Executivos cartoon Wall Street expandindo cûpula protetora de Bitcoin com influxos ETFs, ignorando volatilidade do varejo abaixo

Wall Street Ignora Queda e Expande Serviços de Bitcoin

Wall Street está ignorando a queda recente do Bitcoin e abrindo os cofres para o ativo digital. Citi e Morgan Stanley anunciaram expansões agressivas em custódia, trading e tokenização de Bitcoin, enquanto ETFs spot somaram US$ 1,1 bilhão em entradas líquidas em apenas três dias, rumo à melhor semana em seis. Esse movimento sinaliza confiança institucional no ‘dip’ atual.


Expansão Sem Precedentes de Citi e Morgan Stanley

O Citigroup planeja lançar custódia institucional de Bitcoin ainda em 2026, integrando o ativo aos mesmos frameworks de custódia, relatórios e impostos usados para ações e bonds tradicionais. Nisha Surendran, líder do produto, destacou em fórum que clientes querem gerenciar BTC em contas unificadas com Treasuries e fundos tokenizados, permitindo cross-margining entre ativos digitais e tradicionais.

Paralelamente, o Morgan Stanley, com US$ 8 trilhões em ativos, está implementando trading spot de cripto na plataforma E*TRADE, explorando lending e produtos tokenizados para clientes de wealth management. Amy Golenberg, head de digital assets, enfatizou a construção interna de infraestrutura para mercados 24/7. Esses passos consolidam a transição de Wall Street para o ecossistema cripto.

Fluxos Recordes nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,1 bilhão em entradas líquidas em três dias consecutivos, segundo SoSoValue, revertendo cinco semanas de saídas. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock captou mais da metade, US$ 652 milhões, enquanto o GBTC da Grayscale teve seu maior dia desde a conversão para ETF. No total, entradas líquidas semanais projetam US$ 815 milhões, melhor desempenho desde janeiro.

O Portal do Bitcoin converte isso para R$ 4,2 bilhões, reforçando a demanda. O Coinbase Premium voltou a positivo após 40 dias, e holdings totais dos ETFs atingiram 1,29 milhão de BTC, perto do pico de outubro — apesar do preço 45% abaixo do ATH.

Morgan Stanley Busca Selo de Banco Cripto

Em movimento decisivo, o Morgan Stanley solicitou charter de banco nacional de trust ao OCC para o Morgan Stanley Digital Trust. O foco: custódia, staking, emissão de stablecoins e tokenização de ativos reais, integrando cripto à divisão de wealth. Isso segue filings para ETFs de BTC, ETH e SOL, além de wallet digital prevista para o 2º semestre de 2026.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 337.351 na média das exchanges brasileiras, com variação de -2,67% em 24h (volume: 308 BTC). Instituições veem além da volatilidade de curto prazo.

Fundamentos Institucionais se Fortalecem

Enquanto o varejo reage à volatilidade, baleias institucionais compram o dip, impulsionadas por fluxos de ETF e infraestrutura bancária. O mercado está construindo: adoção corporativa acelera, com custódia regulada e produtos yield-bearing. Investidores atentos a ciclos sabem que esses fluxos precedem valorizações sustentadas. Vale monitorar aprovações OCC e inflows semanais — sinais claros de maturidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Analistas cartoon de Wall Street recomendando mineradoras Cipher, TeraWulf e MSTR com thumbs up enquanto Bitcoin cai, vendo oportunidade na baixa

Wall Street Recomenda Compras: MS e Citi Apostam em Mineradoras e MSTR

Os dados mostram Wall Street divergindo do varejo em meio à queda do Bitcoin para US$ 69 mil (R$ 366.030, variação de -1,44% em 24h). Morgan Stanley iniciou cobertura de mineradoras com Overweight para Cipher Mining (CIFR) e TeraWulf (WULF), mas Underweight para Marathon (MARA). Paralelamente, Citigroup reiterou Buy para MicroStrategy (MSTR) com preço-alvo de US$ 325. As reações das ações revelam seletividade institucional em infraestrutura de Bitcoin, em 9 de fevereiro de 2026.


Cobertura Inicial de Morgan Stanley nas Mineradoras

Morgan Stanley, sob análise de Stephen Byrd, atribuiu ratings Overweight a CIFR (preço-alvo US$ 38) e WULF (US$ 37), com MARA em Underweight (US$ 8). No dia, CIFR subiu 134% para US$ 16,50, WULF avançou 13% para US$ 16,20, enquanto MARA teve leve alta para US$ 8,28.

Os dados indicam preferência por mineradoras com transição para data centers. CIFR destaca-se por facilities adaptáveis a contratos de longo prazo, gerando fluxos de caixa estáveis semelhantes a REITs como Equinix e Digital Realty. WULF planeja expansão de 250 MW anuais até 2032, com cenários base de 50% e otimista de 75% de sucesso em leasing.

Em contraste, MARA mantém foco híbrido em mineração e aquisição de BTC via notas conversíveis, resultando em alta dependência do preço do Bitcoin e retornos historicamente baixos no capital investido em mineração.

Transformação em Infraestrutura: REIT Endgame

A tese central valoriza sites de mineração como ativos de data center. Uma vez com data center construído e contrato de leasing de longo prazo com contraparte confiável, o ativo gera receitas previsíveis, minimizando exposição ao Bitcoin. Byrd compara a “REIT endgame“, onde facilities operam como pedágios com múltiplos elevados por escala e recorrência.

CIFR posiciona-se no centro dessa framework, com histórico de adaptação. WULF demonstra expertise em infraestrutura energética. Mineradoras como Bitfarms (rebatizada Keel Infrastructure) e IREN sinalizam saídas parciais da mineração para AI e HPC, pressionadas por margens encolhidas pós-halving.

Os números sugerem que mineradoras puras enfrentam volatilidade, enquanto as diversificadas oferecem upside via contratos hyperscaler. Níveis a observar: suportes em US$ 16 para CIFR/WULF e resistência em US$ 20 no curto prazo.

Citigroup Bullish na MicroStrategy

Citigroup, via Peter Christiansen, manteve Buy para MSTR apesar de ajuste de alvo de US$ 485 para US$ 325 pós-queda de outubro. MSTR caiu 4% pré-mercado em 9 de fevereiro, mas fechou 26,11% acima em US$ 134,93 na sexta, após volume de 56 milhões (vs. média de 22 milhões).

A confiança persiste apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4 2025. Michael Saylor e CEO Phong Le afirmam compras contínuas de BTC, sem risco de liquidação até US$ 8.000 por 5 anos. CFO Andrew Kang destaca estrutura de capital resiliente. Outros como Canaccord, Maxim e TD Cowen mantêm Buy, com alvos reduzidos.

MSTR caiu >50% em 3 meses, correlacionada à BTC (-14% para US$ 65 mil recentemente), mas dados mostram resiliência institucional.

Implicações para Investidores

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin negocia a R$ 366.030,33 (-1,44% 24h, volume 396 BTC). Wall Street diferencia: overweight em infraestrutura (CIFR, WULF), cautela em mineração pura (MARA) e otimismo em tesourarias (MSTR).

Níveis técnicos: BTC suporte em US$ 68.389 (24h low), resistência US$ 72.206 (high). Para ações, monitorar mNAV de MSTR e taxas de leasing das mineradoras. Os dados apontam seletividade: fluxos estáveis superam bets voláteis.


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