Personagens cartoon Robinhood injetando ouro em tubulações Talos e Copper mirando IPO, simbolizando maturidade da infraestrutura cripto

Robinhood Injeta US$ 45 Milhões em Talos; Copper Mira IPO Bilionário

Wall Street consolida sua aposta na infraestrutura de trading cripto, com a Robinhood injetando US$ 45 milhões na Talos, avaliada em US$ 1,5 bilhão. Em paralelo, a firma de custódia Copper avança em conversas iniciais para IPO, seguindo o rival BitGo. Esses movimentos sinalizam um ‘encanamento’ financeiro cada vez mais sólido para ativos digitais, independentemente das oscilações de preço.


Robinhood Expande Estratégia com Talos

A Robinhood Markets participou de uma extensão da rodada Series B da Talos, elevando o total captado para US$ 150 milhões. Fundada em Nova York, a Talos oferece infraestrutura institucional de trading para criptoativos, agregando liquidez de exchanges, desks OTC e prime brokers. Seus clientes incluem centenas de instituições em 35 países, gerenciando coletivamente US$ 21 trilhões em ativos sob gestão (AUM).

Novos investidores estratégicos como Sony Innovation Fund, IMC, QCP e Karatage se juntaram a investidores como a16z crypto, BNY e Fidelity. “A flexibilidade da Talos permite aprofundar nossa liquidez e entregar features avançadas aos clientes da Robinhood Crypto”, afirmou Johann Kerbrat, SVP de Cripto da Robinhood. A empresa tem investido em blockchain própria no Arbitrum, ações tokenizadas na Europa e novos produtos como staking e futuros perpétuos, evidenciando um viés de alta na integração cripto-tradicional.

A Talos acelera via M&A, como a aquisição da Coin Metrics por mais de US$ 100 milhões, adicionando analytics onchain e dados de mercado.

Copper em Rota para Abertura de Capital

A Copper, sediada em Londres, está em conversas preliminares com bancos como Goldman Sachs, Citi e Deutsche Bank para um possível IPO. A decisão depende de metas de receita de curto prazo, mas o momento é propício após o IPO do BitGo, que debutou com valuation de US$ 2 bilhões na NYSE (preço inicial US$ 18, agora ~US$ 12,50).

A Copper fornece custódia baseada em MPC (multi-party computation), settlement e serviços de prime brokerage, reduzindo riscos de contraparte para bancos e traders. Recentemente, nomeou executivos como Amar Kuchinad (CEO global) e Tammy Weinrib (CCO Américas), fortalecendo compliance e expansão nos EUA.

Esses passos refletem a maturidade do setor: em 2025, 11 IPOs cripto levantaram US$ 14,6 bilhões, com foco em infraestrutura resiliente e receitas recorrentes.

Infraestrutura Cripto: O Novo Pilar de Wall Street

Apesar da volatilidade recente no Bitcoin e altcoins, o ‘plumbing’ cripto atrai capital bilionário. Diferente de 2025, dominado por tesourarias de ativos digitais, 2026 prioriza infraestrutura com compliance robusto e estabilidade operacional. Robinhood e Copper exemplificam como gigantes tradicionais veem cripto como trilhos digitais para finanças convencionais.

Para investidores brasileiros, isso significa maior liquidez e segurança institucional, pavimentando adoção em massa. Vale monitorar: esses investimentos sinalizam um mercado cripto mais maduro e menos volátil a longo prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem startup cripto cartoon rejeitando mão gigante corporativa e mirando monolito 1.5B, simbolizando independência da Zero Hash

Zero Hash Recusa Mastercard e Mira US$ 1,5 Bilhão em Valuation

A Zero Hash, provedora líder de infraestrutura blockchain, recusou uma oferta de aquisição pela Mastercard, avaliada em até US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,56 bilhões), e agora negocia levantar US$ 250 milhões (R$ 1,32 bilhão) a uma valuation de US$ 1,5 bilhão (R$ 7,92 bilhões). Essa decisão ousada sinaliza confiança no crescimento autônomo do setor cripto, inspirando investidores a apostarem no futuro independente da tecnologia.


Detalhes da Nova Rodada de Financiamento

A rodada em discussão representa um marco para a Zero Hash, que em outubro de 2025 captou US$ 104 milhões (R$ 549 milhões) liderados pela Interactive Brokers, alcançando status de unicórnio com valuation de US$ 1 bilhão (R$ 5,28 bilhões). Novos investidores como Morgan Stanley, Apollo e SoFi entraram na roda, demonstrando o apetite crescente por infraestrutura cripto escalável.

Fundada em 2017, a empresa oferece APIs e ferramentas embeddáveis que facilitam a integração de criptomoedas, stablecoins e tokenização para instituições financeiras e fintechs. Com essa captação, a Zero Hash planeja expandir globalmente, atendendo à demanda por soluções empresariais em um mercado que vê adoção massiva de ativos tokenizados.

Por Que Recusar a Mastercard?

A recusa à aquisição pela gigante de pagamentos tradicionais reflete uma visão estratégica: manter o controle e a agilidade no ecossistema cripto nativo. Apesar das conversas avançadas, reportadas pela Fortune em outubro, a Zero Hash optou pela independência, enquanto a Mastercard ainda avalia um investimento estratégico minoritário.

Essa escolha de viés de alta destaca a maturidade do setor. Em vez de ser absorvida pelo sistema financeiro legado, a empresa prefere captar de fundos especializados, acelerando inovações como liquidação onchain e suporte a stablecoins. Para o mercado brasileiro, isso significa mais opções robustas de infraestrutura acessíveis via parcerias locais.

Clientes e Impacto no Ecossistema Cripto

A Zero Hash já atende gigantes como Interactive Brokers, Stripe, fundo BUIDL da BlackRock, Franklin Templeton e DraftKings, impactando mais de 5 milhões de usuários em 190 países. Sua plataforma é crucial para a transição de instituições tradicionais para o blockchain, oferecendo conformidade regulatória e escalabilidade.

No contexto atual, com o Bitcoin a R$ 465.078 segundo o Cointrader Monitor (alta de 1,22% em 24h), o otimismo se reflete em movimentos como esse. A valorização rápida de unicórnio para potencial US$ 1,5 bilhão em meses reforça que infraestruturas cripto nativas estão prontas para liderar a próxima onda de adoção.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Essa jogada inspira confiança no crescimento sustentável do cripto. Brasileiros podem se beneficiar indiretamente via plataformas parceiras, com mais liquidez e inovação em stablecoins atrelados ao real. Vale monitorar o desfecho das negociações, que podem elevar ainda mais o valuation e atrair parcerias no Brasil, impulsionando o ecossistema local em 2026.


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Executivos cartoon de Mastercard e ZeroHash se conectando via cheque de investimento, com papéis caídos simbolizando aquisição fracassada e adoção institucional

Mastercard Não Desiste: Investimento na ZeroHash Após Fracasso de US$ 2 Bilhões

A Mastercard avalia investimento na ZeroHash após as negociações para aquisição da empresa de infraestrutura blockchain por US$ 2 bilhões terminarem sem acordo. A gigante de pagamentos sinaliza persistência no ecossistema cripto, optando por uma parceria comercial que mantém a independência da ZeroHash. Esse movimento reforça o apetite institucional por soluções on-chain, mesmo diante de obstáculos regulatórios e negociais, abrindo portas para um futuro tokenizado mais integrado ao sistema financeiro tradicional. (72 palavras)


Do Fracasso da Aquisição ao Plano B Estratégico

As discussões sobre a compra da ZeroHash foram reveladas em outubro de 2025, com valores estimados entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões, conforme reportado anteriormente. No entanto, a ZeroHash optou por não prosseguir com a aquisição, priorizando sua independência para continuar inovando. Um porta-voz da empresa confirmou interesse em uma parceria comercial com a Mastercard, estrutura que melhor atende seus clientes institucionais.

Essa resiliência demonstra maturidade no setor. A Mastercard, conhecida por iniciativas como o programa Engage para cartões cripto e parcerias com wallets como MetaMask, vê na ZeroHash uma peça chave para expandir sua presença em stablecoins e tokenização de ativos. O colapso do deal não freia o ímpeto; ao contrário, pavimenta um caminho mais flexível para colaboração.

Quem é a ZeroHash e Seu Valor no Ecossistema

Fundada em 2017 em Chicago, a ZeroHash oferece infraestrutura completa para trading de criptoativos, emissão de stablecoins e APIs de tokenização para instituições. Clientes como o mercado de predição Kalshi e a corretora Interactive Brokers utilizam seus serviços. Recentemente, a Interactive Brokers ativou funding de stablecoins em sua plataforma, powered by ZeroHash, facilitando depósitos diretos em USDC e similares.

Em setembro de 2025, a empresa captou US$ 104 milhões em rodada Série D, alcançando valuation de US$ 1 bilhão, liderada pela Interactive Brokers e com participação de Morgan Stanley, SoFi e Apollo. Esse endosso de players tradicionais valida sua posição como ponte entre finanças legadas e blockchain.

Implicações para Adoção Institucional

Esse interesse da Mastercard reflete uma tendência de alta: gigantes financeiras apostam em infraestrutura subjacente, não apenas em ativos especulativos. Com a tokenização de ativos reais (RWAs) ganhando tração, soluções como as da ZeroHash tornam-se essenciais para compliance, liquidez e escalabilidade. Investidores institucionais ganham com parcerias que integram cripto ao dia a dia sem rupturas.

O movimento ocorre em meio a avanços regulatórios nos EUA, com a SEC e CFTC delineando regras para stablecoins. A Mastercard, ao investir, posiciona-se para capturar valor em um mercado projetado para crescer exponencialmente, beneficiando ecossistemas como DeFi e pagamentos cross-border.

Próximos Passos e Oportunidades para o Mercado

Ainda em fase exploratória, o investimento pode incluir equity minoritário e integração tecnológica profunda. Para o leitor brasileiro, isso sinaliza confiança global em cripto, incentivando exposição a infraestrutura via ETFs ou plataformas locais. Vale monitorar anúncios oficiais, pois parcerias como essa aceleram a maturidade do setor, com retornos potenciais para early adopters.

Em resumo, a persistência da Mastercard ilustra que o caminho para adoção massiva é pavimentado por colaborações estratégicas, não apenas aquisições. O futuro tokenizado está mais próximo.


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