Escudo iOS hexagonal com rachadura vermelha selada por luz cyan, silhuetas de carteiras escapando, alertando vulnerabilidades corrigidas em iPhones

Apple corrige falhas do kit Coruna que expunham carteiras em iPhones antigos

Usuário de iPhone? Veja se sua carteira cripto ainda está em risco pelo kit de exploração Coruna. A Apple corrigiu falhas críticas no iOS que permitiam o roubo de criptomoedas em dispositivos antigos, mas a demora na solução deixou milhões vulneráveis durante 2025. Hackers usavam sites falsos de finanças para comprometer o sistema e extrair chaves privadas, afetando wallets como MetaMask e Trust Wallet. É essencial atualizar imediatamente para a versão estável mais recente.


Como funcionava o kit Coruna

O kit de exploits Coruna, de nível estatal, explorava 23 vulnerabilidades no iOS para tomar controle total do iPhone apenas com a visita a um site malicioso. Sem necessidade de download ou cliques extras, o malware atuava em segundo plano, escaneando notas, fotos e aplicativos em busca de frases de recuperação, chaves privadas e dados financeiros.

Ele visava especificamente 18 wallets de software, incluindo MetaMask, Trust Wallet, Phantom e Exodus, focando em ecossistemas como Ethereum e Solana. O risco aqui é claro: wallets bitcoin-only não foram alvos diretos, mas a exposição geral do dispositivo compromete qualquer ativo. Charles Guillemet, CTO da Ledger, estima dezenas de milhares de iPhones infectados.

Originalmente uma ferramenta de espionagem — usada em vigilância governamental e contra ucranianos —, Coruna vazou para o crime organizado, impulsionado por mercados de zero-days e até IA acelerando exploits.

Versões afetadas e demora da Apple

As falhas atingiam iPhones com iOS 13 a 17.2.1, lançados entre 2019 e dezembro de 2023. O Google Threat Intelligence Group (GTIG) detectou o uso ativo em 2025, quase dois anos após o primeiro patch parcial da Apple em janeiro de 2024. A gigante não emitiu alertas oficiais, limitando-se a atualizações silenciosas.

Essa lentidão é preocupante: enquanto o primeiro CVE foi corrigido, hackers pivotaram para outros no conjunto Coruna, mantendo ataques via sites falsos de finanças. O relatório do GTIG, de 3 de março de 2026, confirma que nem todas as 23 vulnerabilidades têm patch total, e versões recentes podem ser alvos emergentes.

É importante considerar: dispositivos antigos ainda em uso representam uma superfície de ataque ampla para brasileiros com iPhones desatualizados.

Por que wallets de software são vulneráveis

A maioria das wallets de software não usa o Secure Enclave do iPhone adequadamente, expondo chaves ao sistema operacional ao abrir o app. Coruna explorava essa janela, instalando malware persistente. Comparado ao EternalBlue da NSA, que vazou e causou estragos globais, Coruna sinaliza o fim da confiança em dispositivos multifuncionais para ativos de valor.

Para o investidor cripto, o risco é alto: uma visita inocente a um site financeiro falso basta para perda total. Guillemet alerta que exploits estão mais baratos e acessíveis, ampliando ameaças estatais e criminosas.

O que fazer para se proteger agora

Atualize seu iOS para a versão mais recente estável — isso neutraliza Coruna. Se não puder atualizar, ative o Modo de Bloqueio (Lockdown Mode), que restringe funções e reduz riscos. Considere migrar para hardware wallets, que isolam chaves do sistema operacional.

Atenção:

  • evite sites suspeitos;
  • verifique os apps instalados;
  • monitore transações incomuns.

O histórico de falhas como essa ensina: proteção proativa evita perdas evitáveis. Monitore atualizações da Apple e relatórios como o do GTIG.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Dispositivo móvel hexagonal com fissura vermelha vazando dados criptografados, alertando sobre exploit Coruna em carteiras iPhone

Alerta: Exploit Coruna Rouba Carteiras Cripto em iPhones Antigos

Seu iPhone pode estar entregando suas criptomoedas para hackers agora mesmo. O Google Threat Intelligence Group alerta sobre o kit de exploit ‘Coruna’, usado em sites falsos de finanças e cripto para comprometer dispositivos iOS até a versão 17.2.1. Ele rouba seed phrases e dados de carteiras móveis, permitindo drenar fundos em minutos. A recomendação é urgente: atualize para o iOS mais recente ou ative o Modo de Bloqueio.


O Que é o Exploit Coruna

O exploit Coruna é um kit poderoso que combina cinco cadeias de exploits e 23 vulnerabilidades conhecidas, visando iPhones rodando iOS de 13.0 a 17.2.1. Desenvolvido inicialmente por uma empresa de vigilância comercial, evoluiu para ataques em massa via sites falsos em chinês, como páginas falsas de exchanges de cripto. O Google rastreou sua distribuição desde ataques direcionados até campanhas amplas de phishing financeiro.

É importante considerar que o risco aqui é silencioso: ao visitar uma página maliciosa, um iframe oculto injeta o código, que fingerprinta o dispositivo e carrega exploits específicos para WebKit e bypass de autenticação. Isso leva à instalação de um stager chamado PlasmaLoader, focado em roubo de dados financeiros, não em vigilância tradicional.

Atenção para o histórico: casos semelhantes já resultaram em perdas milionárias no ecossistema cripto, onde a confiança em sites de trading é alta, mas a verificação é baixa.

Carteiras Cripto no Alvo

O payload do Coruna vasculha o dispositivo por frases seed e dados de wallets populares. Ele decodifica QR codes, procura sequências BIP39 e palavras-chave como ‘backup phrase’ em apps como Apple Memos. Carteiras afetadas incluem MetaMask, Trust Wallet, Uniswap Wallet, Phantom, Exodus e wallets do ecossistema TON, como Tonkeeper.

O risco aqui é claro: com a seed phrase em mãos, hackers restauram a carteira em outro dispositivo e transferem tudo antes que o usuário perceba. Para quem usa wallets móveis diariamente, isso representa uma vulnerabilidade crítica no ponto de contato com o web — sites de DeFi, NFTs ou trading.

É possível que módulos adicionais sejam baixados remotamente, ampliando o escopo para outros apps financeiros. Usuários brasileiros, que acessam exchanges locais via mobile, devem redobrar a atenção.

Como se Proteger Imediatamente

A boa notícia é que o Coruna não afeta o iOS mais recente. Vá em Ajustes > Geral > Atualização de Software e instale agora. Se não puder atualizar, ative o Modo de Bloqueio (Ajustes > Privacidade e Segurança > Modo de Bloqueio), que bloqueia exploits avançados, embora limite algumas funções.

Outras medidas protetoras: use navegação privada, evite sites suspeitos de cripto, mantenha seed phrases offline (em hardware wallets ou papel) e verifique sempre a URL antes de conectar wallets. O Google adicionou os domínios maliciosos ao Safe Browsing, mas a responsabilidade é do usuário.

Para investidores cripto, o risco de uma única visita errada é inaceitável. Considere diversificar para hardware wallets como Ledger ou Trezor para sementes críticas.

Implicações para o Mercado Cripto

Esse alerta reforça a necessidade de higiene de segurança no mobile, onde a maioria das interações cripto ocorre. Com o mercado em alta, hackers intensificam ataques direcionados. É prudente monitorar atualizações da Apple e relatórios do Google GTIG. Proteja suas criptos antes que seja tarde — o custo de uma atualização é zero comparado à perda total de uma carteira.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.