Agentes federais cartoon investigando cofre digital vazio com brecha vermelha, expondo roubo de US$ 40 mi em cripto do governo EUA

Roubo de US$ 40 milhões em Cripto do Governo Trump Sob Investigação

O US Marshals Service confirmou estar investigando o suposto roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O caso envolve John Daghita, filho do presidente da contratada federal CMDSS, que teria usado acesso interno para desviar fundos de wallets estatais. Este escândalo destaca falhas graves na custódia centralizada, mesmo sob proteção federal, abalando a confiança nas reservas de Bitcoin do governo Trump. A investigação segue em curso.


Detalhes do Furto Alegado

O investigador on-chain ZachXBT expôs o esquema ao ligar wallets controladas por John “Lick” Daghita a ativos confiscados pelo USMS. Um wallet continha 12.540 ETH, avaliados em cerca de US$ 36 milhões, além de outros fundos totais estimados em US$ 90 milhões desviados entre 2024 e 2025. Daghita chegou a enviar 0,6767 ETH (US$ 1,9 mil) roubados diretamente ao investigador, que prometeu devolvê-los às autoridades.

A CMDSS, contratada em outubro de 2024 para gerenciar cripto não suportada por exchanges e casos complexos, incluindo fundos do hack Bitfinex de 2016, é o elo fraco. Apesar do retorno parcial de US$ 20 milhões em outubro de 2024, cerca de US$ 700 mil foram perdidos via exchanges instantâneas.

Falha de Segurança no US Marshals Service

A audácia do suspeito é chocante: em uma chamada de vídeo privada, Daghita demonstrou controle em tempo real sobre wallets com milhões em cripto, flexando US$ 23 milhões. Isso ocorreu debaixo do nariz do USMS, responsável pela custódia de bens apreendidos. Autoridades confirmaram a investigação, mas negam detalhes, citando sigilo investigativo.

Patrick Witt, do White House Crypto Council, sinalizou ação imediata. A brecha levanta dúvidas sobre protocolos internos da CMDSS e possível conivência familiar, expondo vulnerabilidades em acessos privilegiados mesmo em contratos federais rigorosos.

Impacto nas Reservas do Governo Trump

O governo dos EUA detém entre 198 mil e 328 mil BTC, valendo até US$ 30 bilhões, segundo bitcointreasuries.net. Este incidente questiona a segurança da Reserva Estratégica de Bitcoin prometida por Trump, especialmente após polêmicas com vendas de ativos do caso Samourai Wallet.

Investidores e reguladores agora demandam transparência on-chain para rastrear movimentos estatais, reforçando ceticismo sobre custódia governamental em meio a um estoque bilionário de cripto apreendida.

Riscos da Custódia Centralizada

Este caso é um alerta vermelho: nem a custódia mais rigorosa do mundo é infalível. Acesso insider, como o de Daghita, pode drenar fortunas em segundos, destacando perigos de terceiros centralizados — mesmo federais. Para brasileiros, a lição é clara: autocustódia via hardware wallets minimiza esses riscos sistêmicos.

Vale monitorar atualizações da investigação, que pode revelar mais brechas e impactar políticas de reserva nacional de cripto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investigador cartoon expondo hacker sombrio com lupa, revelando conexões navais e pilha de 40M, simbolizando roubo de cripto exposto

Hacker de US$ 40 milhões Exposto por ZachXBT: Filho de Contratista da Marinha EUA

O investigador on-chain ZachXBT expôs John Daghita, também conhecido como Lick, como o hacker responsável por roubar mais de US$ 40 milhões em ativos cripto confiscados pelo governo dos EUA. Filho de um contratante da Marinha americana, Daghita usou acesso privilegiado via empresa familiar CMDSS para desviar fundos, incluindo US$ 24,9 milhões recuperados do hack da Bitfinex. Sua queda veio da vaidade: um ‘concurso de ostentação’ em chat privado selou seu destino na blockchain imutável. Este caso reforça que, no mundo cripto, exibir roubos é o atalho mais curto para a captura.


O Esquema de Roubo aos Ativos Governamentais

John Daghita explorou uma brecha interna crítica. Seu pai é dono da CMDSS, empresa com contrato ativo em Virgínia para gerenciar ativos cripto confiscados pela US Marshals Service. A companhia auxilia na custódia e disposição de criptomoedas obtidas em operações de enforcement. Provavelmente com credenciais paternas, John acessou carteiras governamentais em 2024, iniciando uma série de desvios.

A maior operação ocorreu em março de 2024: US$ 24,9 milhões retirados de fundos sequestrados do histórico hack da Bitfinex. No total, os endereços ligados a ele somam mais de US$ 90 milhões em cripto roubada, incluindo vítimas não governamentais. Este roubo expõe falhas graves em protocolos de custódia de terceiros, onde confiança humana supera salvaguardas técnicas.

A Ostentação Fatal em Grupo de Hackers

A identidade de Daghita veio à tona por pura imprudência. Recentemente, em um chat com o hacker Dritan Kapplani Jr., ele iniciou um duelo de luxo. Compartilhou sua wallet Exodus, transferiu fundos ao vivo e gravou vídeos provando sua fortuna ilícita. Esses clipes circularam, e os endereços exibidos casaram perfeitamente com os usados nos roubos governamentais.

ZachXBT, mestre em rastreamento blockchain, conectou os pontos: padrões de transação idênticos aos desvios de 2024. A vaidade, comum entre criminosos novatos, ignora o princípio básico de opsec (segurança operacional). Na blockchain pública, cada movimento é eterno, aguardando apenas a análise forense.

Reação Imediata e Conexão com Casos Anteriores

Após a denúncia de ZachXBT em 26 de janeiro de 2026, a CMDSS suspendeu suas contas no X (antigo Twitter), site e LinkedIn. Isso confirma a veracidade das ligações familiares e pressiona autoridades federais a agir. Este é o fato novo em relação à cobertura anterior do blog sobre ‘John’/’Lick’ em 24/01: a revelação da identidade e raízes governamentais.

O caso ecoa outros escândalos, como o de Jimmy Zhong, pego por falhas semelhantes. Destaca vulnerabilidades em custódia centralizada, mesmo por entidades governamentais, e o poder de investigadores independentes como ZachXBT em expor crimes on-chain.

Lições para Segurança e Investidores Cripto

Este incidente sublinha riscos sistêmicos: custodiantes terceirizados introduzem vetores humanos falíveis, como acesso familiar indevido. Para governos e exchanges, urge multi-sig, auditorias rigorosas e zero-trust. Para usuários, reforça: evite ostentação on-chain e priorize privacidade.

Enquanto autoridades investigam, o episódio alerta o ecossistema: a blockchain pune a arrogância. Monitore desenvolvimentos, pois punições podem impactar confiança em custódia regulada.


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