Encruzilhada surreal digital com caminhos de luz tênues em vermelho e dourado, simbolizando queda de volumes spot do Bitcoin e cautela em futuros

Bitcoin em Encruzilhada: Volumes Spot em Queda e Fim do Mito Jane Street

Os volumes spot de Bitcoin atingiram as mínimas de 2024 em fevereiro, com queda de cerca de 50% nas principais exchanges desde outubro. Apesar disso, o Coinbase Premium Index voltou a território positivo, indicando alívio na pressão de venda americana. Paralelamente, uma análise técnica desmente manipulações diárias às 10h pela Jane Street, atribuindo quedas a dinâmicas normais de abertura do mercado de ações. O BTC negocia a US$ 68.150, questionando se a calmaria reflete fundo ou desinteresse.


Volumes Spot em Contração Generalizada

Os dados mostram que fevereiro registra o menor volume spot de Bitcoin desde o início de 2024. Na Binance, o volume caiu de US$ 198 bilhões para US$ 75 bilhões mensais, enquanto Gate.io e Bybit registraram reduções de US$ 53 bilhões para US$ 25 bilhões e US$ 41 bilhões para US$ 20 bilhões, respectivamente. Essa contração segue o choque de 10 de outubro de 2025, com liquidações de US$ 8 bilhões em posições alavancadas, impactando a liquidez geral.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.454,69 às 06:30 de 27/02/2026, com variação de -0,02% em 24h e volume de 201 BTC. Fonte: Cointrader Monitor. Essa baixa participação spot sugere postura defensiva dos investidores, priorizando preservação de capital em meio a incertezas macroeconômicas.

Cautela nos Mercados de Derivados

Enquanto o preço busca US$ 70.000, os mercados de futuros e opções exibem cautela. O prêmio anualizado de futuros está em 2%, abaixo do neutro de 5%, refletindo baixa convicção altista desde 31 de janeiro. No Deribit, o skew de opções de 30 dias favorece puts em 14% premium sobre calls, indicando medo dominante apesar da recuperação de níveis de pânico de 28%.

Entradas líquidas de US$ 764 milhões em ETFs de Bitcoin nos últimos dois dias contrabalançam saídas prévias de US$ 1,2 bilhão, mas não restauram apetite por alavancagem. Fatores como risco quântico e tarifas Trump contribuem para o risco-aversão.

Desmentido Técnico da Teoria Jane Street

A teoria de dumps diários às 10h ET pela Jane Street é refutada por backtests. Analista Alex Krüger verificou retornos acumulados positivos nesse intervalo desde janeiro. Julio Moreno, da CryptoQuant, explica como estratégias delta-neutras (compra spot, venda futuros) são comuns para capturar spreads, não manipulação.

Quedas coincidem com abertura do Nasdaq, onde BTC correlaciona fortemente. Holdings em IBIT e miners são típicos, sem evidência de controle de preços em mercado global 24/7.

Níveis Chave Pré-Rompimento de US$ 70.000

Pré-rompimento acima de US$ 70.000, observe suporte em US$ 65.000 (inflows de ETFs) e resistência em US$ 75.000 (abandonada em janeiro de 2026). EMA de 200 semanas em gráfico semanal é pivotal. Recuperação de volumes spot acima de US$ 100 bilhões mensais sinalizaria demanda duradoura. Dólar a R$ 5,14 reforça a conversão: US$ 68.000 ≈ R$ 349.000.


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Titereiro cartoon manipulador com cordas cortadas por justiça, libertando Bitcoin ascendente com +10%, fim de pressão no mercado

Fim da Manipulação? Bitcoin Dispara Após Processo Contra Jane Street

O processo judicial contra a Jane Street por insider trading durante o colapso do Terra em 2022 expõe os bastidores sujos da manipulação institucional no mercado cripto. Acusada de usar informações privilegiadas para retirar 85 milhões de UST minutos antes do pânico, a gigante de trading quantitativo vê o Bitcoin reagir com uma alta de 10%, coincidindo com o fim do famoso ‘dump das 10h‘ (horário de Nova York). Mas será essa valorização orgânica ou mera ausência do manipulador? A história mostra que euforias assim precedem correções dolorosas.


Acusações de Insider Trading no Colapso Terra

A ação da Jane Street veio do administrador de falência da Terraform Labs, em corte federal de Nova York. Em maio de 2022, a firma teria recebido tips internos via ex-intern Bryce Pratt, permitindo uma retirada rápida de 85 milhões de UST do pool Curve, logo após a Terraform sacar 150 milhões sem aviso. Isso acelerou o desancoramento do UST, colapso do ecossistema Terra e perdas bilionárias para investidores.

Jane Street negou veementemente, chamando a ação de ‘tentativa de extorsão’. Mas o timing é suspeito: a firma já enfrenta acusações na Índia por manipulação e escrutínio chinês em ETFs. No cripto, detém posições em mineradoras como Bitfarms e Cipher Mining, além de ser provedora de liquidez para Coinbase. O mercado ignora esses laços, mas ciclos passados — como 2018 e 2022 — mostram que instituições assim amplificam quedas.

Fim do ‘Dump das 10h’ e Alta do Bitcoin

Desde o processo em 24 de fevereiro, o padrão de quedas diárias às 10h ET no Bitcoin evaporou. O BTC saltou 10%, adicionando US$ 120 bilhões à capitalização, com o mercado cripto total subindo US$ 200 bilhões. Analista da Bloomberg nota alívio, mas questiona sustentabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 350.228,72 (+4,01% em 24h), alinhado à cotação global de cerca de US$ 68.300 (dólar a R$ 5,13). ETFs de BTC sofrem com AP como Jane Street, que usam derivativos para hedge sem comprar spot imediato, criando desvios. Cuidado: remover um player não elimina o risco sistêmico; a exuberância atual ecoa topos de ciclo anteriores.

Contexto: Força do USDC e Riscos Estruturais

Enquanto isso, os resultados da Circle no Q4 2025 brilham: receita de US$ 7,7 bilhões (+77%), USDC com US$ 753 bilhões em circulação (+72%) e transações de US$ 11,9 trilhões (+247%), impulsionando ações +35%. Mas prejuízo anual de US$ 70 milhões por custos de IPO mascara dependência de juros altos em treasuries.

Com Fed possivelmente cortando rates, Circle estima perda de US$ 700-800 milhões anuais por 1% de queda — quase um quarto de receita. Transição para pagamentos via Arc é promissora, mas USDT ainda domina. O mercado celebra stablecoins, ignorando que liquidez fiat-cripto é frágil em bears.

Implicações: Euforia ou Ilusão Temporária?

A alta do BTC pós-processo revela fragilidade: sem o ‘dump das 10h’, preços sobem, mas isso prova manipulação recorrente, não força fundamental. História — dot-com, 2008, cripto 2022 — ensina que ausências de vendedores geram bolhas. Jane Street expõe como quants moldam microestrutura via ETFs e DeFi.

Investidores devem monitorar: retorno de padrões manipuladores, juros globais e dominância USDT/USDC. Sobreviver ao ciclo exige ceticismo, não FOMO. O quadro macro, com dólar forte, sugere cautela ante essa ‘vitória’ aparente.


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Cúpula cyan sob pressão vermelha massiva com '10.5B' integrado, simbolizando vencimento de opções de Bitcoin e riscos de volatilidade

Pressão de US$ 10,5 Bilhões: O Guia do Vencimento do Bitcoin e Riscos de Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 26/02/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta uma quinta-feira de intensa pressão vendedora em meio a um cenário de tensão institucional. O Bitcoin opera sob a sombra de uma expiração massiva de opções na Deribit, totalizando US$ 10,5 bilhões, com indicadores apontando para um domínio absoluto dos ursos. Paralelamente, acusações de manipulação contra a Jane Street, uma das principais formadoras de mercado de ETFs, adicionam uma camada de incerteza regulatória sistêmica. Embora os fluxos institucionais via ETFs apresentem resiliência com entradas líquidas de US$ 507 milhões, o sentimento negativo é exacerbado por novos ataques de malware direcionados a investidores de varejo. O viés de baixa moderado prevalece, com o mercado monitorando a correlação com o setor de tecnologia na abertura dos mercados tradicionais.


🔥 Destaque: Expiração de US$ 10,5 Bilhões em Opções pressiona BTC

O mercado de derivativos está prestes a vivenciar um de seus momentos mais críticos deste trimestre. Na próxima sexta-feira, dia 28 de fevereiro, ocorre o vencimento de aproximadamente US$ 10,5 bilhões em opções de Bitcoin. Segundo dados da plataforma BlockTempo, o cenário é amplamente desfavorável para os compradores, os quais precisariam de uma valorização repentina de 9% para evitar perdas significativas.

A análise técnica do open interest na Deribit revela que, em todos os três cenários de preço mais prováveis (entre US$ 65 mil e US$ 74 mil), os vendedores mantêm a vantagem estrutural. Cerca de 88% das opções de compra (calls) acima de US$ 70 mil podem expirar sem valor, o que força market makers a realizarem ajustes de hedging que, por sua vez, acabam impulsionando o preço para baixo conforme o prazo final se aproxima.

Este movimento coincide com uma forte correlação de 90% entre o Bitcoin e o índice Nasdaq. Com a divulgação dos lucros da Nvidia prevista para esta quinta-feira, qualquer sinal de fraqueza nas ações de tecnologia pode servir de catalisador para uma liquidação em cascata no setor cripto. O suporte psicológico nos US$ 65.000 é agora o ponto de observação mais importante para evitar uma correção mais profunda.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 350.021,50 no mercado brasileiro, registrando uma valorização de 3,92% nas últimas 24 horas, apesar da pressão externa nos mercados globais.


📈 Panorama do Mercado

O ecossistema cripto atravessa uma fase de maturação dolorosa, onde a adoção institucional avança, mas as vulnerabilidades estruturais são expostas. As acusações contra a Jane Street — que envolvem desde o colapso da Terra até manipulações diárias no preço do Bitcoin — abalam a confiança na pureza dos fluxos de ETFs. A cessação súbita de quedas programadas às 10h (horário de Nova York) logo após a divulgação de processos judiciais sugere que algoritmos predatórios podem estar sendo pausados.

Enquanto o Bitcoin busca equilíbrio, o Ethereum mantém um tom neutro após a confirmação de que Vitalik Buterin concluiu a venda de 16.420 ETH. De acordo com cotações da AwesomeAPI, o ETH está sendo negociado na faixa de R$ 10.591. A estratégia de “constrangimento suave” da Fundação Ethereum visa reequilibrar fundos para pesquisa e segurança, sinalizando um foco em fundamentos de longo prazo em detrimento da acumulação especulativa.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão de baixa no vencimento: A expiração de US$ 10,5 bilhões em opções pode gerar volatilidade descendente agressiva até sexta-feira, com risco de liquidações forçadas.
  • Escrutínio em ETFs: As acusações contra a Jane Street podem levar a investigações regulatórias da SEC sobre a integridade dos maiores emissores de ETFs, como o IBIT.
  • Ataques de Malware: A nova campanha de phishing via anúncios no Facebook sequestra frases-semente sob o pretexto de atualizações do Windows 11, colocando em risco investidores de varejo.
  • Correlação Macro: A dependência do setor de tecnologia e a expectativa pelos dados da Nvidia tornam o Bitcoin vulnerável a choques externos no mercado tradicional.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Limpeza pós-expiração: Historicamente, após a limpeza das posições de derivativos, o mercado remove a pressão de venda artificial, abrindo espaço para rebotes consistentes em março.
  • Adoção institucional resiliente: Apesar do ruído negativo, a marca de US$ 507 milhões em entradas líquidas nos ETFs mostra que o capital institucional continua absorvendo a oferta.
  • Acumulação em Ethereum: A transparência on-chain da Fundação Ethereum oferece pontos de entrada atrativos para investidores que focam no desenvolvimento de rede e smart contracts.

📰 Principais Notícias do Período

1. Expiração US$ 10,5bi opções BTC: ursos vencem sem alta de 9%
O maior vencimento mensal de opções do ano favorece o lado vendedor em todos os modelos preditivos. O mercado aguarda volatilidade intensa nas próximas 48 horas.

2. Jane Street acusada de manipular Terra, Índia e BTC ETFs
A gigante Jane Street enfrenta processos por insider trading e manipulação de preços sistêmica, afetando a percepção de integridade dos produtos de Bitcoin à vista.

3. ETFs Bitcoin com US$ 507 mi inflows em 25/02, todos positivos
Pela primeira vez em semanas, todos os 12 ETFs de Bitcoin registraram entradas positivas, com destaque para o IBIT da BlackRock e a reversão de saídas no GBTC.

4. Vitalik vende 16,4k ETH acima do plano; Fundação adota encolhimento rigoroso
O fundador do Ethereum concluiu a liquidação estratégica de fundos para doações e pesquisa e desenvolvimento. O mercado absorveu a venda sem distorções no preço.

5. Malware em anúncios FB rouba seeds com falsa atualização Windows 11
Uma nova campanha de segurança cibernética utiliza sites clonados e anúncios em redes sociais para drenar carteiras não-custodiais de usuários desatentos.


🔍 O Que Monitorar

  • Open Interest na Deribit: Observar se novos contratos de março indicam reversão para um viés otimista pós-limpeza.
  • Padrão das 10h ET: Verificar se a pressão vendedora na abertura de Nova York retornará após o susto legal da Jane Street.
  • Lucros da Nvidia: Resultados abaixo do esperado podem arrastar o Bitcoin para um teste de suporte abaixo de US$ 65 mil.
  • Volume de entradas de ETF: A continuidade das entradas positivas será vital para sustentar a tese de suporte institucional.

🔮 Perspectiva

O cenário para as próximas 24 a 48 horas permanece sob um viés de baixa moderado. A proximidade da expiração de bilhões de dólares em opções atua como um teto de vidro para valorizações expressivas, enquanto as incertezas regulatórias envolvendo market makers institucionais adicionam volatilidade. Contudo, é provável que vejamos uma oportunidade de acumulação caso o Bitcoin teste suportes inferiores e o rescaldo da expiração remova o peso dos derivativos. Investidores devem priorizar a segurança de suas custódias diante do aumento de casos de malware e monitorar de perto a resiliência dos fluxos de ETF como prova de força do mercado à vista.


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Investidor cartoon em pânico atingido por raios vermelhos, roxos e cinzas simbolizando saídas de ETFs, venda de Vitalik e ultimato Pentágono no mercado cripto

Queda Institucional e Medo Extremo: O Que Pressiona o Mercado Cripto Hoje

📊 BOLETIM CRIPTO | 24/02/2026 | NOITE

O mercado cripto encerra esta terça-feira sob intensa pressão, impulsionado por uma combinação de retração institucional e escalada de tensões regulatórias nos Estados Unidos. A saída líquida de US$ 245 milhões dos ETFs de Bitcoin e Ethereum, somada a um novo ultimato do Pentágono contra a Anthropic e litígios por insider trading envolvendo o colapso da Terra, empurrou o sentimento para o medo extremo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 331.418,01 no mercado brasileiro. Embora o lançamento do ETF da Sui na Nasdaq e o acordo bilionário entre Meta e AMD ofereçam pontos de otimismo em tecnologia e ativos emergentes, o viés de baixa moderado prevalece diante da fragilidade da liquidez nos ativos principais.


🔥 Destaque: Institucionais em Retirada com Outflows de US$ 245 Milhões

O fluxo de capital institucional, que serviu como pilar de sustentação durante o último ano, registrou uma retração acentuada neste período. Segundo dados da CryptoDaily, os ETFs spot de Bitcoin nos EUA sofreram saídas de US$ 203 milhões, enquanto os produtos baseados em Ethereum viram a retirada de US$ 49 milhões em uma única sessão.

Esta movimentação é um sinal claro de que grandes gestores estão migrando para uma postura defensiva de preservação de capital. O impacto é multiplicado pelo Índice de Medo e Ganância, que despencou para o nível 11 — zona de medo extremo não vista há meses. Sem o suporte de compra estável oferecido pelos ETFs, o mercado fica vulnerável a um loop de feedback negativo, onde a queda nos preços dispara liquidações forçadas de posições alavancadas.

A situação é agravada pelas vendas contínuas de Vitalik Buterin, que já liquidou mais de 10.700 ETH este mês para financiar projetos de código aberto. Embora o plano tenha sido anunciado com transparência, a execução em um mercado já deprimido amplifica o FUD (medo, incerteza e dúvida) entre investidores de varejo, dificultando a formação de um fundo de curto prazo para o preço do Ethereum.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por uma escalada repressiva dos órgãos reguladores e de defesa dos EUA. No âmbito judicial, a Jane Street foi processada no tribunal federal de Manhattan por suposto insider trading durante o colapso da Terra em 2022, o que reacende debates sobre o papel de grandes formadores de mercado em momentos de crise sistêmica. Em paralelo, o Pentágono deu 24 horas para a Anthropic remover restrições éticas de seu modelo de IA, Claude, sob ameaça de sanções militares.

Apesar do clima pesado, o setor de infraestrutura tecnológica apresenta sinais de resiliência. O acordo superior a US$ 100 bilhões entre Meta e AMD para suprimento de chips de IA valida a tese de crescimento contínuo de compute, beneficiando indiretamente protocolos cripto focados em inteligência artificial. Na Nasdaq, a estreia do ETF TSUI da 21shares marca a chegada de Sui ao mercado tradicional, sinalizando que investidores institucionais ainda buscam exposição a protocolos de Layer 1 com alta escalabilidade.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: A combinação de medo extremo e volume dobrado em derivativos aumenta o risco de liquidações em cascata. Caso o Bitcoin perca suportes críticos, o fechamento de posições compradas pode acelerar a desvalorização sistêmica.
  • Escrutínio Regulatório em DeFi: O processo contra a Jane Street na Bitcoinist estabelece um precedente perigoso para trading firms que operam em pools de liquidez como a Curve, podendo afastar market makers de protocolos descentralizados.
  • Pressão de Venda em ETH: Com o Ethereum negociado a níveis deprimidos, as vendas remanescentes da carteira de Vitalik Buterin e os outflows de ETFs criam uma barreira técnica difícil de romper para o spot.
  • Coerção Governamental: O ultimato do Departamento de Defesa à Anthropic indica um ambiente mais intervencionista em tecnologias emergentes, o que pode se estender para protocolos de privacidade e stablecoins no futuro imediato.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Oversold: Níveis de medo extremo (Índice 11) historicamente precedem reversões de média. Investidores de longo prazo encontram em Bitcoin e Ethereum zonas de capitulação que podem oferecer entradas atraentes.
  • Tokens de IA e Computação: O massivo investimento da Meta em hardware da AMD reforça a demanda global por processamento. Projetos de IA descentralizada como FET e RNDR podem se beneficiar da euforia institucional em semicondutores.
  • Efeito ETF na Sui: O novo veículo regulado na Nasdaq (TSUI) deve atrair um fluxo constante de capital nos próximos meses, posicionando a Sui como uma alternativa competitiva à Solana e ao Ethereum em pagamentos.
  • Setor de Compliance: O aumento de processos por insider trading eleva a demanda por ferramentas de monitoramento on-chain e auditoria de governança, criando um nicho lucrativo para provedores de dados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Outflows de US$ 245 mi em ETFs sinalizam retração institucional
Investidores institucionais reduziram drasticamente sua exposição via ETFs spot, com o Bitcoin registrando saída de US$ 203 milhões em um único dia. O índice de medo extremo sugere uma rotação defensiva agressiva no mercado.

2. Jane Street processada por insider trading no colapso Terra
Ação judicial alega que a gigante do trading usou informações privilegiadas para lucrar com o depeg da UST em 2022. O processo cita mensagens confidenciais e um trade de US$ 85 milhões que teria precipitado a quebra do ecossistema.

3. Vitalik vende 10.723 ETH em fevereiro por US$ 21,7M
O cofundador do Ethereum segue com seu plano de financiamento para projetos de código aberto. As vendas ocorrem enquanto o ETH acumula queda mensal de 37%, gerando debates acalorados na comunidade sobre o momento da liquidação.

4. Pentágono dá 24h à Anthropic por acesso total a Claude
O Departamento de Defesa dos EUA exige o fim das restrições éticas do modelo Claude para uso militar. O conflito abre espaço para concorrentes como a xAI, de Elon Musk, avançarem em contratos de defesa classificados.

5. SEC nomeia ex-lawyer Chainlink para Crypto Task Force
Taylor Lindman, com vasta experiência na Chainlink, agora lidera o braço consultivo de cripto na SEC sob Hester Peirce. A notícia ajudou o LINK a ensaiar uma recuperação parcial em meio à volatilidade.

6. ETF Spot SUI (TSUI) estreia na Nasdaq
A 21shares lançou o primeiro ETF direto de Sui nos EUA, permitindo que investidores tradicionais acessem a rede L1. O movimento reforça a Sui como concorrente de peso no setor de pagamentos digitais e smart contracts.

7. Meta-AMD: Acordo de US$ 100bi em chips IA
A Meta fechou um contrato de cinco anos para adquirir GPUs MI450 da AMD, em um movimento para reduzir sua dependência da Nvidia. A escala do investimento sinaliza que a corrida pela infraestrutura de IA está longe de arrefecer.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Diários de ETFs: A estabilização do mercado depende do retorno de flows neutros ou positivos nos ETFs de Bitcoin na Nasdaq e NYSE.
  • Deadline da Anthropic: A resposta da empresa ao Pentágono terá reflexos imediatos no sentimento de tokens do setor de inteligência artificial.
  • Suporte Técnico do ETH: Com o Ether cotado próximo a US$ 1.842, o suporte na região de US$ 1.800 é psicológico e técnico vital para evitar quedas maiores.
  • Vesting de Warrants da AMD: O impacto da diluicão acionária na AMD pode refletir no apetite por risco em ações de tecnologia e correlatos cripto.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a tendência é de continuidade da volatilidade defensiva. O viés de baixa moderado deve persistir enquanto os indicadores de fluxo institucional não mostrarem exaustão de vendas. O nível de medo extremo atual é um alerta de estresse sistêmico, mas também costuma atuar como um imã para compras de oportunidade por investidores que buscam ativos subvalorizados. No Brasil, o acompanhamento da cotação do Dólar (atualmente em R$ 5,15) será fundamental para o cálculo da paridade do Bitcoin nas exchanges domésticas. Recomenda-se cautela redobrada em operações alavancadas até que uma nova base de suporte seja estabelecida.


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Personagens cartoon em confronto: líder cripto acusa trader institucional de insider trading no colapso Terra-Luna, com balança regulatória

Jane Street Acusada de Insider Trading no Colapso Terra-Luna

Investigações revelam que o administrador da falência da Terraform Labs processa a Jane Street por alegado insider trading que acelerou o colapso de TerraUSD e Luna em 2022, evaporando US$ 40 bilhões em valor de mercado. Todd Snyder acusa a firma de quantitative trading de usar informações confidenciais para front-running em retiradas, lucrando às custas de credores. A Jane Street nega veementemente, chamando as acusações de ‘desesperadas e infundadas’. Isso levanta questões sobre ‘smart money’ explorando miséria alheia.


Detalhes do Processo Judicial

O que aconteceu em maio de 2022? A Terraform retirou silenciosamente 150 milhões de TerraUSD do pool Curve3pool, sem anúncio público. Minutos depois — apenas 10 minutos, evidências apontam —, uma carteira ligada à Jane Street sacou 85 milhões de UST do mesmo pool, sua maior swap única na época. Isso teria desencadeado pânico, perda do peg do stablecoin e crash da Luna para zero.

Fundada por Do Kwon — condenado a 15 anos de prisão por fraude —, a Terraform faliu em 2024. Snyder, administrador da massa falida, ingressou com uma ação judicial em Nova York contra a Jane Street, seu cofundador Robert Granieri e funcionários Bryce Pratt (ex-interno da Terraform) e Michael Huang. Eles alegam apropriação indevida de informações não públicas obtidas por canais não oficiais.

O Que é Insider Trading Aqui?

Insider trading ocorre quando se usa informações materiais não públicas (MNPI) para negociações com vantagem injusta. No cripto, sem regulação unificada, front-running — pular na frente de ordens grandes conhecidas previamente — é comum, mas ilegal se baseado em info privilegiada. Aqui, Pratt teria reconectado com ex-colegas, fornecendo dados sobre movimentos da Terraform. A firma teria desmontado exposições de centenas de milhões horas antes do colapso total, lucrando enquanto o ecossistema ruía.

Evidências on-chain mostram timings suspeitos. A Jane Street, potência em high-frequency trading, nega: ‘Perdas de Terra/Luna vieram de fraude bilionária da gestão da Terraform’, diz porta-voz, prometendo defesa vigorosa.

Implicações para Regulação e Investidores

Por que isso importa? Revela vulnerabilidades em DeFi: pools como Curve3pool são opacos, permitindo manipulações. Para regulação futura, casos assim pressionam por regras contra insider trading em cripto, similar à SEC nos EUA. CFTC e SEC já multaram plataformas; isso pode acelerar salvaguardas para ETFs e auditorias on-chain.

Red flags identificadas: Relações passadas (ex-internos), timings precisos, lucros em colapso. A Jane Street não explica como soube antes do público. Investidores devem monitorar wallets ligadas a ‘smart money’, usar ferramentas on-chain como Nansen e evitar pools de baixa liquidez.

Como se Proteger?

Para não cair em armadilhas semelhantes: Verifique históricos de insiders, diversifique stablecoins (USDT/USDC > algorítmicos), acompanhe grandes retiradas via Dune Analytics. Suspeitas de front-running? Relate a reguladores. Credores da Terraform buscam justiça; o mercado cripto precisa de transparência para amadurecer.


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Baleias cartoon carregando pilhas de BTC contra ondas turbulentas, simbolizando acumulação institucional por Abu Dhabi e bancos apesar da queda

Baleias Ignoram Queda: Abu Dhabi e Bancos Acumulam BTC

Os dados de Formulários 13F da SEC mostram que instituições como a Jane Street adicionaram US$ 276 milhões em ações do ETF IBIT da BlackRock no quarto trimestre de 2025, elevando sua posição em 54%. Paralelamente, o banco italiano Intesa Sanpaolo revelou US$ 100 milhões em ETFs de Bitcoin, enquanto fundos soberanos de Abu Dhabi acumularam mais de US$ 1 bilhão no IBIT. Esses movimentos ocorrem em meio a uma queda recente do Bitcoin, com preço atual a R$ 356.680,55 (Cointrader Monitor), sinalizando confiança institucional na oferta limitada.


Jane Street Expande Posição em ETF Bitcoin

Os dados mostram que a Jane Street, gigante quantitativa de trading, aumentou sua exposição ao Bitcoin via ETF IBIT em 54% no Q4 2025. A adição de US$ 276 milhões elevou o total para 20.315.780 ações, conforme relatório SEC. Essa acumulação reflete uma estratégia de smart money que prioriza fluxos de longo prazo sobre volatilidade de curto prazo. No período, o Bitcoin oscilou entre US$ 67.000 e US$ 68.000, mas o volume de negociação em exchanges brasileiras atingiu 194 BTC em 24h, com variação de +0,18%.

A robustez dos inflows em ETFs como IBIT, com AUM superior a US$ 51 bilhões, indica que grandes players continuam absorvendo oferta disponível, reduzindo a liquidez para o varejo.

Intesa Sanpaolo Entra no Mercado de ETFs BTC

O banco italiano Intesa Sanpaolo, um dos maiores da Europa, divulgou posições totais de cerca de US$ 96 milhões em ETFs spot de Bitcoin ao fim de 2025. A maior fatia, US$ 72,6 milhões, está no ARK 21Shares Bitcoin ETF, seguida por US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust. Adicionalmente, US$ 4,3 milhões em Bitwise Solana Staking ETF diversificam a alocação.

Esses dados do Form 13F destacam a integração de produtos cripto regulados em portfólios bancários tradicionais, com hedges via opções em MicroStrategy e ações em Coinbase e Circle. Os números sugerem uma alocação estratégica de 0,1-0,2% do AUM total do banco em ativos digitais.

Abu Dhabi Acelera Acumulação via IBIT

Dois fundos soberanos de Abu Dhabi, Mubadala Investment Company e Al Warda Investments, reportaram posições combinadas superiores a US$ 1 bilhão no IBIT. Mubadala detém 12,7 milhões de ações (US$ 631 milhões), com aumento de 46% QoQ, enquanto Al Warda possui 8,2 milhões (US$ 408 milhões). Esses investimentos reforçam o papel do Oriente Médio na adoção institucional de Bitcoin.

Segundo os relatórios SEC, tais posições posicionam os fundos entre os maiores holders institucionais do ETF líder, em um contexto de pressão vendedora no varejo.

Fluxos de ETF e Dinâmica de Mercado

Embora a Strategy tenha adicionado 2.486 BTC por US$ 168 milhões, elevando holdings para 717.131 BTC com perda não realizada de US$ 5,756 bilhões, o foco está nos novos entrantes. Fluxos on-chain de ETFs permanecem positivos, com IBIT capturando demanda institucional. O Bitcoin negocia próximo a US$ 67.710 em compras recentes, acima de suportes em US$ 65.000.

Os dados indicam que, enquanto o varejo monitora preços, baleias acumulam oferta, potencialmente comprimindo disponibilidade em exchanges. Vale observar níveis de resistência em US$ 70.000 e volumes de ETF nas próximas semanas.


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