Eclipse vermelho obscurecendo sol Bitcoin com placa neon '12' rachada e silhuetas de holders pressionados, ilustrando medo extremo no mercado

Medo Extremo: 43% dos BTC em Prejuízo e Índice Cai para 12

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 68 mil, com 43% do supply total em prejuízo segundo dados da Glassnode. Paralelamente, o Índice de Medo e Ganância caiu para 12, sinalizando extremo pânico no mercado cripto neste sábado, 7 de março de 2026. A história mostra que esses níveis de desespero coletivo precedem correções prolongadas, não rebotes milagrosos.


Queda Acentuada e Altcoins no Vermelho

O Bitcoin recuou 3,4% nas últimas 24 horas, negociado em torno de US$ 67.960 na manhã de sábado. Esse movimento devolveu os ganhos da metade da semana, quando o ativo tocou US$ 74 mil, mas não sustentou o ímpeto. Altcoins sofreram ainda mais: Ether caiu 4,4% para US$ 1.974, Solana perdeu 4% para US$ 84,31 e Dogecoin recuou 2,9%.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.517, com variação de -3,51% em 24 horas. O dólar forte, com seu maior ganho semanal em um ano, pressiona ativos de risco como criptomoedas, ampliando o cenário de aversão global.

Índice de Medo Revela Pânico Sistêmico

O Índice de Medo e Ganância, que combina volatilidade, volume de negociação, buzz nas redes sociais e tendências de busca, marcou 12 pontos — ontem estava em 18. Níveis abaixo de 25 indicam pânico extremo, onde o medo domina e investidores vendem indiscriminadamente. Essa métrica não mente: reflete o colapso de confiança após uma semana volátil.

A história ensina que esses extremos emocionais são armadilhas. Em 2018 e 2022, o índice chegou a patamares semelhantes antes de quedas adicionais de 70-80%. O mercado ignora lições passadas, mas os dados não: o pânico atual é sistêmico, não passageiro.

43% em Prejuízo: Pressão Inevitável de Venda

O dado mais brutal vem da Glassnode: 43% de todo o Bitcoin em circulação está no vermelho. Holders subaquáticos criam uma barreira natural a rallies — a qualquer sinal de recuperação, vendem para cortar perdas, impedindo quebras de resistência. Esse overhang explica por que o teste em US$ 74 mil falhou miseravelmente.

Fatores macro agravam: tensões no Oriente Médio elevam petróleo e inflação, adiando cortes do Fed. O dólar em alta é veneno para BTC. Fluxos de stablecoins subiram 415% para US$ 1,7 bilhão, mas isso é “pólvora seca” à espera de preços ainda mais baixos, não FOMO imediato.

O Que Vem Depois? Cautela é a Regra

A euforia de semanas atrás evaporou, substituída por realidade crua. Ciclos econômicos não perdoam exuberância: toda alta é seguida de baixa. Investidores devem priorizar preservação de capital, ignorando narrativas otimistas sem fundamentos sólidos. Monitore o dólar, inflação e on-chain — sinais de capitulação podem vir, mas apostar em virada rápida é ilusão. A proteção vem da paciência, não da esperança.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com lado Bitcoin elevado por fluxo 1.1B e ouro desmoronando -8%, simbolizando influxo em ETFs vs queda do ouro em tensões no Irã

Bitcoin ou Ouro? Influxo de US$ 1,1 Bi em ETFs no Conflito no Irã

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram inflows líquidos de US$ 1,1 bilhão desde o início das tensões bélicas envolvendo o Irã, conforme dados da Glassnode. Apesar da volatilidade geopolítica, a demanda spot por BTC aumentou, com compradores sem alavancagem acumulando US$ 3,5 bilhões desde 1º de março. O Bitcoin se mantém acima de US$ 70.000, enquanto o ouro recua cerca de 8%, questionando sua narrativa como único refúgio seguro.


Demanda Spot Fortalece BTC em Meio a Tensões

Os dados indicam que a recuperação do Bitcoin foi impulsionada por compradores spot não alavancados. Segundo relatório da Bitfinex citado na análise, esses investidores acumularam aproximadamente US$ 3,5 bilhões desde 1º de março, principalmente em horários de negociação asiática tardia e americana. Essa atividade elevou o BTC acima de US$ 65.000, caracterizando uma fase de “wall of worry”, onde preços sobem apesar de incertezas externas.

O Coinbase Premium Index tornou-se positivo após período negativo prolongado, sinalizando demanda sustentada dos participantes do mercado americano. Além disso, o suporte em US$ 60.000 foi defendido, com participação de mercado em expansão e taxas de funding perpétuas moderadas, abaixo de níveis de sobreaquecimento. O volume spot equilibra o open interest na razão de 1:1, reforçando acumulação genuína sobre especulação alavancada.

Inflows em ETFs Revelam Reacumulação Institucional

A Glassnode destaca que os ETFs spot de Bitcoin reverteram saques anteriores, registrando US$ 461,9 milhões em 4 de março e superando US$ 1,14 bilhão na semana até 5 de março. BlackRock’s IBIT liderou com US$ 306,6 milhões em um dia, seguido por Grayscale (US$ 54,1 milhões) e Fidelity (US$ 48 milhões). Desde 24 de fevereiro, BlackRock acumulou cerca de 21.814 BTC.

Esses fluxos reduziram pressão de distribuição, com a tendência de netflow de 14 dias agora ascendente. A Glassnode descreve a demanda como “tentativa”, mas os sinais iniciais de reacumulação institucional emergem, coincidindo com BTC acima de US$ 70.000. Dez dos onze ETFs tiveram inflows no mesmo dia, quase zerando o déficit YTD.

Bitcoin vs. Ouro: Divergência em Cenário de Guerra

Enquanto o Bitcoin ganha cerca de 12-20% desde os strikes no Irã, o ouro declinou aproximadamente 8%, de picos em US$ 5.400 para níveis inferiores. Analistas como Eric Balchunas (Bloomberg) notam essa inversão: ouro subiu 4% inicialmente, mas BTC reverteu 13,77% após cair para US$ 63.000. Peter Schiff prevê queda no BTC e alta no ouro com guerra prolongada, mas dados atuais contradizem.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 375.542,17 (-2,24% em 24h), reflete resiliência local. Níveis de resistência em US$ 77.400 e suporte em US$ 54.100 baseados em ciclos históricos guiam o próximo movimento.

Adoção Institucional Amplia: Investimento em Exchanges

Paralelamente, a Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE, realizou um investimento minoritário na OKX, avaliada em US$ 25 bilhões, elevando OKB +37%. Esse movimento reforça integração TradFi-cripto, com OKX superando rivais como Bullish (US$ 5,39 bi). Indicadores sugerem monitorar correlação Nasdaq e riscos no Estreito de Ormuz para volatilidade futura.


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Bolha dourada frágil com rachaduras vermelhas e reflexão de 74K, simbolizando alta falsa do Bitcoin alertada por Hayes e Glassnode

Alta Falsa? Arthur Hayes e Glassnode Alertam para Fragilidade do BTC em US$ 74 mil

Cuidado com a euforia: Arthur Hayes alerta que a recente alta do Bitcoin para acima de US$ 74 mil pode ser um ‘pulo do gato morto’ — rebound falso após quedas —, pois o ativo ainda está preso à correlação com ações de tecnologia SaaS e a Nasdaq. Paralelamente, a Glassnode adverte para a fragilidade do mercado, apesar de inflows em ETFs americanos. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 380.464 nesta quinta-feira (5/3), com alta de 1,17% em 24h. A história mostra que essas altas eufóricas precedem correções dolorosas.


A Visão Contrarian de Arthur Hayes

Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, não se deixou levar pelo otimismo passageiro. Em postagem recente, ele destacou que o Bitcoin não se descolou das ações de empresas SaaS americanas, aquelas de software como serviço que dominam a Nasdaq. ‘Este rebound pode ser um dead cat bounce. Ainda não estamos completamente fora de perigo; mantenha a paciência’, escreveu. O termo ‘pulo do gato morto’ descreve um rebound ilusório após uma queda prolongada, seguido de nova mínima — algo que o mercado cripto viu em 2018 e 2022.

A correlação com o mercado tradicional é a ‘corrente que prende o Bitcoin’, como bem resume a orientação editorial. Enquanto todos celebram os US$ 74k, Hayes lembra que a liquidez global e políticas monetárias ainda ditam o ritmo. O mercado está ignorando os riscos macro, como taxas de juros persistentes e volatilidade em tech stocks. Investidores que entraram por FOMO em topos passados conhecem o preço da exuberância irracional.

Dados On-Chain da Glassnode Confirmam Fragilidade

Impulsionado por inflows de US$ 461 milhões em spot ETFs nos EUA — de BlackRock, Fidelity e outros —, o BTC subiu 5% em 24h para cerca de US$ 72.500 na quarta-feira. Mas os altcoins ficaram para trás, com Ethereum ganhando só 7% e Near Protocol caindo 5%. A Glassnode, em relatório semanal, aponta que a dinâmica de compradores enfraqueceu: o lucro realizado em 30 dias caiu 63% desde fevereiro.

Isso sinaliza uma transição de vendas por pânico para um posicionamento mais equilibrado, mas frágil. ‘A sustentabilidade depende de uma demanda spot mais forte’, conclui a análise on-chain. Sem novos compradores agressivos, o mercado pode voltar a testar suportes inferiores. A história dos ciclos cripto reforça: rallies baseados em ETFs institucionais isolados raramente sustentam mercados de alta sem suporte retail amplo.

Implicações para o Mercado Brasileiro e Global

No Brasil, onde o BTC negociava a R$ 380 mil, essa fragilidade ganha contornos locais. Com o real pressionado e juros altos, a correlação com Nasdaq afeta diretamente os traders locais via exchanges como Binance. Hayes e Glassnode ecoam lições de crises passadas: a dot-com de 2000 e o bear de 2022 mostraram que euforia tech arrasta cripto para o abismo.

O mercado está ignorando sinais de topo de ciclo, como queda nos lucros realizados e altcoins apáticos. Para o investidor brasileiro, isso significa priorizar proteção de capital sobre ganhos rápidos. Ciclos existem: todo bull é seguido de bear. Entrar agora por FOMO pode custar caro quando a ‘corrente da Nasdaq’ puxar para baixo.

O Que Monitorar e Lições de Ciclos Passados

Hayes recomenda paciência, evitando apostas precipitadas. Glassnode sugere vigiar a demanda spot e inflows contínuos em ETFs. Indicadores chave: volume em exchanges brasileiras, correlação BTC-Nasdaq e lucros on-chain. Se os compradores não voltarem com força, um recuo para US$ 70k ou menos é plausível — ecoando correções de 30-50% vistas em ciclos anteriores.

A contra-narrativa é essencial em tempos de euforia. Roberto Ramos, com base em anos estudando bolhas, alerta: sobreviver ao próximo bear vale mais que maximizar o bull atual. Cuidado com o pulo do gato morto; a verdadeira alta virá com descolamento real das ações tradicionais.


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Núcleo dourado de Bitcoin com 70K protegido por cúpula cyan de ETFs absorvendo ondas vermelhas de pressão, simbolizando suporte institucional

Bitcoin Retoma US$ 70 mil: ETFs Absorvem Pressão Geopolítica

O Bitcoin se aproxima dos US$ 70 mil, negociado em torno de US$ 68 mil às 07h desta quarta-feira (4), após rebote impulsionado por inflows de US$ 1,45 bilhão em ETFs spot nos últimos cinco dias. Apesar das tensões geopolíticas no Oriente Médio, a demanda institucional absorveu a pressão de venda, com short-covering predominando sobre convicção altista. Os dados indicam estabilização, mas cautela em derivativos.


Inflows Institucionais Sustentam o Preço

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram entradas líquidas robustas, totalizando cerca de US$ 1,45 bilhão em cinco sessões de negociação. No dia anterior, os fluxos foram de US$ 225 milhões líquidos positivos, conforme dados da Farside Investors monitorados pela BlockBeats. Destaque para o iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock, com +US$ 322,4 milhões, enquanto o Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) registrou saída de US$ 28,2 milhões.

Esses volumes representam uma absorção significativa da oferta disponível, especialmente após quedas para US$ 63 mil impulsionadas por manchetes sobre o Irã. Segundo o market maker Enflux, o mercado não precificou catástrofe nem resolução do conflito, com o rebote refletindo principalmente short-covering. O volume spot subiu para US$ 9,6 bilhões na semana, ante US$ 6,6 bilhões anterior, equilibrando fluxos de compra e venda.

Mecânica dos ETFs Explica Preço Estável

Apesar dos bilhões em inflows, o preço do Bitcoin permaneceu em range apertado. Analistas da Bitfinex explicam que participantes autorizados (APs) criam e vendem a descoberto ações dos ETFs antes de adquirir o BTC subjacente, criando lag entre inflow reportado e demanda spot real. Isso ocorre via vendas a descoberto permitidas regulatoriamente, com compra de Bitcoin horas ou dias depois.

Resultado: o ETF cresce, mas o spot não reflete pressão imediata altista. Em períodos de dislocação, como o atual, essa mecânica mitiga impactos, mantendo o BTC “preso” até que compras reais se materializem, frequentemente offset por vendas em outros mercados. Cumulativamente, os 11 ETFs spot acumulam mais de US$ 55 bilhões desde janeiro de 2024.

Indicadores On-Chain e Derivativos Sinalizam Cautela

Dados da Glassnode mostram recuperação no RSI em 41 (de 36 na semana anterior), ainda abaixo de 50 neutro. Custos de posições compradas alavancadas caíram, com sellers dominando futures. Nos mercados de predição Polymarket, probabilidade de BTC abaixo de US$ 65 mil em março caiu para 73% (-11pp), US$ 60 mil para 41% (-10pp), e chance de atingir US$ 60k antes de US$ 80k em 61% (-12pp).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 375.972,66 (+8,98% em 24h, volume 366,67 BTC) confirma suporte institucional. Níveis a observar: suporte em US$ 65 mil, resistência em US$ 71-72 mil, com médias móveis de 50 e 200 dias como referências chave.


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Abismo digital com nüleo dourado no fundo e fluxos cyan convergindo, simbolizando acumulação no Bitcoin e sinais de fundo via Coinbase

Coinbase Premium Positivo Após 40 Dias: Sinais de Fundo no Bitcoin

O Coinbase Bitcoin Premium Index voltou a positivo após 40 dias de valores negativos, registrando 0,0079% nesta sexta-feira (27/02). Esse indicador mede o preço do Bitcoin na exchange americana em relação à média global, sinalizando renovada demanda de investidores nos EUA. Combinado a outros dados on-chain, como o relatório da Glassnode sobre possível bottoming phase e saídas de US$ 266 milhões em BTC de exchanges, os números sugerem acumulação silenciosa em meio à volatilidade recente. O Bitcoin negocia a US$ 65.617, com queda de 2,77% em 24h.


Coinbase Premium: Demanda Americana em Recuperação

Os dados mostram que o Coinbase Premium Index permaneceu negativo por 40 dias consecutivos, refletindo pressão vendedora ou menor apetite por risco nos EUA. Ontem, o índice estava em território negativo, mas hoje reverteu para 0,0079%, conforme dados da Coinglass. Esse movimento indica que o preço do Bitcoin na Coinbase superou a média global, um padrão associado a influxos de capital institucional e liquidez em dólares.

Historicamente, premium positivo no Coinbase precede valorizações, pois reflete dominância compradora no maior mercado regulado. A duração de 40 dias negativos é significativa, comparável a períodos de baixa em ciclos passados. Investidores devem observar se essa reversão se sustenta acima de zero nas próximas sessões, especialmente com o BTC testando suportes em torno de US$ 65.000.

Glassnode: Estrutura de Mercado Próxima de Fundo

O relatório semanal da Glassnode analisou o Total Supply in Loss, métrica que quantifica o volume de BTC detido com prejuízo não realizado. A média móvel de 7 dias atingiu 9,2 milhões de BTC, o maior nível desde o fim do último mercado de baixa, representando quase metade da oferta em circulação (cerca de 20 milhões de BTC).

Essa concentração de perdas assemelha-se às fases finais de mercados de baixa anteriores (2018 e 2022), não ao início de uma contração. Nos ciclos passados, picos nessa métrica coincidiram com fundos de mercado, à medida que a pressão vendedora se exaure. A Glassnode conclui que, estruturalmente, o mercado parece mais próximo de uma faixa de fundo do que de um estágio inicial de baixa, apesar da volatilidade persistente.

Saídas de Exchanges: Sinal Clássico de Acumulação

Em paralelo, baleias retiraram mais de US$ 266 milhões em Bitcoin da exchange Bitget em poucas horas. Duas transações de 2.000 BTC cada (total de 4.000 BTC, avaliados em US$ 134,85 milhões e US$ 136,04 milhões) foram enviadas a carteiras desconhecidas, logo após um rali de preço.

Retiradas para cold wallets reduzem a oferta líquida em exchanges, sinalizando intenção de hold de longo prazo e menor risco de vendas imediatas. Esse padrão é clássico em fases de acumulação, onde grandes detentores posicionam-se para ciclos de alta. Com volume 24h de 307 BTC no Brasil, o BTC está a R$ 337.259 (Cointrader Monitor), em queda de 2,79%.

Níveis a Monitorar e Contexto Atual

Os dados on-chain convergem para um cenário de exaustão de vendedores e retomada de demanda seletiva. O suporte imediato está em US$ 65.000, com resistência em US$ 69.000. Indicadores como Supply in Loss e Coinbase Premium devem ser acompanhados para confirmar tendência. No macro, dólar a R$ 5,13 influencia fluxos para ativos de risco.

Esses sinais não garantem reversão imediata, mas oferecem base factual para decisões. A estrutura atual sugere que o fundo pode estar próximo, com acumulação em curso.


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Medidor Fear & Greed com agulha no 5 e rachadura dourada no fundo, simbolizando pânico extremo e sobrevenda histórica do Bitcoin

Índice de Medo em 5: Bitcoin em Sobrevenda Histórica?

O Índice de Medo e Ganância cripto despencou para 5/100, o menor nível histórico, sinalizando pânico extremo enquanto o Bitcoin testa US$ 62.500. Em paralelo, o RSI semanal atinge mínimas vistas apenas em colapsos como 2018 e 2022. Os dados mostram capitulação técnica: estamos no fundo de 2022 ou o abismo é maior? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 331.241,57 (-1,42% em 24h).


Índice de Medo e Ganância em Mínima Histórica

Os dados do Crypto Fear & Greed Index indicam extremo medo, com leitura de 5 na segunda-feira, subindo ligeiramente para 8 nesta terça. Esse patamar reflete liquidações de mais de US$ 400 milhões em derivativos, sendo US$ 156 milhões em posições compradas de BTC. Institucionais registram saídas agressivas de ETFs, e o BTC acumula queda de 7,5% na semana e 29,2% no mês.

Histórico mostra que níveis abaixo de 10 precedem fundos de mercado, mas sustentam pânico por semanas. O mercado cap total cai para US$ 2,18 trilhões, mínimo de dois anos, pressionado por tech stocks e temores de disrupção por IA.

RSI Semanal em Território de Capitulação

O RSI semanal do Bitcoin atinge um dos menores níveis desde 2016, similar a novembro/dezembro de 2018 (queda de US$ 6.000 para US$ 3.000) e junho/julho de 2022 (colapso da 3AC). Galaxy Digital destaca que, exceto esses eventos, não há leituras inferiores. Checkonchain aponta desvios extremos de modelos de âncora, sugerindo sobrevenda profunda.

Traders observam que RSI abaixo de 30 confirma exaustão vendedora, mas reversões demandam volume comprador. Com BTC em US$ 62.693 (9h EST), o suporte imediato fica em US$ 62.500.

Perdas Realizadas e Alertas On-Chain

O Realized Profit/Loss Ratio (90d SMA) cruza abaixo de 1 pela primeira vez desde 2022, per Glassnode. Histórico indica 6+ meses de perdas realizadas, com quedas de 25% em 2022 e 50% em 2018 após o sinal. MVRV Pricing Bands apontam zona extrema baixa em US$ 43.760.

Glassnode e 10x Research alertam: liquidez fina, crescimento de stablecoins estagnado e gamma negativo aceleram quedas. Possível rompimento abaixo de US$ 60.000, com Realized Price em US$ 55.000 como referência de fundo.

Níveis Críticos a Monitorar

Os dados sugerem transição para regime de excesso de perdas realizadas, com suporte chave em US$ 55.000-44.000 (MVRV low e histórico). Acima de 1 no P/L ratio indicaria alívio. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,15, queda adicional impacta tesourarias. Monitore volume 24h (378 BTC no Brasil) e ETF flows para sinais de reversão.


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Reservatório dourado se enchendo no fundo de cânion digital com marcas 60K-70K, simbolizando acumulação de BTC por holders durante correção

Holders Acumulam 429 Mil BTC na Faixa US$ 60-70 mil na Queda

Bitcoin abaixo de US$ 63 mil: os dados mostram que mais de 429 mil BTC foram acumulados na faixa de US$ 60 mil a US$ 70 mil durante a recente correção, conforme análise da Glassnode. Enquanto o preço desabava cerca de 50% desde a máxima de outubro em US$ 126 mil, o supply nessa faixa cresceu 43%, de 997 mil para 1,43 milhão de BTC. Isso sugere que mãos fracas saíram e mãos fortes entraram, formando um cluster denso de custo base.


Detalhes da Métrica URPD da Glassnode

Os dados da Glassnode, baseados na métrica Unspent Transaction Output Realized Price Distribution (URPD) ajustada por entidade, revelam um aumento preciso de aproximadamente 429 mil BTC na faixa de US$ 60 mil a US$ 70 mil. Em 1º de janeiro, o supply era de 997 mil BTC; hoje, alcança 1,43 milhão, representando mais de 8% do supply circulante não em exchanges.

Essa métrica agrupa o supply existente pelo preço de última movimentação on-chain, excluindo transferências internas e saldos de exchanges para focar no custo base real dos investidores. A acumulação durante preços baixos indica compras agressivas no dip, com o supply crescendo enquanto o preço caía de US$ 88 mil no início do ano para os atuais US$ 63 mil.

Contexto da Correção de Preço

O Bitcoin registra queda de cerca de 50% desde o ATH de outubro em US$ 126 mil, acelerando nos últimos dias. De US$ 80 mil para US$ 70 mil em apenas cinco dias (31 de janeiro a 5 de fevereiro), o preço atravessou uma zona descrita como “air pocket” entre US$ 70 mil e US$ 80 mil, onde historicamente houve pouca transação.

Essa região de baixa liquidez permitiu movimentos rápidos para baixo, encontrando maior concentração de supply abaixo de US$ 70 mil. Os dados sugerem que holders de longo prazo aproveitaram a volatilidade para acumular, contrastando com vendas de posições mais curtas.

Implicações Técnicas e Níveis a Observar

A formação desse cluster denso na faixa US$ 60-70 mil pode atuar como suporte relevante em análises técnicas. Mais de 8% do supply não em exchanges tem custo base ali, o que historicamente influencia dinâmicas de preço em recuos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 330.493,77 (variação -1,21% em 24h, volume 384 BTC). Vale monitorar se essa acumulação sustenta o preço acima dessa faixa ou se pressões macroeconômicas testam níveis inferiores.

O Que os Dados Sugerem para o Mercado

A transição de mãos fracas para fortes, evidenciada pelo crescimento do supply em preços baixos, é um padrão observado em ciclos passados de correção. Traders devem observar o URPD para clusters emergentes e volume on-chain, sem implicar direção futura. A neutralidade dos dados reforça a necessidade de análise contínua em um mercado volátil.


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Monolito dourado de Bitcoin com fissura vermelha escorrendo perdas, simbolizando capitulação on-chain após 3 anos

Bitcoin em Capitulação: Sinal de Baixa Após 3 Anos

O Realized Cap Impulse de longo prazo do Bitcoin virou negativo pela primeira vez em três anos, sinalizando contração no crescimento estrutural da rede. Esse indicador, ausente desde 2021, historicamente precede correções prolongadas ou mercados de baixa. Com o BTC negociado acima de US$ 66.000 após queda de 30% no mês, os dados da Glassnode e CryptoQuant reforçam a capitulação em curso, com US$ 2,3 bilhões em perdas realizadas — maior evento desde o crash de 2021.


Indicadores On-Chain Acendem Alerta de Baixa

Os dados mostram que o Realized Cap Impulse (Long-Term) monitora influxos de capital de longo prazo na rede Bitcoin. Uma leitura negativa indica que novos capitais não absorvem a oferta disponível, gerando pressão descendente. Alphractal destacou que, em ciclos passados, esse sinal precedeu quedas significativas, como em 2021. Paralelamente, o fluxo de novos investidores virou negativo, sem renovação de liquidez durante correções — padrão inicial de viés de baixa.

O MVRV Adaptive Z-Score (365 dias) da CryptoQuant atingiu -2,66, confirmando zona de capitulação. O Indicador de Ciclo Alta-Baixa ainda não alcançou extremos, sugerindo espaço para mais downside antes de estabilização.

Capitulação Registra Perdas Recordes

A média de sete dias de perdas realizadas líquidas chegou a US$ 2,3 bilhões, segundo IT Tech no CryptoQuant, rivalizando o crash de 2021 e colapsos de Luna/FTX. Detentores de curto prazo venderam em prejuízo durante a descida de 50% desde o pico de US$ 126.000 em outubro. O preço realizado está em US$ 55.000, com bottoms históricos 24-30% abaixo desse nível.

Detentores de longo prazo (LTH) reduziram posições em 245.000 BTC em 6 de fevereiro, taxa média de 170.000 BTC/dia desde então, per Glassnode. O Realized Profit/Loss Ratio caminha para abaixo de 1, alinhado a capitulações amplas.

Debate Sobre o Fundo: US$ 40 Mil ou Deep Value?

Traders divergem: CryptoQuant vê potencial sideways em US$ 55.000 antes de recuperação, mas analistas como Tony Research preveem bottom em US$ 40-50 mil no Q4 2026, seguindo retração Fibonacci 0,618 (~US$ 57.000). Checkmatey, ex-Glassnode, classifica US$ 60.000 como deep value, com odds acima de 50% de low já formado, mas alerta para revisitas via time pain.

Baleias acumulam, com saídas de exchanges em 3,2% (média 30 dias), ecoando H1 2022 — recuperação demorou até 2023.

Níveis a Monitorar e Cotação Atual

Suportes chave: US$ 55.000 (realized price), US$ 60.000 (deep value), US$ 40.000 (Fibonacci extremo). Resistências: US$ 80.000 (True Market Mean/ETF basis). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.744,70 (-0,55% em 24h, volume 327 BTC).

Os dados sugerem monitoramento de LTH net change e Z-Score para sinais de estabilização, sem viés direcional.


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Hodlers cartoon à beira do precipício com plataforma SOL e suporte 80 rachando, simbolizando capitulação histórica de investidores em Solana

Solana no Precipício: Capitulação dos Hodlers Ameaça US$ 80

Os dados on-chain indicam a maior capitulação de investidores antigos da Solana em três anos, com o preço negociado próximo de US$ 80. A oferta lucrativa caiu para 15%, o menor nível desde novembro de 2022, enquanto o índice Liveliness registra aumento, sinalizando distribuição por detentores de longo prazo. O suporte em US$ 79 está sob teste, com risco de extensão para US$ 70 caso haja quebra. Esses indicadores, conforme Glassnode, revelam enfraquecimento da convicção em meio a uma tendência de baixa de três semanas.


Oferta Lucrativa em Mínima Histórica

A oferta de Solana em lucro atingiu 15%, patamar mais baixo desde novembro de 2022. Historicamente, níveis tão reduzidos sugerem que a maioria dos detentores opera no prejuízo, o que costuma limitar novas pressões de venda. No entanto, os dados atuais mostram um cenário diferenciado devido à fragilidade macroeconômica e ao comportamento dos investidores de longo prazo (ILT).

O índice NUPL (Net Unrealized Profit/Loss) para ILTs ficou negativo em 24 de janeiro de 2026, marcando capitulação. Essa métrica calcula o lucro ou prejuízo não realizado agregado, ponderado pela oferta em mãos de detentores antigos. O último episódio similar ocorreu em maio de 2022, precedendo estabilização após distribuição ampla. A persistência abaixo de zero indica exaustão psicológica entre esses participantes.

Aumento do Liveliness Revela Distribuição

O Liveliness mede a mudança na atividade de moedas dormentes, ou seja, tokens em carteiras inativas por longo período. Um aumento recente aponta que ILTs, tradicionalmente convictos, iniciaram distribuição durante a queda prolongada. Esse movimento surgiu uma semana após a capitulação NUPL, sugerindo espera inicial por recuperação que não se materializou.

Quando detentores antigos vendem, o suporte macro tende a enfraquecer. Os dados da Glassnode mostram elevação contínua nesse indicador, reduzindo probabilidades de rebound rápido. Em contraste, ausência de acumulação reforça a tendência descendente observada há três semanas.

Níveis Técnicos e Cotação Atual

O preço da SOL opera em US$ 77,19 (cotação de referência em 12/02/2026 às 19:17 UTC), testando o suporte crítico próximo de US$ 79. Uma quebra confirmada pode direcionar para US$ 70, alinhado à extensão de Fibonacci 1,786. Por outro lado, rompimento da linha de tendência descendente com superação de US$ 88 pode mirar US$ 95, invalidando o viés de baixa.

Em reais, a SOL registra R$ 402,70, refletindo variação de -2,87% no dia. Investidores devem monitorar o Liveliness e NUPL para sinais de estabilização, além do volume em suportes chave. Os números sugerem cautela em posições longas até confirmação direcional.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Linha bold 1.0 rompida com torre cristalina XRP fragmentando em vórtice vermelho, sinalizando capitulação de holders menores pelo SOPR

XRP em Capitulação: SOPR Abaixo de 1.0 Sinaliza Vendas no Prejuízo

Os dados da Glassnode mostram que o XRP perdeu seu custo médio de aquisição agregado, desencadeando uma fase de capitulação. O indicador Spent Output Profit Ratio (SOPR), em média móvel exponencial de 7 dias, caiu de 1.16 em julho de 2025 para 0.96 atualmente — o primeiro movimento sustentado abaixo de 1.0 desde 2022. Isso significa que as moedas movimentadas na rede estão sendo vendidas em prejuízo médio, com perdas realizadas superando os ganhos.


Situação Atual do SOPR e Profitabilidade On-Chain

O SOPR mede a relação entre o preço de venda de um output gasto e seu preço de aquisição original. Leituras acima de 1 indicam lucro médio; abaixo, prejuízo. Os dados mostram que a profitabilidade on-chain do XRP virou negativa, com holders menores impulsionando as vendas. O XRP negocia a US$ 1.42 (R$ 7.36), queda de 1% no dia, 10% na semana e 30% no mês, após pico de US$ 3.65 em julho de 2025.

Volume spot subiu 22% para US$ 3.45 bilhões em 24h, sinalizando repósicionamento ativo. No entanto, open interest em futuros caiu 0.17% para US$ 2.50 bilhões, indicando fechamento de posições alavancadas em vez de novas entradas.

Contexto Histórico e Perfil dos Vendedores

Essa configuração lembra o período de setembro de 2021 a maio de 2022, quando o SOPR permaneceu abaixo de 1 por meses, levando a consolidação prolongada. Naquele ciclo, a pressão de venda foi absorvida gradualmente, com estabilização posterior. Atualmente, fluxos de baleias para exchanges estão em mínimas históricas, mesmo com o preço em US$ 1.42-1.45. Diferente do rally de julho de 2025, quando baleias venderam no topo, a pressão vem de holders menores.

Dados da CryptoQuant confirmam: grandes participantes aguardam uma alta para distribuir, resultando historicamente em ação lateral ou ligeiramente descendente antes de picos curtos.

Análise Técnica e Níveis Críticos

No gráfico diário, o XRP forma topos mais baixos, mantendo viés de baixa. As médias móveis de 50 e 100 dias declinam, atuando como resistências. O preço testa a banda inferior de Bollinger, com RSI diário abaixo de 50, sem divergência altista confirmada. Volume maior em dias de queda sugere atividade de stop-loss contínua.

A faixa de US$ 1.45-1.50, ex-suporte, agora falha em atrair compradores robustos. Fechamento abaixo de US$ 1.30 abre caminho para US$ 1.20, zona de demanda de longo prazo. Acima de US$ 1.50, possível teste das médias móveis.

Implicações e Monitoramento de Risco

O sub-1 no SOPR reflete estresse de holders, mas historicamente marca exaustão de oferta fraca. Pode preceder estabilização ou rebote se vendas se esgotarem, ou agravar queda se pressão persistir. Investidores devem observar fluxos de baleias, volume de perdas realizadas e rompimentos técnicos. Níveis chave: suporte em US$ 1.30 e resistência em US$ 1.50.


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Linha de suporte cyan esticada com '2000' gravado sob ondas vermelhas de pressão, representando teste crítico do Ethereum em pânico de vendas

Ethereum Testa Suporte de US$ 2.000 em Meio a Pânico de Vendas

O Ethereum (ETH) testou o suporte psicológico de US$ 2.000 após atingir US$ 2.136 recentemente, acumulando queda de 34,9% no último mês. Dados on-chain revelam pico de transferências de 2,75 milhões de ETH em média de 14 dias — maior nível desde agosto de 2025 —, sinalizando pânico de vendas para stablecoins e exchanges, conforme Glassnode e Santiment. Apesar da pressão, indicadores como MVRV abaixo de 0,80 sugerem proximidade de um fundo histórico. Cotação atual: US$ 2.098 (R$ 10.912).


Queda Recente e Pressões de Mercado

Os dados mostram que o ETH negociava em torno de US$ 2.015 nesta segunda-feira (9 de fevereiro de 2026), após um rebote que perdeu força. A retração mensal de 34,9% reflete volatilidade amplificada por derivativos e ETFs de Ethereum, além da fraqueza correlacionada do Bitcoin, que apagou ganhos recentes.

Volume spot em 24 horas supera US$ 21,5 bilhões, com faixa semanal de US$ 1.824 a US$ 2.369. Baleias enviaram ETH para exchanges, intensificando a venda, enquanto Vitalik Buterin vendeu mais de 6.100 ETH na semana passada. Breakdown abaixo de US$ 3.000 confirma viés de baixa de curto prazo.

Atividade de rede permanece robusta, com transações diárias e endereços ativos estáveis, divergindo da pressão de preço.

Pico Histórico em Transferências On-Chain

A média móvel simples de 14 dias de transferências totais de ETH subiu de 1,6 milhão para 2,75 milhões entre 29 de janeiro e 7 de fevereiro, pico desde agosto de 2025 (CryptoQuant). Esse movimento coincide com a correção de US$ 3.000 para os baixos US$ 2.000.

Holders rotacionam para stablecoins e exchanges, com liquidações em DeFi. Saldos em exchanges caem para níveis de 2016 — Binance com 3,7 milhões de ETH, menor desde 2024 —, sugerindo redução de oferta disponível apesar do pânico.

Glassnode confirma estabilidade na capitalização de mercado e flutuações em endereços ativos, com picos em volume de transações durante consolidação.

Indicadores Santiment e Glassnode Apontam Capitulação

O MVRV (Market Value to Realized Value) do Santiment abaixo de 0,80 posiciona ETH em zona histórica de fundos, onde investidores operam em perda e acumulação ocorre. Ciclos passados mostram recuperações sustentadas após esses níveis.

Glassnode reforça com market cap consolidado, diferindo de bears profundos anteriores. Endereços ativos flutuam com aumentos periódicos, e transações exibem picos — padrão visto em consolidações pré-rallys.

Esses sinais indicam capitulação perto de suportes, embora volatilidade persista.

Níveis Críticos e Perspectivas

Suporte imediato em US$ 2.000; perda pode mirar US$ 1.500, como alertam analistas via CoinBureau, antes de máximas cíclicas projetadas em US$ 24.000-32.000 (1.500-2.000% upside). Resistência em US$ 2.136.

Os dados sugerem que picos de transferências ocorrem próximos a fundos locais, uma vez que vendas forçadas arrefecem. Traders monitoram estabilização nesse suporte para sinais de reversão, em contexto de correção ampla do mercado cripto.


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Fortaleza dourada Bitcoin rachada por impactos vermelhos em nível 65K, núcleo intacto brilhando, simbolizando capitulação e saúde on-chain

Capitulação do Bitcoin: US$ 890 milhões em liquidações nos US$ 65 mil

O Bitcoin experimentou uma capitulação massiva, com perdas realizadas atingindo US$ 890 milhões em média diária nos últimos sete dias, o maior nível desde o final de 2022, segundo métricas da Glassnode. O preço despencou para US$ 60.000 — mínima desde outubro de 2024 — antes de recuperar acima dos US$ 65.000, acompanhado de US$ 2,6 bilhões em liquidações de posições alavancadas em 24 horas, predominantemente compradas. Os dados on-chain indicam redução de risco acelerada, mas levantam dúvida: o pior passou ou a capitulação inicia?


Magnitudes da Capitulação On-Chain

Os dados da Glassnode registram o segundo maior pico na métrica de capitulação em dois anos, com vendas forçadas elevando as perdas realizadas. Em cerca de 10 horas de trading intenso, posições alavancadas foram liquidadas, transferindo moedas de compradores recentes para vendedores rápidos. O preço caiu abaixo de marcadores de custo on-chain de holders de curto prazo, gerando pressão emocional adicional.

Essa dinâmica removeu alavancagem acumulada, mas deixou o mercado com menor liquidez em níveis atuais. A média de US$ 890 milhões em perdas diárias reflete desalavancagem significativa, similar a eventos de estresse passados que precederam volatilidade elevada.

Contexto Técnico: Sobrevenda Extrema

De acordo com análise do mercado de derivativos, o US$ 65.000 emergiu como campo de batalha após rompimento do suporte em US$ 70.000. O RSI posicionou o Bitcoin como o terceiro mais sobrevendido em sua história, condição historicamente associada a rebounds violentos. Open interest em futuros caiu abaixo de US$ 100 bilhões pela primeira vez desde março de 2025.

As taxas de funding anuais para BTC viraram negativas, sinalizando demanda por posições vendidas. Volatilidade implícita de 30 dias saltou para 100%, recuando para 70% após a recuperação inicial. Puts em opções curtas negociam com prêmio de 20 pontos sobre calls, indicando receio persistente de downside.

Recuperação Inicial e Estrutura de Longo Prazo

O mercado mostrou sinais de estabilização, com Bitcoin recuperando de US$ 60.000 para US$ 67.949 e Ether de US$ 1.750 para US$ 2.007. Altcoins como Solana e Optimism caíram 30%, enquanto DeFi underperformou com perdas acima de 10%. Indicador de altseason caiu para 24/100, sugerindo rotação para ativos mais seguros.

No longo prazo, a capitulação diferencia pânico de curto prazo — com liquidações de posições compradas especulativas — da estrutura de mercado. Níveis de suporte próximos a US$ 65.000 foram testados, mas médias móveis de longo prazo (ex: 200-semanas) permanecem acima. Os dados sugerem limpeza de posições fracas, potencialmente fortalecendo bases para recuperação, embora volatilidade persista.

Cotação Atual em Reais

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.992,10 nesta manhã de sábado (07/02/2026), com variação de +3,04% em 24 horas e volume de 861 BTC. Traders devem monitorar realized losses, OI em futuros e RSI para sinais de continuação ou reversão.


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Poço brutalista com bloco dourado rachado emitindo luz cyan no fundo, simbolizando capitulação extrema do Bitcoin próximo ao fundo do poço

Capitulação do Bitcoin Atinge Recordes: Fundo Próximo?

Os dados on-chain do Bitcoin registraram níveis recordes de capitulação na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, com queda de 14% no preço, de US$ 73.000 para US$ 62.000 — maior drawdown diário desde o colapso da FTX em novembro de 2022. Quase 10 milhões de BTC estão em perda, o quarto maior patamar histórico, enquanto o RSI atingiu o terceiro nível mais sobrevendido e o Fear & Greed Index caiu abaixo de 10. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 373.756 às 19h43, com alta de 10,59% em 24 horas após rebote para US$ 68.000.


Métricas de Supply em Perda Alcançam Extremos

O total de supply em perda subiu para quase 10 milhões de BTC, nível comparável aos fundos de 2015, 2019 e 2022, conforme Glassnode. Para holders de longo prazo (LTH), o supply em perda chegou a 4,6 milhões de BTC, aproximando-se dos picos acima de 5 milhões vistos em mercados de baixa anteriores. Supply em lucro e perda convergiram em torno de 10 milhões cada, padrão alinhado historicamente com bottoms de ciclos.

Esses indicadores sugerem exaustão vendedora, onde posições em prejuízo forçam liquidações, mas também limpam excesso de alavancagem. No ciclo de 2018, supply em perda similar precedeu recuperação de 300%; em 2022, pós-FTX, marcou o fundo de US$ 15.500.

Perdas Realizadas: Pico Desde o Crash da FTX

A média móvel de 7 dias de perdas realizadas ajustadas por entidade atingiu US$ 889 milhões na quarta-feira, maior pico desde novembro de 2022, segundo Glassnode. Essa métrica soma diferenças entre preço de custo e venda para transações inter-entidades, filtrando movimentos internos. O pico reflete capitulação institucional e varejo em meio à queda semanal de 21%, com preço em US$ 66.700.

Em contextos passados, picos de realized loss sinalizam fim de pânico vendedor. No crash FTX, US$ 889 milhões marcou o fundo; ciclos de 2018 e 2020 mostraram padrões semelhantes, com reversões médias de 150% nos 6 meses seguintes.

Medo Extremo como Sinal Histórico de Reversão

A análise da Bitwise destaca o medo extremo atual como paralelo aos invernos de 2018 e 2022, onde índices abaixo de 10 precederam altas expressivas. RSI em território sobrevendido extremo (terceiro pior nível histórico) reforça o cenário de sobrevendido técnico. Convergentemente, esses fatores indicam proximidade de capitulação total.

No ciclo 2018, Fear & Greed em 5 levou a alta de US$ 3.200 para US$ 13.800; em 2022, pós-FTX, de 6 para novo ATH em 2025. Os dados mostram que tais extremos marcam esgotamento emocional e técnico.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados posicionam o Bitcoin próximo de suportes críticos: média móvel de 200 semanas em US$ 58.011, testado em quedas passadas. Volumes elevados de capitulação, com US$ 889 milhões em perdas realizadas, sugerem redução de pressão vendedora. Investidores devem observar convergência de supply em perda acima de 5 milhões para LTH e estabilização do RSI acima de 30 como sinais de reversão potencial.

Com dólar a R$ 5,22, o BTC/BRL reflete volatilidade similar, mas dados on-chain priorizam análise global.


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Pilar dourado de Bitcoin rachando no suporte 80K e despencando para abismo com partículas vermelhas, simbolizando quebra de preço e liquidações bilionárias

Bitcoin Rompe Suporte de US$ 80k e Despenca para US$ 75,5k

O Bitcoin rompeu o suporte crítico de US$ 80.600, atingindo uma mínima de US$ 75.555 em 31 de janeiro, o menor nível desde abril de 2025, conforme dados de mercado. A queda, impulsionada por tensões geopolíticas no Irã e fortalecimento do dólar, gerou liquidações de US$ 1,14 bilhão em uma hora. Os dados da Glassnode indicam que o rompimento abre caminho para o True Market Mean em torno de US$ 80.000, enquanto holders de longo prazo aceleram vendas.


Rompimento Técnico e Mínimas Anuais

Os dados mostram que o Bitcoin consolidava acima do suporte estrutural de US$ 83.400, calculado pelo modelo de custo base dos short-term holders (STH). A perda desse nível, confirmada pelo breakdown analisado pela Glassnode, acelerou a venda, levando a uma mínima intradiária de US$ 75.555. Essa é a cotação mais baixa desde 11 de abril de 2025, representando uma queda de cerca de 9% nas últimas 24 horas.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 413.442, com variação de -7,02% em 24 horas e volume de 506 BTC. O rompimento do suporte psicológico de US$ 80.000 confirma viés de baixa no timeframe semanal, com o preço testando mínimas de 2025 pela primeira vez em meses.

Análise On-Chain da Glassnode

A Glassnode destaca que a oferta de STH em perda permaneceu em 19,5% acima desse suporte, abaixo do limiar de capitulação de 55%, indicando alguma resiliência inicial. No entanto, o ritmo acelerado de vendas por long-term holders (LTH), o mais rápido desde agosto de 2025, sugere pressão contínua. O True Market Mean, calculado como média ponderada pelo volume de holders de longo prazo, posiciona-se em US$ 80.700, um nível agora acessível após o breakdown.

Taxas de funding em derivativos permanecem neutras, refletindo apetite especulativo cauteloso. No mercado de opções, gamma negativa abaixo de US$ 90.000 eleva o risco de volatilidade. Esses indicadores on-chain apontam para um mercado frágil, onde liquidez será o fator decisivo para estabilização ou aprofundamento da correção.

Liquidações e Contexto Geopolítico

A volatilidade provocada por explosões no Irã desencadeou um flash crash, reduzindo temporariamente a capitalização de mercado do Bitcoin para US$ 1,5 trilhão e o total cripto para US$ 2,6 trilhões. Liquidações totalizaram US$ 2,54 bilhões em 24 horas, com US$ 1,14 bilhão em uma única hora, ampliando o pânico.

Fatores macro, como a nomeação de Kevin Warsh para a cadeira do Fed por Trump — vista como hawkish —, impulsionaram o dólar e desfizeram o rali de metais preciosos, pressionando ativos de risco. O CoinDesk 20 Index caiu 12,4% na semana, alinhando-se à perda de 9,2% do Bitcoin.

Sentimento e Níveis Críticos a Monitorar

O Crypto Fear & Greed Index atingiu “extreme fear”, nível historicamente associado a reversões, conforme Santiment. Comentários bearish em redes sociais atingiram extremos, atuando como indicador contrarian. No entanto, os dados priorizam níveis técnicos: suportes em US$ 75.000 (próxima mínima de 2025) e US$ 80.700 (True Mean); resistências em US$ 83.400 e média móvel de 50 períodos (~US$ 81.800).

Traders devem observar volume e oferta em perda dos STH para sinais de exaustão vendedora. A utilidade reside em monitorar esses patamares para decisões baseadas em dados, sem viés direcional.


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Baleia cartoon dourada engolindo BTC caindo em oceano tempestuoso enquanto peixes retail fogem em pânico, simbolizando acumulação de baleias na queda do Bitcoin

Baleias Acumulam Bitcoin na Queda: Varejo Sai em Massa

Os dados mostram uma clara divergência entre varejo e baleias no mercado de Bitcoin: enquanto holders com menos de 10 BTC distribuem posições em meio à queda abaixo de US$ 80 mil, carteiras com 10 mil BTC ou mais mantêm acumulação neutra a positiva. Sardinha vende no medo e baleias compram o mergulho, transferindo riqueza em tempo real. O BTC negocia a US$ 77.661 (-7,8% em 24h).


Dados Glassnode: Baleias em Acumulação

O Accumulation Trend Score da Glassnode, calculado com base em saldos e aquisições nos últimos 15 dias, revela que apenas o coorte de baleias com 10.000 BTC ou mais apresenta tendência de acumulação leve (score próximo a 1). Todos os outros grupos, especialmente varejo com menos de 10 BTC, estão em distribuição persistente há mais de um mês.

Desde novembro, quando o BTC caiu para US$ 80 mil, as mega-baleias mantêm equilíbrio neutro-positivo. Paralelamente, o número de entidades com pelo menos 1.000 BTC subiu de 1.207 em outubro para 1.303, indicando que grandes players absorvem a oferta durante a correção. Esses dados on-chain sugerem que o selloff não altera a estratégia de holders institucionais.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil e Novos Endereços

Pela primeira vez desde abril de 2025, o Bitcoin negociou abaixo de US$ 80 mil, atingindo US$ 78 mil. Apesar da volatilidade, a rede registrou 335.772 novos endereços em 24 horas — o maior volume diário em dois meses, desde novembro de 2025.

Esse influxo ocorreu na faixa dos US$ 81 mil, sinalizando entrada oportunista de novos acumuladores. A métrica reforça demanda relativa mais forte, com BTC caindo 5,6% contra 10% do ouro no mesmo período (quinta a sexta-feira). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 410.138 (-7,74% em 24h, volume de 501 BTC).

Níveis Técnicos a Observar

O BTC perdeu a estrutura de cunha ascendente, com risco de recuo adicional de 12,6% para US$ 75.850. Suporte imediato em US$ 78.763; perda abre caminho para US$ 75.895. Resistência em US$ 82.503 (suporte perdido) e US$ 87.210.

Reconquista de US$ 87 mil indicaria força compradora renovada. Métricas on-chain em melhora, como novos endereços e acumulação de baleias, contrastam com pressão vendedora de varejo. Investidores monitoram esses níveis para posicionamento, em um mercado com variação diária de US$ 75.773-84.266 (baixa-alta 24h).

Implicações para o Mercado

A transferência de BTC de mãos pequenas para grandes holders é um padrão recorrente em correções. Com ouro a R$ 25.709 (-8,9%), o BTC demonstra resiliência relativa. Traders atentos aos dados Glassnode veem oportunidade em observar fluxos on-chain para medir capitulação varejista versus convicção de baleias.


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Baleias colossais devorando chamas vermelhas em abismo digital com fragmentos 370K, simbolizando acumulação em fire sale do Bitcoin

Bitcoin em ‘Fire Sale’: Baleias Movem 370k BTC em Medo Extremo

O Bitcoin Rainbow Chart sinaliza zona de ‘fire sale’, com o BTC negociando em torno de US$ 83 mil após queda de 30% desde outubro de 2025. No entanto, detentores de longo prazo (LTHs), ou baleias, movimentaram mais de 370 mil BTC no último mês, segundo a Glassnode. É importante considerar: essa liquidação invisível pode estar limpando o livro de ordens e pressionando ainda mais o preço em um mercado de medo extremo?


Zona de ‘Fire Sale’ no Rainbow Chart

O Bitcoin Rainbow Chart, uma ferramenta logarítmica de longo prazo, posiciona o BTC na banda inferior, historicamente associada a níveis de subvalorização profunda. Após meses de correções, o preço caiu abaixo da média móvel de 100 semanas em US$ 85 mil, atingindo mínimas próximas de US$ 81 mil. Essa zona é vista por alguns como oportunidade de compra, reminiscentes de ciclos passados onde o ativo se recuperou fortemente.

Contudo, o risco aqui é que tais ‘fire sales’ frequentemente coincidem com capitulações amplas. Lembre-se do ciclo de 2022, quando quedas semelhantes levaram a liquidações bilionárias e prolongaram o mercado de baixa. Traders agora miram suportes em US$ 75 mil ou até a média de 200 semanas em US$ 58 mil, o que exige cautela antes de qualquer otimismo.

Atividade Intensa das Baleias de Longo Prazo

Dados brutos on-chain revelam que LTHs gastaram em média 12 mil BTC por dia nos últimos 30 dias, totalizando mais de 370 mil BTC. Métricas líquidas, como o Net Position Change, subestimam isso em 2,5 vezes, mostrando apenas 144 mil BTC de distribuição neta. Isso ocorre porque novos coins maturam de detentores de curto prazo para LTHs, mascarando o volume real de saídas.

O risco aqui é significativo: baleias de longa data, historicamente mais resilientes, estão despejando volumes que limpam ordens de compra no caminho. Em mercados voláteis, isso pode amplificar quedas, como visto em eventos passados de pânico onde holders experientes capitalizaram em topos para proteger ganhos acumulados.

Contexto Macro e Medo Extremo

O movimento coincide com volatilidade macro: após reunião do Fed, sem sinais de afrouxamento urgente, ativos de risco sofreram. Ouro e prata caíram duplas dígitos, equities como Microsoft perderam bilhões, e cripto registrou US$ 960 milhões em liquidações só em BTC. O Fear & Greed Index marca 16, nível de ‘medo extremo’.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 437.597,73 (+1,77% em 24h). No Brasil, isso equivale a uma desvalorização relevante em reais, considerando o dólar firme. Atenção para a próxima reunião da Casa Branca com executivos cripto, que pode trazer volatilidade adicional.

O Que Observar Agora

Para investidores, é essencial monitorar o volume gasto por LTHs versus novas entradas, o Realized Profit/Loss Ratio (em 1,7, sinal de frustração crescente) e suportes chave. Apesar do Rainbow Chart sugerir valor, o contraponto é o risco de mais pressão vendedora de holders experientes. Pergunta retórica: será que essa ‘promoção’ esconde uma armadilha para compradores precipitados? Priorize liquidez e evite alavancagem em cenários incertos — proteção vem primeiro.


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Executivos cartoon escavando tesouro Bitcoin sob gelo rachado do bear market, simbolizando visão institucional otimista apesar da queda

Contradição de Mercado: Institucionais Veem Bitcoin Barato Apesar da Queda

Uma pesquisa da Coinbase Institutional e Glassnode revela uma contradição no mercado cripto: 26% dos investidores institucionais classificam o setor em fase de baixa, mas 70% deles veem o Bitcoin como subvalorizado e mantêm ou aumentam posições. Realizado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 com 148 participantes, o estudo destaca resiliência institucional apesar da volatilidade recente, contrastando com o FUD midiático. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 463.718 com variação de -0,36% em 24 horas.


Sentimento Bearish Crescente, Mas Controlado

O levantamento mostra que 26% dos institucionais e 21% dos não institucionais agora veem o mercado em bear market, um salto em relação aos 2% e 7% da pesquisa anterior. Esse aumento acompanha o Indicador de Ciclo Bull-Bear da CryptoQuant, abaixo de zero desde outubro de 2025, e comentários de analistas como Julio Moreno, que aponta desaquecimento da demanda como fator chave.

Os dados refletem a volatilidade de curto prazo, com o Bitcoin corrigindo após picos em 2025. No entanto, o percentual de baixa permanece minoritário, sugerindo que a percepção de baixa é tática, não estratégica. Instituições, com horizontes longos, priorizam fundamentos sobre oscilações diárias.

Maioria Mantém Posições e Vê Oportunidade

Apesar do pessimismo declarado, ações concretas divergem: 62% das instituições e 70% dos não institucionais mantiveram ou ampliaram exposições desde outubro. Ademais, 49% dos institucionais e 48% dos não institucionais não alterariam alocações mesmo com quedas acima de 10%. Cerca de 31% dos grandes investidores planejam comprar mais em recuos.

Essa convicção fundamenta-se na visão de subvalorização: 70% das instituições e 60% dos retail consideram o BTC barato. Indicadores como MVRV de 30 dias negativos para BTC e altcoins reforçam isso, sinalizando risco reduzido para entradas, conforme Santiment.

Perspectiva Construtiva para o Início de 2026

David Duong, da Coinbase, e analistas da Glassnode mantêm visão positiva para o Q1 2026. Fatores incluem inflação estável em 2,7%, PIB dos EUA projetado em 5,3% pelo Fed de Atlanta, e expectativa de 50 pontos-base em cortes de juros. Avanços regulatórios, como o CLARITY Act, podem ampliar adoção.

Riscos incluem inflação alta ou tensões geopolíticas, mas o cenário base favorece ativos de risco. O Crypto Fear & Greed em ‘medo’ sugere acumulação discreta antes de reversões históricas.

Medo ou Oportunidade para Investidores?

Os dados expõem discrepância entre narrativa de baixa de curto prazo e otimismo institucional de longo prazo. Enquanto o varejo pode reagir ao FUD, tubarões acumulam em correções, vendo subvalorização. Investidores devem monitorar macroeconomia e on-chain para posicionamento. Com BTC a ~US$ 87.850 (USD/BRL 5,29), o momento testa convicções.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar dourado do Bitcoin com base '92K' rachando sob cascata vermelha de liquidações, simbolizando queda e suportes quebrados

Bitcoin Cai Abaixo de US$ 92 Mil com Liquidações de US$ 870 Milhões

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 92 mil em uma queda repentina nesta segunda-feira (19), impulsionada por liquidações superiores a US$ 870 milhões em posições compradas no mercado de derivativos. O movimento ocorreu em meio a tensões comerciais entre EUA e UE, com tarifas anunciadas por Trump, levando a um risco-off generalizado. Segundo o CoinDesk, cerca de US$ 600 milhões em posições compradas foram varridos, enquanto altcoins como Solana e Dogecoin caíram ainda mais. Até onde vai essa sangria?


Volume Oceânico de Liquidações

A liquidação de US$ 680 milhões em posições compradas reflete o excesso de alavancagem acumulada após o rali recente para US$ 96 mil. Dados da CoinGlass indicam quase 250 mil traders afetados, com longs representando 90% do total. Plataformas como Binance viram picos de liquidações, ampliando a pressão vendedora durante a abertura asiática.

Esse fenômeno é típico de mercados sob tensão, onde o colapso de uma posição cascateia para outras. O open interest do Bitcoin caiu, sinalizando redução de exposição por traders institucionais e varejistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 500.026,52, com variação de -2,38% em 24 horas e volume de 185 BTC.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

Glassnode destaca que o avanço para US$ 96 mil foi mechanicamente impulsionado por fluxos de derivativos e liquidações de shorts, sem suporte robusto de demanda spot. A liquidez fina nos futuros deixa o preço vulnerável a reversões bruscas. CryptoQuant alerta que a demanda permanece fraca, com o BTC abaixo da média móvel de 365 dias em US$ 101 mil, atuando como barreira de regime.

Suportes chave foram rompidos: US$ 93 mil (diário) e agora testando US$ 92 mil. O próximo patamar crítico é US$ 90 mil, alinhado com acumulações de holders de longo prazo. Vendas de LTHs desaceleraram, mas fluxos spot em exchanges como Coinbase mostram estabilização tênue de compras.

Contexto Macro e Trade War

O gatilho foi o anúncio de Trump de tarifas de 10% em oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, ligado a disputas sobre Groenlândia. Mercados globais reagiram com risco-off: Nasdaq futuros -1,3%, ouro em ATH de US$ 4.600 (+1,7%). Altcoins sofreram mais, com Solana -6,7%, XRP -4% e Dogecoin -7%.

A UE convocou reunião de emergência, e Macron defende “trade bazooka” contra os EUA. Com spot markets americanos fechados por MLK Day, a volatilidade persiste. Ouro vs. Bitcoin ilustra rotação para ativos safe-haven tradicionais.

Próximos Suportes e Implicações

Os dados sugerem que sem demanda spot sustentada, o Bitcoin pode testar US$ 90 mil ou até US$ 85 mil em cenários de piora macro. No entanto, estabilização de fluxos em Binance e redução de vendas em Coinbase indicam possível piso. Traders devem monitorar baixa implied volatility em opções, com proteção downside em contratos longos.

Para investidores brasileiros, a cotação em reais reforça a correlação global, mas volume local moderado (185 BTC/24h) sugere resiliência relativa. Vale acompanhar ETF inflows nos EUA, que tiveram semana forte recente.


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Silhueta surreal de baleia digital absorvendo fluxo dourado de 110K BTC em oceano cibernetico, simbolizando acumulação massiva por grandes detentores

Baleias Acumulam 110 Mil BTC: Maior Compra Desde FTX

Grandes detentores de Bitcoin, conhecidos como cohort Fish-to-Shark (carteiras de 10 a 1.000 BTC), acumularam cerca de 110 mil BTC nos últimos 30 dias, o maior volume desde o colapso da FTX em 2022. Dados da Glassnode revelam uma ‘limpeza de estoque’ das exchanges, com esses investidores transferindo ativos para carteiras de mãos fortes em meio à consolidação de preços.


Detalhes da Acumulação Fish-to-Shark

O cohort Fish-to-Shark, que inclui indivíduos de alto patrimônio, mesas de negociação e entidades institucionais menores, elevou sua posse total para quase 6,6 milhões de BTC. Esse aumento de aproximadamente 200 mil BTC em dois meses demonstra apetite voraz por Bitcoin mesmo com o ativo preso em um range estreito, entre US$ 80.000 e US$ 95.000.

Segundo os dados da Glassnode, essa é a maior taxa de acumulação mensal desde novembro de 2022, quando o preço despencou para US$ 15.000 após a falência da FTX. A estratégia sugere visão de longo prazo, com essas carteiras raramente vendendo em momentos de baixa.

Movimentos dos Pequenos Detentores

Não são apenas as baleias: os Shrimps, investidores de varejo com menos de 1 BTC, acumularam mais de 13 mil BTC nas últimas semanas, o maior ganho desde novembro de 2023. Seus saldos coletivos agora somam cerca de 1,4 milhão de BTC, indicando demanda ampla pelo ativo.

Esse comportamento reativo dos pequenos holders, sensível à volatilidade, reforça a ideia de que o mercado identifica valor profundo no Bitcoin atual. Segundo o CoinDesk, tanto grandes quanto pequenos investidores estão adicionando exposição, possivelmente sinalizando o fim de uma fase corretiva.

Contexto de Mercado e Cotação Atual

O Bitcoin negocia em torno de US$ 95.400 globalmente, 25% abaixo do ATH de outubro, mas 15% acima da mínima de novembro em US$ 80.000. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 514.232, com variação de +0,4% nas últimas 24 horas e volume de 83,71 BTC.

A comparação com o pós-FTX é relevante: naquela época, a acumulação similar precedeu uma recuperação prolongada. Hoje, com ETFs e adoção corporativa mais maduros, esse fluxo pode indicar ignição para um novo rali.

Implicações para Investidores

Essa acumulação representa um teste de confiança no Bitcoin como reserva de valor. As mãos fortes limpando o estoque das exchanges reduzem a oferta disponível, o que historicamente pressiona preços para cima em ciclos de alta. Investidores de varejo podem monitorar o suprimento em exchanges e o mNAV para confirmar tendências.

Os dados sugerem que, apesar da consolidação atual, o apetite por BTC permanece robusto. Vale acompanhar os próximos relatórios da Glassnode para validar se essa tendência persiste.


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Balança desequilibrada com executivo cartoon empilhando três blocos BTC contra minerador exausto com um pequeno, simbolizando empresas comprando 3x mais que mineradores

Empresas Compram 3x Mais BTC do que Mineradores: Escassez On-Chain

Enquanto você hesita, as empresas estão limpando o estoque de Bitcoin dos mineradores. Dados on-chain da Glassnode mostram que tesourarias corporativas acumularam cerca de 260 mil BTC nos últimos seis meses, três vezes mais do que os 82 mil BTC produzidos pela mineração. Isso representa um aumento de US$ 25 bilhões em balanços empresariais, sinalizando um choque de oferta real que pode sustentar preços acima de US$ 94 mil — ou R$ 508 mil no Brasil.


Crescimento Rápido das Tesourarias Corporativas

As holdings de Bitcoin em tesourarias públicas e privadas saltaram de 854 mil para 1,11 milhão de BTC no período analisado. Esse ritmo equivale a cerca de 43 mil BTC por mês, demonstrando confiança crescente das empresas no BTC como reserva de valor estratégica. A expansão adicionou aproximadamente US$ 25 bilhões aos balanços corporativos, em um contexto de volatilidade macroeconômica favorável a ativos de risco como o Bitcoin.

A MicroStrategy lidera com 687 mil BTC, representando 60% do total corporativo — valorado em US$ 65 bilhões. A empresa retomou compras em janeiro, adquirindo 13.627 BTC entre os dias 5 e 11, sua maior operação desde julho. Outros players como MARA Holdings, com 53 mil BTC, reforçam essa tendência de acumulação por mineradoras e firmas tradicionais.

Produção Mineradora Não Accompanha a Demanda

Mineradores produziram em média 450 BTC por dia, totalizando 82 mil no semestre — menos de um terço das aquisições corporativas. Essa disparidade cria um desequilíbrio de oferta, onde a demanda institucional absorve todo o fluxo novo e mais. Com mineradores optando por hodlar porções de sua produção, a liquidez disponível no mercado diminui, potencializando pressões altistas no preço.

No Brasil, onde o BTC negocia a R$ 508.606 segundo o Cointrader Monitor (alta de 2,84% em 24h), esse fenômeno on-chain ganha relevância para investidores locais atentos a ciclos de adoção.

ETFs Amplificam o Efeito Institucional

Spot Bitcoin ETFs nos EUA registraram inflows de US$ 22 bilhões em 2025, com BlackRock liderando. Esse apetite remove ainda mais BTC da circulação, complementando as tesourarias corporativas. Analistas como Matt Hougan, da Bitwise, preveem que, se persistir, a demanda de ETFs esgotará vendedores existentes, impulsionando o preço de forma parabólica.

Início de 2026 mostra inflows líquidos de US$ 500 milhões, apesar de outflows iniciais. Combinado às compras corporativas, isso reforça a narrativa de escassez estrutural, beneficiando holders de longo prazo.

Implicações para Investidores e o Ciclo Bullish

Esse ‘despertar das baleias corporativas’ não é teoria: é realidade mensurável on-chain. Para brasileiros, significa monitorar tesourarias como MicroStrategy e ETFs globais, que sustentam o BTC em faixas elevadas. Com volume 24h robusto nas exchanges locais, o momento favorece estratégias de acumulação gradual.

Os dados sugerem que o suporte de preço em US$ 90-94 mil é sólido, com potencial para novas máximas se o ritmo institucional continuar. Vale acompanhar atualizações da Glassnode para ajustes táticos.


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