Banqueiros cartoon construindo ponte cyan-dourada de fortaleza tradicional para cidade blockchain, simbolizando adoção de stablecoins por Wall Street

Barclays Estuda Plataforma Blockchain para Pagamentos

O gigante bancário britânico Barclays está avaliando o desenvolvimento de uma plataforma blockchain para pagamentos e liquidações, alinhando-se à onda de adoção institucional de tecnologias digitais. Nem mesmo o contexto de guerra comercial global freia Wall Street: após investimento na Ubyx e movimentos de Morgan Stanley e Citi, Barclays enviou RFIs a parceiros tecnológicos, com seleção prevista para abril. Isso reforça a construção de pontes entre finanças tradicionais e blockchain.


Detalhes da Iniciativa do Barclays

O banco multinacional Barclays Plc busca modernizar sua infraestrutura de pagamentos com blockchain, focando em casos de uso como pagamentos baseados em stablecoins e depósitos tokenizados. De acordo com fontes familiarizadas, a instituição já emitiu pedidos de informação (RFIs) a potenciais fornecedores de tecnologia, sinalizando um compromisso sério com a integração de ativos digitais.

Essa estratégia não surge do nada. Em janeiro de 2026, o Barclays anunciou um investimento estratégico na Ubyx, uma firma americana de liquidação de stablecoins reguladas. O movimento posiciona o banco ao lado de concorrentes globais, como o JPMorgan, que lançou o JPM Coin para transferências institucionais rápidas, e consórcios envolvendo BNP Paribas, Bank of America e Citigroup com stablecoins compartilhadas. Os fundamentos da adoção institucional se fortalecem a cada passo.

Stablecoins como Motor da Transformação

Stablecoins emergem como o produto blockchain mais atraente para bancos tradicionais, ancorados em moedas fiduciárias como o dólar americano. Sua estabilidade e eficiência em transações transfronteiriças disruptam o sistema de pagamentos global. A aprovação do GENIUS Act pelo presidente Trump em julho de 2025 criou um arcabouço regulatório que incentiva a participação institucional, acelerando essa tendência.

Projeções otimistas apontam para um mercado de stablecoins processando mais de US$ 50 trilhões em pagamentos anuais até 2030, com capitalização total podendo atingir US$ 2 trilhões até 2028 e US$ 3 trilhões em 2030, segundo o secretário do Tesouro Scott Bessent e analistas da Bloomberg Intelligence. Hoje, o mercado já vale US$ 315 bilhões, liderado pelo USDT da Tether (US$ 187 bilhões) e USDC da Circle. O mercado está construindo essas pontes sólidas.

Conexão com Wall Street e Implicações para o Mercado Cripto

Essa iniciativa do Barclays conecta-se diretamente aos avanços recentes de gigantes como Morgan Stanley e Citi, que buscam integrar Bitcoin e serviços cripto em 2026, conforme postagens anteriores no blog. Apesar das tensões geopolíticas e tarifas comerciais, Wall Street avança na adoção, provando que os ciclos de inovação não param. Para investidores brasileiros, isso significa maior liquidez e opções em exchanges globais como a Binance.

A entrada de bancos tradicionais valida o ecossistema blockchain, atraindo fluxos de capital institucional e reduzindo volatilidade de longo prazo. Vale monitorar como essa plataforma impactará tesourarias corporativas e pagamentos internacionais, fortalecendo a narrativa de alta de adoção global. Os dados sugerem que estamos no caminho de uma integração profunda entre finanças legadas e o futuro digital.

Próximos Passos e Oportunidades

Com seleção de parceiros em abril, o Barclays pode lançar sua plataforma ainda em 2026, acelerando a tokenização de ativos reais. Investidores devem acompanhar RFIs e anúncios regulatórios, pois cada movimento institucional reforça a resiliência do mercado cripto. Em um ciclo pós-halving, esses desenvolvimentos são indicadores chave de valorização sustentada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de banco tradicional e tech apertando mãos sobre âncora stablecoin luminosa, simbolizando investimento da Barclays em Ubyx

Barclays Faz Primeiro Investimento em Stablecoin com Ubyx

O Barclays, um dos maiores bancos do mundo e instituição financeira sistemicamente importante, anunciou seu primeiro investimento em uma empresa relacionada a stablecoins, adquirindo uma participação na Ubyx, plataforma americana de clearing e settlement de ativos digitais regulados. A movimentação, divulgada nesta quarta-feira (7), reflete a crescente integração entre o sistema financeiro tradicional e as finanças tokenizadas, especialmente nos EUA, onde regulações como a GENIUS Act pavimentam o caminho para adoção institucional. Para investidores brasileiros, isso sinaliza uma corrida de Wall Street e bancos europeus atrás da infraestrutura cripto.


Detalhes da Ubyx e Sua Plataforma

A Ubyx, fundada em março de 2025 pelo veterano de pagamentos Tony McLaughlin — ex-Citi com mais de 20 anos de experiência —, desenvolve uma rede global de aceitação para stablecoins reguladas e depósitos tokenizados. Sua plataforma resolve o problema de interoperabilidade “many-to-many”, conectando emissores como Ripple, Paxos, AllUnity e Eurodollar a bancos e fintechs. Isso permite resgates universais, depositando stablecoins de múltiplas blockchains diretamente em contas bancárias tradicionais, visando status de “equivalente a dinheiro vivo” para esses ativos.

Segundo autoridades do Barclays, a tecnologia da Ubyx é pivotal para conectar instituições reguladas em um ecossistema de tokens, blockchains e carteiras digitais. O investimento não divulgou valores, mas alinha-se à estratégia do banco de explorar novas formas de dinheiro digital dentro do perímetro regulatório.

Histórico de Funding e Parceiros da Ubyx

Em junho de 2025, a Ubyx captou US$ 10 milhões em rodada seed liderada por Galaxy Ventures (braço de Michael Novogratz) e Coinbase Ventures, com participação de Founders Fund, VanEck e Paxos, conforme reportado em fontes internacionais. Esse capital impulsionou o desenvolvimento da plataforma, que agora ganha tração com o endosso de um gigante como o Barclays. McLaughlin, autodenominado “maximalista de dinheiro tokenizado”, prevê um mundo onde toda firma regulada oferece carteiras digitais ao lado de contas bancárias tradicionais.

A infraestrutura de stablecoins da Ubyx surge em momento de expansão do setor, com bancos globais testando soluções para pagamentos tokenizados e liquidação mais rápida.

Estratégia do Barclays e Contexto Regulatório Global

O Barclays, sediado no Reino Unido, historicamente cauteloso com cripto — bloqueando compras via cartões de crédito desde junho de 2025 devido à volatilidade —, agora avança em blockchain desde 2018 com patentes e parcerias como Coinbase. Participou de pilotos como o UK Regulated Liability Network para depósitos tokenizados e explora stablecoins atreladas a moedas G7 com Goldman Sachs e UBS.

No contexto regulatório americano, pós-GENIUS Act, e com o Reino Unido finalizando regras para stablecoins em novembro de 2025 (incluindo limites para holdings), o investimento reflete uma mudança pragmática. Autoridades britânicas e consultores veem isso como passo para integrar dinheiro digital em frameworks regulados, fortalecendo infraestrutura de settlement.

Implicações para Investidores e Mercado Global

Para o investidor que monitora ações bancárias, essa jogada do Barclays indica aceleração na tokenização de serviços financeiros. Bancos tradicionais, pressionados pela concorrência de fintechs cripto-nativas, investem em clearing para capturar volume de transações em stablecoins, projetado para crescer com adoção corporativa. No Brasil, onde stablecoins ganham tração para remessas e hedge, decisões em Londres e Nova York moldam o ecossistema global, potencializando parcerias transfronteiriças e reduzindo fricções em pagamentos internacionais. Vale acompanhar como isso impacta valuations de bancos e startups de infraestrutura.


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