Executivos cartoon contrastando: um celebrando dividendo 11.5% STRC com cofre BTC cheio, outro vendo 8 meses de queda em MSTR

Strategy Eleva Dividendo STRC para 11,5% com MSTR em 8 Meses de Queda

A Strategy elevou o dividendo anual de sua série preferencial STRC para 11,5%, um aumento de 25 pontos-base, conforme anúncio liderado pelo presidente executivo Michael Saylor. Em contraste, as ações comuns MSTR caíram 14% em fevereiro, marcando o oitavo mês consecutivo de perdas, alinhado à desvalorização de quase 20% do Bitcoin no período. Os dados destacam a disparidade entre instrumentos de renda fixa e exposição direta ao ativo digital.


Detalhes do Aumento no Dividendo STRC

A série STRC, descrita pela Strategy como uma “conta de poupança de alta rendimento de curta duração”, recebeu seu sétimo ajuste de dividendo desde o início das negociações em julho de 2025. Este perpetual preferred stock distribui pagamentos mensais em dinheiro, com a taxa ajustada periodicamente para manter as cotas próximas ao valor par de US$ 100. Em fevereiro, as ações negociaram ligeiramente abaixo desse nível durante a turbulência cripto, justificando o aumento para 11,5%.

Os dados mostram que a STRC fechou a sexta-feira em US$ 100, demonstrando estabilidade em um mês volátil. Essa mecânica de ajuste mensal limita a volatilidade de preço, atraindo investidores em busca de yield previsível ancorado na tesouraria de Bitcoin da empresa.

Performance Prolongada de Perdas na MSTR

As ações comuns MSTR estenderam a sequência negativa para oito meses, com declínio de 14% em fevereiro. Essa trajetória reflete a alta correlação com o preço do Bitcoin, que perdeu quase 20% no mesmo período. Desde o pico, a MSTR acumulou perdas significativas, pressionada pela exposição direta à volatilidade do BTC como reserva de tesouraria principal.

Indicadores técnicos indicam que a MSTR testou níveis de suporte próximos às médias móveis de 200 dias, mas sem rompimento ascendente até o momento. O volume de negociação permaneceu elevado, sinalizando interesse contínuo apesar da tendência de baixa.

Contexto de Mercado: Preço Atual do Bitcoin

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 337.634,96 apresenta variação de -1,43% nas últimas 24 horas, com volume de 193,44 BTC. Em dólares, o par BTC-USD registra US$ 65.612,89, próximo aos níveis mencionados na notícia original de US$ 65.551.

Os dados sugerem consolidação após a queda de fevereiro, com o BTC oscilando em faixa de suporte entre US$ 65.000 e US$ 68.000. Essa estabilização pode influenciar a recuperação das ações MSTR, embora a tendência mensal permaneça descendente.

Implicações para Tesourarias Corporativas em Bitcoin

O contraste entre STRC e MSTR ilustra estratégias diferenciadas dentro da mesma empresa: yield estável via preferred stock versus upside (e downside) das comuns. Para investidores, os dados apontam para diversificação em instrumentos híbridos que mitigam volatilidade, mantendo exposição ao BTC.

Empresas com tesourarias em Bitcoin devem monitorar métricas como mNAV (multiple de NAV) e capacidade de cobertura de dividendos. Níveis chave a observar incluem suporte em US$ 65.000 para BTC e reação da MSTR ante volumes elevados. A estabilidade da STRC reforça a atratividade de yields elevados em cenários de baixa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Mola low-poly comprimida em cânion digital com '41%' na base e energia dourada no topo, simbolizando setup de compra para NAKA após queda

NAKA: Chance de Compra Após Queda de 41% ou Armadilha?

A ação da Nakamoto Inc. (NAKA), ex-KindlyMD, registrou queda de 41,5% nas últimas quatro semanas, atingindo território de sobrevenda com RSI em 28,69. Paralelamente, as estimativas de lucro por ação subiram 133,3% nos últimos 30 dias, elevando o Zacks Rank para #2 (Buy). Os dados sugerem um setup clássico de buy the bottom, mas a volatilidade inerente ao modelo Bitcoin treasury exige cautela na interpretação.


Transformação Corporativa e Acúmulo de Bitcoin

Os dados mostram que a Nakamoto Inc., sediada em Nashville, Tennessee, pivotou de serviços de saúde para uma empresa nativa de Bitcoin. A mudança de nome ocorreu em janeiro de 2026, após fusão com Nakamoto Holdings em agosto de 2025. A companhia acumulou mais de 5.764 BTC em seu tesouro, financiado por emissões de notas conversíveis e linhas de crédito.

Em fevereiro de 2026, aquisições estratégicas como BTC Inc. (provedor de notícias e eventos Bitcoin) e UTXO Management expandiram seu ecossistema. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 337.857,56 às 18:22 de 1º de março de 2026, com variação de -1,17% em 24 horas. Essa exposição direta ao BTC impacta a valuation da NAKA.

Fundamentais: Revisão Positiva de Estimativas

O Zacks Rank #2 (Buy) reflete a tendência de alta nas projeções de EPS, determinada exclusivamente por revisões de analistas. Nos últimos 30 dias, o consenso de lucro por ação para o ano corrente avançou 133,3%, colocando a NAKA no top 20% de mais de 4.000 ações cobertas pelo Zacks.

Analistas de Wall Street atribuem rating “Strong Buy” com preço-alvo médio de US$ 4,25, ante cotação recente próxima de US$ 0,25 — upside potencial de cerca de 1.600%. Institucionais respondem a essas revisões ajustando modelos de valuation para cima, o que pode gerar momentum de compra.

Análise Técnica: RSI Sinaliza Exaustão de Vendas

O RSI (Relative Strength Index), oscilador de momentum entre 0 e 100, marca sobrevenda abaixo de 30. Para NAKA, o indicador está em 28,69, indicando que a velocidade e magnitude das quedas de preço podem estar se esgotando. Essa condição técnica, combinada à queda de 41,5%, sugere possível formação de fundo.

No timeframe de quatro semanas, a ação testou níveis baixos após volatilidade extrema (faixa de 52 semanas: US$ 0,2260 a US$ 34,7700). Traders monitoram higher lows e higher highs para confirmação de reversão.

Riscos e Níveis Críticos a Observar

Apesar dos sinais, os dados revelam riscos: receita caiu 27,83% para US$ 2,72 milhões em 2024, com prejuízos ampliados. A transição para modelo dual (saúde + Bitcoin treasury) adiciona complexidade, exposta à volatilidade do BTC. Próximo earnings em 27 de março de 2026 pode catalisar movimentos.

Níveis de suporte próximos aos lows recentes; resistência inicial em médias móveis de curto prazo. Posicionamento deve considerar stop-loss abaixo de swing lows, dada a alta volatilidade. Capitalização de mercado em torno de US$ 167,5 milhões reflete desconexão com targets analíticos.


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Gestor cartoon empilhando blocos BTC em cofre corporativo superando Tesla, com '12K' gravado, simbolizando adoção recorde

Strive Supera Tesla: 12.798 BTC na Tesouraria Corporativa

A Strive Inc., liderada por Vivek Ramaswamy, obteve a aprovação dos acionistas da Semler Scientific para uma aquisição em ações, catapultando sua tesouraria de Bitcoin para 12.798 BTC. Isso a posiciona como a 11ª maior detentora corporativa do ativo, superando a Tesla de Elon Musk e a Trump Media. O movimento reforça a tese de escassez, com empresas acumulando três vezes mais BTC do que o minerado mensalmente, sinalizando maturidade no mercado de capitais.


Detalhes da Aquisição Estratégica

A transação all-stock integra os 5.048,1 BTC da Semler à tesouraria da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após a recente compra de 123 BTC a um preço médio de US$ 91.561. Anunciada em 13 de janeiro de 2026, a aprovação marca um marco na estratégia de tesouraria focada em Bitcoin, permitindo que a Strive execute seu plano de longo prazo sem diluição significativa de caixa.

Segundo o comunicado oficial, a operação eleva o yield de Bitcoin da Strive para mais de 15% no primeiro trimestre de 2026. Eric Semler, chairman da Semler Scientific, ingressará no conselho da Strive pós-fechamento, fortalecendo a governança. A companhia planeja monetizar os negócios operacionais da Semler em até 12 meses para quitar obrigações legadas, como uma nota conversível de US$ 100 milhões.

Apesar do otimismo estratégico, as ações da Strive (ASST) caíram 11,82% para US$ 0,97 no dia do anúncio, com volume explosivo de 360 milhões de shares, refletindo volatilidade típica em deals corporativos de alto perfil.

Rebalanceamento no Ranking Corporativo

Com 12.798 BTC, a Strive ultrapassa a Tesla, que historicamente liderou a adoção corporativa desde sua compra de US$ 1,5 bilhão em 2021, mas reduziu posições ao longo dos anos. Esse shift ilustra a nova hierarquia: empresas dedicadas a tesourarias puras de Bitcoin, como Strive, ganham terreno sobre gigantes tech diversificados.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 514.738, com variação de -1,3% em 24h e volume de 231 BTC. Equivalente a cerca de R$ 6,58 bilhões em tesouraria para a Strive, o ativo reforça seu papel como reserva de valor superior em cenários de inflação e incertezas fiat.

A dinâmica competitiva impulsiona acumulação: dados on-chain mostram corporações comprando três vezes mais BTC do que a produção mensal de ~13.500 moedas, acelerando a escassez e potencializando rallies de preço sustentados.

Implicações bullish para Investidores

Como estrategista bullish, vejo essa jogada da Strive como catalisador paradigmático. Empresas públicas adotando Bitcoin como hurdle rate primário validam a tese de longo prazo: BTC não é especulação, mas ativo de tesouraria premium. Com mNAV alinhado e reverse split 1:20 para atrair institucionais, a Strive se posiciona como proxy alavancado ao Bitcoin.

Investidores brasileiros devem monitorar: maior adoção corporativa global pressiona suprimento, beneficiando holders de longo prazo. Plataformas como Binance facilitam exposição via spot ou ETFs, mas DYOR é essencial. O rebalanceamento de poder nas tesourarias sinaliza ciclo virtuoso de acumulação, com upside significativo à frente.

Próximos passos incluem fechamento da aquisição e monetização de ativos da Semler, potencializando dividendos ou recompras financiadas por BTC yield.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Executivos cartoon competindo em escadaria de BTC, Strive ultrapassando Tesla para entrar no top 11 de tesourarias corporativas

Strive Supera Tesla e Entra no Top 11 de Bitcoin Corporativo

Tchau, Elon! A Strive acaba de aprovar a aquisição da Semler Scientific, elevando suas reservas de Bitcoin para 12.798 BTC. Com isso, a empresa de Vivek Ramaswamy ultrapassa a Tesla e o Trump Media, assumindo a 11ª posição entre as maiores detentoras corporativas globais. Essa fusão all-stock reforça a estratégia Bitcoin-first, sinalizando uma nova era de adoção agressiva por empresas públicas.


Detalhes da Aprovação e Novos Holdings

Os acionistas da Strive (ASST) e da Semler Scientific (SMLR) deram sinal verde para a transação, anunciada em 13 de janeiro de 2026. A Semler contribui com 5.048 BTC para o balanço da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após uma recente compra de 123 BTC por US$ 11,3 milhões, a um preço médio de US$ 91.561.

Segundo o Bitcoin Magazine, o total combinado posiciona a nova entidade como uma potência em tesouraria Bitcoin, com foco em operações enxutas e geração de yield. Essa movimentação ocorre em meio a um mercado bullish, com o BTC negociado acima de US$ 94.000.

A fusão não só consolida ativos digitais, mas também integra o know-how da Semler, pioneira em adoção corporativa de BTC desde 2024.

Novo Ranking: Strive no Top 11 Global

Pela primeira vez, uma empresa fora do ecossistema tradicional de mineração ou ETFs corporativos entra no top 11 de holdings de Bitcoin. A Strive agora supera a Tesla (com cerca de 11.500 BTC) e a Trump Media & Technology Group, conforme dados das fontes consultadas.

Essa ascensão visionária alinha-se à tese de que o Bitcoin é o ativo de reserva definitivo. Analistas veem potencial para a Strive mirar o top 3 nos próximos trimestres, especialmente com emissões de preferred equity como a SATA, que captou US$ 200 milhões em novembro de 2025.

O otimismo é palpável: com o BTC em alta, essas reservas representam um valor bilionário, impulsionando o market cap ajustado pelo NAV em Bitcoin.

Vivek Ramaswamy e a Estratégia Bitcoin-First

Vivek Ramaswamy, cofundador da Strive, é o arquiteto dessa jogada ousada. Sua visão anti-ESG e pró-capitalismo de mercado sempre defendeu tesourarias Bitcoin-first, priorizando o BTC como hedge contra inflação e diluição fiat.

"I’m proud of the execution the Strive team has delivered", declarou Matt Cole, CEO, destacando um yield projetado de +15% no Q1 2026. Ramaswamy usa a Strive para desafiar o status quo financeiro, provando que empresas ágeis podem escalar via BTC sem endividamento excessivo.

Eric Semler, ex-chairman da Semler, junta-se ao board, trazendo expertise em adoção pioneira de Bitcoin como ativo principal.

Desafios, Reverse Split e Próximos Passos

Apesar do entusiasmo, as ações da Strive caíram 12-17% após o anúncio, impactadas por um reverse stock split 1:20 para atrair investidores institucionais. O objetivo é alinhar o preço das ações a padrões de participação institucional.

A empresa planeja monetizar o negócio de diagnósticos médicos da Semler em 12 meses, usando os recursos para quitar US$ 120 milhões em dívidas, incluindo uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 509.272 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,06% em 24h. Investidores devem monitorar emissões adicionais de SATA para expansão das reservas.


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Personagens cartoon de Strive e Semler fundindo-se em titã corporativo com baú de 13K BTC, simbolizando aquisição e adoção corporativa de Bitcoin

Strive Adquire Semler: Reservas de Bitcoin Alcançam 13 Mil BTC

A Strive Enterprises ($ASST), fundada por Vivek Ramaswamy, recebeu aprovação dos acionistas para adquirir a Semler Scientific ($SMLR) em uma transação all-stock histórica. A operação adiciona mais de 5.000 BTC ao tesouro da Strive, elevando o total para 12.797,9 BTC – quase 13 mil Bitcoins. Esse marco posiciona a empresa como o 11º maior detentor corporativo global, superando Tesla e Trump Media, e sinaliza aceleração na adoção institucional de Bitcoin como reserva de valor.


Detalhes da Aquisição Histórica

A primeira aquisição de uma empresa pública com treasury em Bitcoin foi aprovada em 13 de janeiro de 2026. A Semler Scientific traz 5.048,1 BTC para a mesa, enquanto a Strive já detinha 7.749,8 BTC após compra recente de 123 BTC a uma média de US$ 91.561 cada (cerca de R$ 11,26 milhões).

O CEO Matt Cole celebrou o feito: “Estamos fazendo história ao completar a primeira aquisição de uma empresa listada com estratégia de Bitcoin”. A transação reforça a confiança de empresas de capital aberto no ativo digital, seguindo o modelo pioneiro da MicroStrategy.

Holdings Elevados e Novo Ranking Corporativo

Com 12.797,9 BTC, a Strive agora ostenta um tesouro avaliado em bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.362,52 às 20:25 de hoje, com alta de 4,64% em 24h. Isso implica um valor aproximado de R$ 6,57 bilhões em BTC para a nova entidade – um salto impressionante que demonstra otimismo institucional.

A empresa supera gigantes como Tesla e entra no top 11 global, provando que a tese de Bitcoin treasury ganha tração entre firmas listadas em bolsa.

Estratégia Futura: Foco Total em Bitcoin

A Strive planeja monetizar os negócios operacionais da Semler (divisão de produtos médicos) em até 12 meses, direcionando recursos para quitar dívidas como uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase. O foco será em operações puras de Bitcoin, financiadas por emissões de preferred equity (SATA).

O yield projetado para Q1 2026 supera 15%, com estrutura simplificada e reverse split 1-para-20 para atrair investidores institucionais. Eric Semler, chairman da Semler, ingressará no board.

Impacto na Adoção Corporativa

Essa jogada consolida a Strive como novo gigante na adoção corporativa de Bitcoin, ecoando a estratégia da MicroStrategy. Apesar de queda de 17% nas ações ($ASST) hoje, o movimento mensal é positivo (+15%). Investidores bullish veem nisso validação: empresas de capital aberto apostam pesado no BTC como hedge contra inflação e reserva superior ao ouro. Vale monitorar emissões futuras de SATA e performance do tesouro em um mercado volátil, mas otimista.


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Executivo cartoon recebendo selo dourado MSCI em laptop BTC com gráfico de ações subindo, celebrando inclusão de tesourarias Bitcoin em índices globais

MSCI Mantém Empresas BTC em Índices: Strategy Dispara 6%

A MSCI anunciou que manterá empresas com tesouraria em Bitcoin (DATCOs) em seus índices globais, apesar de propostas iniciais de exclusão. As ações da Strategy (ex-MicroStrategy), liderada por Michael Saylor, dispararam 6% na quarta-feira, sinalizando confiança no modelo de adoção corporativa do BTC. A decisão, comunicada em 6 de janeiro, alivia riscos técnicos e reforça a tese de integração mainstream das criptomoedas.


Decisão da MSCI e Manutenção da Inclusão

A provedora de índices MSCI optou por não avançar com a exclusão de DATCOs — firmas com mais de 50% dos ativos em criptomoedas como Bitcoin — dos MSCI Global Investable Market Indexes na revisão de fevereiro de 2026. De acordo com o comunicado oficial, empresas já incluídas permanecerão, desde que atendam outros critérios. Essa pausa remove uma incerteza que pressionava o mercado cripto em outubro, quando especulações causaram quedas no Bitcoin.

O movimento valida a visão bullish de Saylor, que transformou a Strategy na maior detentora corporativa de BTC desde 2020. Analistas veem isso como endosso institucional à estratégia de tesouraria em ativos digitais, especialmente em um contexto de volatilidade macroeconômica.

Alta nas Ações da Strategy e Reação do Mercado

Após o anúncio, as ações da Strategy subiram até 6%, conforme reportado pela Crypto.news, com ganhos iniciais de 3,2% que foram parcialmente revertidos pela queda do Bitcoin para US$ 90.900. No ano, MSTR acumula alta de mais de 4,5%, superando o desempenho de muitos ativos tradicionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 492.045 (-0,42% em 24h), reforçando o apelo como hedge contra inflação e instabilidade fiat.

Investidores institucionais celebram: a permanência nos índices garante exposição passiva via fundos que replicam MSCI, atraindo bilhões em inflows para proxies de Bitcoin sem custódia direta.

Mudanças nas Regras de Captação e Desafios Futuros

Apesar da boa notícia, a MSCI introduziu ajustes: não haverá aumentos no Number of Shares (NOS), Foreign Inclusion Factor (FIF) ou Domestic Inclusion Factor (DIF) para novas emissões de ações dessas empresas. Isso elimina a demanda automática de fundos de índice — antes, cerca de 10% das novas ações eram compradas obrigatoriamente —, complicando captações como as usadas pela Strategy para comprar mais BTC.

Analistas da Bull Theory destacam que, sem esse ‘forçado buying’, a empresa precisará de compradores privados, potencialmente limitando aquisições. Ainda assim, o otimismo prevalece: a decisão abre caminho para mais corporações seguirem o playbook de Saylor, acelerando a adoção mainstream.

Implicações para Investidores bullish

Para o leitor brasileiro interessado em cripto, isso é um sinal forte: alocações em MSTR ou BTC direto podem servir como hedge macro superior a treasuries tradicionais. Com ETFs de Bitcoin em expansão — inclusive da Morgan Stanley —, a tese de Saylor ganha tração. Monitore a consulta mais ampla da MSCI sobre ‘non-operating companies’; por ora, o caminho está pavimentado para ganhos sustentados em 2026.


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