Executivos cartoon de mineração apertando botões de venda de Bitcoin em funil descendente, sinalizando capitulação setorial com rigs ao fundo

Capitulação? MARA e Core Scientific Podem Vender US$ 3,7 Bilhões em Bitcoin

Gigantes da mineração como MARA Holdings e Core Scientific sinalizam o fim da era do HODL absoluto no Bitcoin. A MARA, segunda maior detentora corporativa com 53.822 BTC (cerca de US$ 3,7 bilhões), alterou sua política para permitir vendas do balanço patrimonial após prejuízo de US$ 1,7 bilhão no Q4 2025. Já a Core planeja liquidar "substantially all" de seus BTC para financiar transição para IA. O mercado ignora esses sinais de capitulação?


MARA Abandona HODL Total Após Prejuízos Bilionários

A MARA Holdings protocolou junto à SEC seu relatório 10-K revelando uma guinada estratégica. Pela primeira vez, a empresa autoriza a venda de Bitcoin mantido diretamente no caixa, rompendo com a doutrina de manutenção indefinida. Essa mudança ocorre após um trimestre catastrófico, com prejuízo de US$ 1,7 bilhão, impulsionado por desvalorizações de ativos digitais em meio à queda de quase 30% no preço do BTC no fim de 2025.

Com 53.822 BTC em carteira — avaliados em aproximadamente US$ 3,68 bilhões ao preço atual de US$ 68.409 —, a MARA representa uma pressão de oferta potencial massiva. Dos ativos, 72% permanecem em tesouraria de longo prazo, mas 28% já estão sob gestão ativa: 9.377 BTC emprestados gerando juros e 5.938 como garantia de crédito. A história mostra que, em ciclos de baixa, mineradoras enfrentam margens apertadas pela halving e energia cara, forçando liquidações.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 361.254,76 reflete volatilidade que agrava esses riscos. A MARA já vendeu 4.076 BTC em 2025 por US$ 413 milhões para financiar operações.

Core Scientific: Venda Total para Pivot em IA

A Core Scientific vai além, planejando monetizar "substantially all" de seus holdings de Bitcoin ainda em 2026, com foco no primeiro trimestre. Com menos de 1.000 BTC em caixa — após vender 1.900 por US$ 175 milhões em janeiro —, a empresa prioriza capex em data centers para IA e computação de alta performance (HPC).

Seu CEO, Adam Sullivan, anunciou a conversão da instalação em Pecos, Texas — com capacidade de 430 MW — de mineração para colocation. No Q4 2025, a receita de self-mining foi de US$ 41,1 milhões, superando colocation (US$ 31,3 milhões), mas o modelo mining encolhe. Lucro líquido de US$ 216 milhões no período contrasta com perda de US$ 291 milhões no ano anterior, mas receita total caiu para US$ 70 milhões.

Esse pivot reflete a realidade: custos de mineração pós-halving tornam o negócio insustentável sem preços acima de US$ 100 mil. Empresas como Cango e Bitfarms (agora Keel Infrastructure) seguem o mesmo caminho.

Implicações: Pressão de Oferta e Fim da Ilusão Mineradora

O mercado está ignorando o elefante na sala: mineradoras acumuladoras de BTC agora viram vendedoras potenciais. Juntas, MARA e Core podem injetar bilhões em oferta, exacerbando quedas em cenários de baixa liquidez global. Lembre-se de 2022, quando o mercado de baixa pós-ATH forçou capitulações em massa, com hashrate caindo 30% e preços do BTC testando US$ 15 mil.

A fuga para IA não é vitória, mas admissão de falha. Energia barata para mining vira ativo para hyperscale AI, mas dilui a tese de "escassez via HODL corporativo". Com dólar a R$ 5,28, investidores brasileiros sentem o impacto dobrado em reais. Cuidado com a exuberância: ciclos econômicos mostram que bolhas de mineração precedem correções profundas.

O Que Monitorar no Horizonte de Baixa

Vigie relatórios 8-K da MARA e fluxos on-chain para vendas reais. Na Core, acompanhe o ramp-up de colocation — sucesso pode validar o pivot, mas falha expõe riscos. MicroStrategy nega mudanças, mas pressão em suas ações (volatilidade 106%) sugere fragilidade. A história repete: sobrevivência exige proteção de capital, não apostas em narrativas eternas de alta.


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CEO cartoon de mineradora correndo para miragem de data centers IA no deserto, puxado por âncora de prejuízo 1.7B apesar alta 17%, questionando pivô

IA ou Miragem? MARA Sobe 17% Apesar de Prejuízo de US$ 1,7 Bi

A MARA Holdings disparou 17% em after-hours nesta quinta-feira após anunciar parceria com a Starwood para data centers de IA, mas registrou prejuízo colossal de US$ 1,7 bilhão no quarto trimestre de 2025. Enquanto isso, a CoreWeave afundou 9-12% apesar de receita forte no Q4, punida por guidance de Q1 aquém das expectativas. O mercado está ignorando os fundamentos ruins das mineradoras de Bitcoin em nome da euforia com IA?


O Rali da MARA e o Prejuízo Bilionário

A MARA celebrou uma joint venture com a Starwood Capital Group para converter seus data centers de mineração em instalações para cloud e IA, mirando mais de 1 gigawatt inicial de capacidade IT, com expansão para 2,5 GW. As ações saltaram para US$ 9,88 em negociações estendidas. No entanto, os resultados do Q4 revelam a fragilidade: receita de US$ 202,3 milhões, queda de 5,6% ante o ano anterior, e prejuízo líquido de US$ 1,7 bilhão — impulsionado por US$ 1,5 bilhão em ajustes de valor justo de ativos digitais.

O EPS GAAP foi de -US$ 4,52, muito abaixo das projeções. O CEO Fred Thiel insiste que o Bitcoin segue como “pilar central”, mas a história mostra que mineradoras sofrem com halvings e volatilidade. Pós-halving de 2025, margens comprimidas por energia cara e competição feroz forçam esse pivô desesperado para IA.

CoreWeave: Mercado Pune a Falta de Execução

A CoreWeave reportou receita de US$ 1,57 bilhão no Q4, alta de 110% YoY e acima das expectativas, mas o prejuízo por ação de US$ 0,89 superou o consenso de US$ 0,49. O golpe veio no guidance: Q1 2026 entre US$ 1,9-2,0 bilhões, contra US$ 2,29 bilhões esperados pela Wall Street — uma surpresa negativa de até US$ 290 milhões.

Capex explode para US$ 30-35 bilhões em 2026, contra US$ 10,3 bi em 2025, elevando dívida para cerca de US$ 30 bilhões com leases. Backlog de receita contratada subiu para US$ 66,8 bilhões, mas o mercado reagiu com venda, destacando riscos de cash burn em meio à demanda por GPUs Nvidia ainda apertada.

Pivô para IA: Maquiagem ou Sobrevivência?

Mineradoras como MARA e Bitfarms rebatizam para “infraestrutura de IA”, explorando acesso a energia barata. Mas cuidado: a história repete padrões de bolhas, como dot-com nos anos 2000, onde pivôs narrativos mascaram fundamentos fracos. Com Bitcoin oscilando e juros altos pressionando capex, esse viés de alta em IA pode ser exuberância irracional.

O mercado premia narrativas, mas pune execução. CoreWeave caiu apesar de crescimento; MARA subiu ignorando prejuízos. Investidores devem monitorar margens, dívida e se esses data centers geram fluxo real ou apenas euforia. Ciclos mostram: todo rali exagerado precede correção.

Implicações para o Setor de Mineração

Esse “pivô de desespero” reflete crise estrutural: halvings reduzem recompensas, energia encarece, BTC volátil. Empresas buscam diversificação, mas IA exige investimentos massivos em um setor em euforia. Com dívida crescente e capex voraz, o risco de insolvência cresce se a bolha de IA estourar — como em 2022 para cripto.

Vale monitorar macro: Fed, liquidez global e correlação com Nasdaq. Proteja capital; sobrevivência no bear é prioridade sobre ganhos rápidos.


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Magnata cartoon tokenizando arranha-céu em tokens distribuídos a investidores comuns, simbolizando democratização de RWA em imóveis por Grant Cardone

Grant Cardone Tokeniza US$ 5 Bilhões em Imóveis no Blockchain

O magnata imobiliário Grant Cardone anunciou planos para tokenizar US$ 5 bilhões (R$ 25 bilhões) em propriedades da Cardone Capital usando blockchain. Essa iniciativa, somada à parceria da MARA com Starwood para data centers de IA e aos US$ 2 bilhões em T-Bills tokenizados pela Ondo Finance, sinaliza que o blockchain está engolindo mercados tradicionais. O grande hook: democratização de acesso a portfólios premium para investidores comuns, com liquidez 24/7.


Grant Cardone Lidera Tokenização Imobiliária

A Cardone Capital, que gerencia multifamily e comerciais nos EUA, busca colateral e liquidez secundária via tokens. Anunciado em post no X nesta quinta (26/02), o plano posiciona a firma como líder em escala. Anteriormente, compraram 1.000 BTC e planejam mais, usando cash flow imobiliário.

Tokenização simplifica registros, trading e settlement. Deloitte projeta US$ 4 trilhões em imóveis tokenizados até 2035, crescendo 27% ao ano. Mas regulação irregular e baixa liquidez secundária são desafios. Outros como Trump Org e Starwood Capital seguem o caminho.

MARA Diversifica: De Mining para Infra de IA

A MARA Holdings une forças com Starwood Digital Ventures para converter sites de mineração em data centers AI. Inicial 1 GW de capacidade, expansível a 2,5 GW. Mineradoras têm terra, energia barata e grid prontos — ouro para AI.

CEO Fred Thiel mantém opção de 50% de ownership. Competidores como IREN e TeraWulf valorizaram mais por priorizar AI sobre mining puro. Com BTC em queda, shift faz sentido: monetiza ativos subutilizados em setor de alto crescimento.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 349.166,57 (-0,17% em 24h).

Ondo Finance e o Boom dos T-Bills Tokenizados

Ondo processou US$ 12 bilhões em volume, com US$ 2 bilhões em T-Bills tokenizados. Conecta liquidez NYSE/Nasdaq com slippage <5 bps. Expansão regulatória na Europa abre para 500 milhões de investidores.

Tokens viram collateral em DeFi, mantendo exposição sem vender. BlackRock, Goldman e JPM apoiam. Evolução: stablecoins → T-Bills → stocks/ETFs 24/7.

Fundamentos da Adoção RWA se Fortalecem

O mercado está construindo: RWA não é euforia, é tendência institucional. Cardone democratiza imóveis bilionários; MARA reaproveita infra para IA; Ondo traz Treasuries on-chain. Volatilidade curta não apaga visão longa: blockchain redefine economia real.

Investidores comuns acessam ativos antes exclusivos. Ciclos passados mostram: adoção vence ruído. Vale monitorar fluxos ETF e tesourarias BTC como indicadores.


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Personagens cartoon: robô Bitdeer ultrapassando MARA em pista hashrate e executivo Franklin enchendo cofre ETF com XRP, ilustrando consolidação institucional

Bitdeer Supera MARA e Franklin Templeton Acumula 118M XRP

Os dados mostram que a Bitdeer superou a MARA como maior mineradora de Bitcoin em automineração, alcançando 63,2 EH/s contra 60,4 EH/s da concorrente, conforme análise do JPMorgan. Paralelamente, os documentos da SEC revelaram que a Franklin Templeton detém mais de 118 milhões de XRP em seu ETF XRPZ, evidenciando acumulação institucional em altcoins. Esses movimentos reforçam a profissionalização do setor cripto, com foco em eficiência operacional e exposição regulada a ativos digitais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 347.711 (-2,22% em 24h).


Liderança da Bitdeer em Hashrate

A Bitdeer atingiu 63,2 EH/s em automineração, adicionando 8 EH/s em um único mês graças aos rigs proprietários SEALMINER. Em janeiro, a empresa minerou 668 BTC, um crescimento de 430% em relação ao ano anterior. Esses números posicionam a Bitdeer à frente da MARA, que registrou 60,4 EH/s em sua última divulgação. A estratégia de hardware in-house contrasta com a dependência de fornecedores externos como Bitmain, adotada historicamente pela MARA.

No final de janeiro, a Bitdeer detinha 1.530 BTC, equivalentes a cerca de US$ 104 milhões com o Bitcoin próximo a US$ 68.000. As ações BTDR caíram 5,95% na terça-feira, refletindo volatilidade setorial, enquanto analistas como Roth Capital e B. Riley mantêm recomendações de compra apesar de ajustes em targets de preço.

Expansão Além da Mineração

A Bitdeer não se limita à mineração de Bitcoin. A empresa avalia oportunidades em co-location para AI e HPC, incluindo data centers nos EUA e seu site Tydal na Noruega. O lançamento do SEALMINER-DL1 está previsto para o primeiro trimestre de 2026, após testes bem-sucedidos em Litecoin e Dogecoin. Essa diversificação responde à mudança estratégica da MARA, que prioriza workloads de AI e não divulga mais produção total de Bitcoin.

Os dados indicam que o hashrate self-mining da Bitdeer reflete eficiência operacional superior, com JPMorgan destacando o ritmo “impressionante” de expansão. Investidores devem monitorar o impacto de halvings e custos energéticos nesses indicadores fundamentais.

Holdings da Franklin Templeton em XRP

No âmbito das altcoins, o ETF XRPZ da Franklin Templeton reportou 118.387.154 XRP em 31 de dezembro de 2025, com valor justo de US$ 216,37 milhões (custo base de US$ 244,8 milhões). O NAV por ação era US$ 19,85, com 10,9 milhões de ações em circulação. Em 17 de fevereiro de 2026, os ativos totais alcançaram US$ 243,60 milhões, mas o NAV caiu para US$ 16,08, com retorno YTD de -18,54%.

O produto oferece exposição a XRP sem custódia direta, listado na NYSE Arca. Junto a outros ETFs como Bitwise e Grayscale, os produtos XRP acumulam US$ 1,06 bilhão em ativos, sinalizando adoção institucional crescente. O XRP cotado a R$ 7,47 (-4,37% em 24h) reflete volatilidade desde o lançamento em novembro de 2025.

Implicações para o Setor

Esses desenvolvimentos — liderança em hashrate da Bitdeer e escala do ETF XRPZ — ilustram a maturação do ecossistema cripto. Mineradoras investem em eficiência e diversificação, enquanto instituições acumulam supply significativo de altcoins via veículos regulados. Os dados sugerem concentração de controle por participantes profissionais, com 118 milhões de XRP representando cerca de 0,2% do supply total circulante.

Traders devem observar níveis de suporte em BTC (próximo a R$ 345.000) e XRP (R$ 7,40), além de relatórios trimestrais para atualizações em hashrate e NAV. A profissionalização reduz riscos operacionais, mas volatilidade persiste como fator chave.


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Miner cartoon carregando saco BTC para cofre institucional sob tempestade vermelha, simbolizando transferência da Marathon durante queda de 50% do Bitcoin

Marathon Digital Transfere US$ 87 Milhões em BTC: Estratégia ou Capitulação?

A Marathon Digital Holdings (MARA), maior mineradora de Bitcoin, transferiu 1.318 BTC, equivalentes a cerca de US$ 87 milhões, para endereços associados a instituições como Two Prime, BitGo e Galaxy Digital. Os dados em cadeia, monitorados por plataformas como Arkham Intelligence, registram o movimento em um período de 10 horas, coincidindo com a queda de 50% do Bitcoin desde seu pico histórico, para níveis próximos de US$ 60.000. As mineradoras sob pressão: esse fluxo indica capitulação ou rebalanceamento estratégico?


Detalhes das Transferências em Cadeia

Os dados mostram transferências precisas: 653.773 BTC (US$ 42 milhões) para Two Prime, uma firma de crédito e trading; cerca de 300 BTC (US$ 20,4 milhões) para BitGo, custodiante de criptoativos; e 305 BTC (US$ 20,72 milhões) para uma wallet ligada à Galaxy Digital. Adicionalmente, 355 BTC foram distribuídos em endereços não identificados. Segundo Arkham Intelligence, essas operações ocorreram enquanto o Bitcoin negociava na faixa dos US$ 64.000 a US$ 66.500.

Apesar do outflow, a MARA mantém 52.850 BTC em tesouraria, representando cerca de 2,5% de suas reservas totais. Plataformas como Bitcointreasuries.net confirmam sua posição como segunda maior detentora corporativa pública de Bitcoin. Esses fluxos para wallets institucionais sugerem gestão de tesouraria, possivelmente para colateral em financiamentos ou OTC, em vez de vendas spot imediatas.

Pressão Financeira no Setor de Mineração

O contexto técnico revela desafios: o preço médio de produção para miners está estimado em torno de US$ 87.000 por BTC, 20% acima da cotação atual. Com o Bitcoin caindo 15% em 24 horas para mínimos de US$ 60.000 — primeiro em 15 meses —, o setor enfrenta margens negativas. Histórico indica que em mercados de baixa, miners vendem para cobrir custos operacionais, como energia e manutenção de rigs.

No entanto, os destinatários — Two Prime (trading/credito), BitGo (custódia) e Galaxy (institucional) — apontam para movimentos planejados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 357.718,65 (+3,25% em 24h) mostra recuperação inicial, com volume de 860 BTC nas exchanges brasileiras.

Impacto da Pressão Vendedora no Preço do BTC

Fluxos de miners para exchanges historicamente exercem pressão descendente, aumentando oferta em momentos de baixa liquidez. Dados on-chain indicam que grandes transferências de pools de mineração correlacionam com quedas de preço em 60-70% dos casos, conforme padrões observados em ciclos anteriores. No episódio atual, o mercado absorveu a venda: suporte em US$ 62.000 segurou, formando mínimas mais altas e retraçamento para US$ 68.000.

A MARA, com hash rate robusto, demonstra resiliência ao optar por canais institucionais, potencialmente evitando vendas spot que amplificariam a volatilidade. O dólar a R$ 5,22 reforça o impacto em reais para investidores brasileiros, convertendo os US$ 87 milhões em cerca de R$ 454 milhões.

Níveis Técnicos e Próximos Passos a Monitorar

Os dados sugerem vigilância em: suporte imediato em US$ 62.000-64.000 (média móvel 50 dias); resistência em US$ 70.000 (200 dias). Métricas como MVRV Z-Score e Puell Multiple indicam oversold no setor minerário, com potencial reversão se o preço ultrapassar US$ 70.000. Investidores devem rastrear fluxos on-chain da MARA via Arkham e saldo de exchanges para avaliar pressão contínua.

Esses movimentos exemplificam a dinâmica entre produção e preço: miners ajustam tesouraria conforme rentabilidade, influenciando liquidez de curto prazo sem alterar fundamentos de longo prazo do Bitcoin.


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