardião bhutanês cartoon girando torneira em montanha-mine liberando fluxo de 100 BTC, simbolizando vendas cautelosas de tesouraria minerada

Butão no Lucro: Vende Mais 100 BTC na Terceira Semana

Os dados da Arkham Intelligence indicam que o Reino do Butão realizou mais uma venda de 100 Bitcoin, equivalente a aproximadamente US$ 6,7 milhões, marcando a terceira semana consecutiva de transferências. A transação, ocorrida há cerca de 16 horas, seguiu o padrão de depósitos estruturados para endereços ligados a merchants WBTC, sugerindo uma estratégia de realização gradual de lucros em vez de liquidação massiva. Apesar das vendas, o país mantém reservas significativas.


Situação Atual das Transferências

Os registros on-chain revelam um histórico consistente de movimentações. Na semana em curso, 100 BTC foram enviados de carteiras identificadas como pertencentes ao Royal Government of Bhutan para um endereço associado à QCP, uma plataforma de merchant WBTC. Anteriormente, lotes de 184 BTC e 100 BTC foram transferidos em semanas precedentes, totalizando vendas recorrentes.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 360.564,42 às 18h27 de 13 de fevereiro de 2026, com alta de 5,45% nas últimas 24 horas e volume de 253,7 BTC. Em dólares, o preço médio das vendas recentes gira em torno de US$ 67.000 por BTC, com o dólar a R$ 5,2178.

Essa periodicidade semanal aponta para uma gestão de tesouraria disciplinada, evitando impactos abruptos no mercado spot.

Estratégia de Dollar-Cost Selling

O padrão observado configura uma abordagem de dollar-cost selling, análoga ao dollar-cost averaging invertido. Em vez de compras graduais, o Butão realiza vendas fracionadas ao longo do tempo, mitigando riscos de volatilidade e capturando lucros em múltiplos níveis de preço. Os dados mostram depósitos repetidos sem correlação direta com picos ou vales intradiários, priorizando consistência.

Em setembro de 2025, o país já havia liquidado pelo menos US$ 100 milhões em BTC, conforme reportado anteriormente pela Arkham. Essa tática permite realizar ganhos acumulados de mining sem expor o tesouro soberano a drawdowns prolongados, comum em holders institucionais.

Atualmente, com o BTC negociando próximo a US$ 69.000, as vendas ocorrem em patamares elevados em relação aos custos de mineração histórica do Butão, estimados abaixo de US$ 40.000 por BTC pré-halving.

Contexto do Mining e Reservas Soberanas

As reservas de Bitcoin do Butão derivam principalmente de operações de mining estatal. O país expandiu capacidade em parceria com a Bitdeer Technologies, visando até 600 megawatts. No entanto, os influxos on-chain de mining desaceleraram pós-halving de abril de 2024, que reduziu block rewards pela metade, elevando a pressão sobre margens de rentabilidade.

Essa redução no fluxo de novos BTC minerados pode explicar a necessidade de liquidez via vendas de reservas acumuladas. Apesar das transferências recentes, o saldo remanescente é de aproximadamente 5.600 BTC, avaliados em US$ 372 milhões, posicionando o Butão entre os principais holders soberanos globais.

Níveis a observar incluem suportes em US$ 65.000-67.000, onde volumes de venda poderiam intensificar se o mining não se recuperar.

Implicações para o Mercado

Embora as transferências não confirmem vendas imediatas no spot — podendo envolver wraps para WBTC —, depósitos recorrentes a exchanges sinalizam preparação para liquidez. Traders monitoram se o ritmo semanal persiste, potencialmente adicionando pressão vendedora em um mercado com inflows de ETFs e acumulação institucional.

Os dados sugerem que o Butão prioriza preservação de capital sobre HODL irrestrito, adaptando-se a dinâmicas pós-halving. Investidores devem acompanhar dashboards da Arkham para atualizações em tempo real sobre fluxos soberanos.


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Baleia surreal colossal emergindo de abismo digital expelindo cristais ETH para plataforma de exchange, simbolizando baleia despertando após 9 anos

Sinal de Venda? Baleia Desperta Após 9 Anos e Move US$ 144 Milhões em ETH

Uma baleia de Ethereum inativa por quase nove anos movimentou-se no domingo (25) e transferiu 50 mil ETH, equivalentes a US$ 144 milhões (R$ 761 milhões), para uma carteira associada à exchange Gemini. Dados da Arkham Intelligence indicam possível venda por investidor de ‘mãos fortes’ que acumulou o ativo em 2017, quando o ETH valia US$ 90. O movimento ocorre com o preço testando o suporte de US$ 2.900, levantando questionamentos sobre pressão vendedora.


Detalhes da Transferência Histórica

O endereço 0xb5Ab08D153218C1A6a5318B14eeb92DF0Fb168D6 estava parado desde 2017, ano em que sacou 135 mil ETH da Bitfinex por cerca de US$ 12,7 milhões, à cotação de US$ 90 por unidade. Na época, o Ethereum ainda consolidava sua posição como plataforma de contratos inteligentes.

Agora, a baleia enviou primeiro 25 mil ETH e, horas depois, a outra metade para a Gemini. Apesar da saída, o endereço retém 85.238 ETH, avaliados em aproximadamente US$ 248 milhões a US$ 2.906 por ETH (cotação atual). Em reais, cada ETH está em torno de R$ 15.337, refletindo a valorização expressiva desde a acumulação inicial.

Destino Gemini: Indício de Venda?

A escolha da Gemini, exchange fundada pelos irmãos Winklevoss, como destino reforça a hipótese de venda. Transferências para plataformas de negociação costumam preceder liquidações, especialmente de posições antigas com alto lucro realizado. Os dados foram destacados pela analisadora EmberCN no X (antigo Twitter).

Atualmente, o Ethereum registra variação negativa de -0,81% nas últimas 24 horas, com mínima diária em US$ 2.900 e máxima em US$ 2.954. Esse suporte psicológico está sob teste, e uma venda massiva poderia acelerá-lo, embora o volume global de ETH permaneça moderado.

Contexto de Movimentos de Baleias

No final de 2025, baleias de Ethereum demonstraram apetite comprador durante recuos de mercado, acumulando posições em níveis considerados de fundo. Contrapondo, em agosto de 2025, outra carteira inativa desde o ICO de 2014 (investimento de US$ 104) movimentou ETH valorizado em mais de 900.000%.

Esses despertares de ‘mãos fortes’ ilustram a dinâmica de holders antigos no ecossistema ETH. Enquanto compras sinalizam confiança, depósitos em exchanges como este geram cautela, pois podem aumentar a oferta disponível para venda em um momento de consolidação.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o volume de negociações na Gemini, o saldo remanescente da baleia e indicadores on-chain como fluxo de saída de exchanges. Se o suporte de US$ 2.900 ceder, alvos baixistas apontam para US$ 2.800. Por outro lado, absorção pelo mercado poderia validar resiliência.

Dados da Arkham Intelligence são cruciais para rastrear se mais ETH sairá desse endereço. O Ethereum, com ecossistema em expansão via atualizações como Dencun, enfrenta volatilidade típica, mas fundamentos de longo prazo permanecem intactos.


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Relíquia digital da era Satoshi liberando feixes dourados para fortaleza segura, simbolizando transferência de BTC para custódia sem pressão de venda

Baleia da Era Satoshi Moveu US$ 84,6 Milhões: Não Foi para Exchange

Uma carteira Bitcoin da era Satoshi inativa por 13 anos movimentou seus 909,38 BTC, equivalentes a cerca de US$ 84,6 milhões, para um novo endereço, conforme dados da Arkham Intelligence. Crucial: o destino não está ligado a exchanges conhecidas, sugerindo mera redistribuição ou mudança de custódia, e não uma venda iminente que pudesse pressionar o mercado.


Detalhes Técnicos do Movimento

A análise da Arkham Intelligence revela que o endereço original, 1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm, recebeu os Bitcoins em 2013, quando cada unidade valia menos de US$ 7. O investimento inicial de aproximadamente US$ 6.400 agora rendeu um ganho de 13.900 vezes, destacando o potencial de longo prazo do Bitcoin.

Os fundos foram transferidos integralmente para um endereço recém-criado, sem indícios de depósitos em plataformas de negociação. Essa operação ocorreu em meio a uma onda de reativações de carteiras antigas, mas os dados onchain indicam rotinas de segurança ou consolidação, não liquidação.

Comparação de Rendimentos Históricos

Para contextualizar, o mesmo valor aplicado em um fundo indexado ao S&P 500 em 2013 valeria hoje cerca de US$ 37.000, um retorno de 481%. O ouro, referência tradicional de valor, subiu 150% no período. Já o Bitcoin multiplicou-se por 13.900x, reforçando sua superioridade como reserva de valor de longo prazo, conforme métricas objetivas das fontes analisadas.

Esses números objetivos dissipam narrativas sensacionalistas: holders antigos demonstram convicção ao atravessar ciclos de 70-80% de quedas, falências de exchanges e forks como Bitcoin Cash.

Contexto de Baleias Acordando

Este não é um caso isolado. Em 2024-2025, carteiras com mais de 10 anos moveram mais de US$ 50 bilhões em BTC, mas grande parte resultou em redistribuições, não vendas em massa. A reativação coincide com marcos como o BTC acima de US$ 100.000, mas análises onchain mostram que dezenas de milhares de moedas antigas foram gastas sem impacto duradouro nos preços.

Fatores como riscos quânticos — com UTXOs antigas expondo chaves públicas — podem motivar migrações para setups mais seguros, sem intenção de venda.

Implicações para o Mercado Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 481.931 (-3,62% em 24h, volume de 301 BTC). Movimentos como este não sinalizam pânico de venda; pelo contrário, validam a maturidade do ecossistema. Investidores devem monitorar fluxos onchain para distinção entre custódia e liquidação real, evitando reações precipitadas.

Dados sugerem que a convicção de holders antigos fortalece a rede, contribuindo para resiliência em cenários voláteis.


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