Medidor glassmorphism no zero neutro com névoa vermelha dissipando e luz dourada fluindo, sinalizando alívio no deságio do Bitcoin na Coinbase

Matrixport: Deságio na Coinbase Zera e Sinaliza Alívio em BTC

O sinal aguardado pelo mercado pode estar se materializando: a Matrixport relata que o deságio do Bitcoin na Coinbase, conhecido como ‘Coinbase Discount’, convergiu para níveis neutros. Desde outubro de 2025, o preço do BTC na exchange americana ficava consistentemente abaixo da média global, refletindo forte pressão vendedora nos EUA. Essa correção, observada quando o BTC testou US$ 60.000, sugere que a maioria das vendas foi absorvida, abrindo caminho para uma estabilização. Os dados mostram um indicador técnico chave para traders monitorarem reversões.


O Que é o ‘Coinbase Discount’?

O ‘Coinbase Discount’ refere-se à diferença sistemática entre o preço do Bitcoin negociado na Coinbase, principal exchange dos EUA, e a média de outros mercados globais, como Binance e exchanges asiáticas. Quando negativo — ou em deságio —, indica que vendedores superam compradores na plataforma americana, frequentemente impulsionado por fluxos de saída de fundos de investidores institucionais ou varejistas locais.

Os dados da análise da Matrixport destacam que esse deságio persistiu desde outubro de 2025, agravado por flutuações no preço do USDT. Métricas mostram spreads de até vários pontos percentuais, correlacionados com a fraqueza recente do BTC. Essa discrepância não é mera anomalia: reflete desequilíbrios regionais, com o mercado americano atuando como contrapeso à demanda global.

Evolução Recente do Indicador

Desde o pico em outubro de 2025, o deságio se manteve elevado, coincidindo com a correção do Bitcoin de máximas acima de US$ 90.000 para mínimas próximas de US$ 60.000. A convergência para neutro ocorreu precisamente nessa zona de suporte, um padrão recorrente em ciclos passados. Gráficos da Matrixport ilustram a redução gradual do spread, de níveis negativos pronunciados para paridade aproximada.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 359.252,96 (+0,46% em 24h) no momento da consulta, alinhado com US$ 68.055 globalmente. Essa sincronia reforça a tese de alívio, com volume 24h de 211 BTC nas exchanges brasileiras.

Implicações para o Mercado Cripto

A digestão da pressão vendedora americana remove um fator de contenção chave. Historicamente, a normalização do ‘Coinbase Discount’ precede fases de consolidação ou alta moderada, à medida que fluxos se equilibram. No atual contexto, com risco geopolítico e fraqueza em ativos de risco, o BTC exibe resiliência relativa — oscilando estável acima dos US$ 65.000.

Os números sugerem que o ‘despejo’ de posições longas nos EUA foi majoritariamente exaurido. No entanto, variáveis externas como decisões do Fed ou tensões globais podem influenciar. Traders observam o spread como métrica leading para fluxos institucionais.

Níveis Técnicos a Monitorar

Com o deságio neutralizado, foque em suportes em US$ 65.000 (EMA 50) e resistências em US$ 70.000 (média de 200 dias). Volumes na Coinbase vs. globais permanecem indicador crítico: divergências renovadas sinalizariam recaída na pressão.

Para o mercado brasileiro, a cotação em R$ 359 mil reflete estabilidade, com variação positiva de 0,46% em 24h via AwesomeAPI. Monitore esses dados para confirmação de tendência.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura cristalina hexagonal rachando com '43%' na fenda vermelha, simbolizando 43% do Bitcoin em prejuízo e crise Cardano

Risco de Crash: 43% do Bitcoin no Prejuízo e Crise Cardano

A parte do supply de Bitcoin em prejuízo atingiu 43%, um nível que historicamente separa mercados de alta de mercados de baixa, alerta o analista Darkfost. Enquanto isso, o estrategista Ed Yardeni elevou para 35% as chances de um meltdown no mercado americano, com óleo acima de US$ 100 e tensões no Irã. No ecossistema Cardano, o déficit de US$ 40 milhões no Pentad expõe fragilidades após o ADA cair para US$ 0,25. O mercado ignora esses alertas? (72 palavras)


43% do BTC em Perda: Sinal de Baixa Próximo

O mercado está ignorando um indicador clássico de fraqueza: 43% do supply de Bitcoin em UTXOs está abaixo do custo de aquisição, segundo dados analisados por Darkfost. Historicamente, níveis acima de 75% em lucro confirmam tendências de alta; abaixo disso, correções se aprofundam. A história mostra que, em 2018 e 2022, esses patamares precederam quedas acentuadas. Com BTC em torno de US$ 67.000, a estabilização atual pode ser ilusória — detentores de longo prazo (LTHs) ainda podem ser sacudidos, empurrando perdas para 45%.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 360.661 (+0,82% em 24h) reflete resiliência aparente, mas o volume de 210 BTC em exchanges brasileiras não anima. O dólar forte e óleo em alta pressionam ativos de risco como BTC, que historicamente cai com equities em risk-off.

Riscos Macro: Óleo e Meltdown Americano

Ed Yardeni, veterano estrategista, dobrou a probabilidade de crash no S&P 500 para 35%, citando óleo acima de US$ 100 — alta de 60% no ano —, dólar na melhor semana em um ano e escalada do conflito Irã-Arábia Saudita. BTC, apesar de estável em US$ 67.000, não é imune: NYDIG estima que apenas 25% de seus movimentos se correlacionam com ações, mas o resto é cripto-específico e vulnerável.

Futuros do S&P caem 2% na Ásia, VIX explode e hedge funds aumentam shorts em ETFs. Ações globais (MSCI -3,7%) sofrem, com Ásia liderando perdas. Para BTC, isso evoca 2020 e 2022, quando risk-off varreu cripto. Cuidado: exuberância recente ignora ciclos macro.

Crise Cardano: Pentad em Déficit e Queda do ADA

Charles Hoskinson revelou um déficit de US$ 40 milhões no Pentad da Cardano, após ADA despencar de US$ 0,83 para US$ 0,25. Inicialmente com US$ 58 mi em 70 mi ADA, agora vale US$ 18 mi. Entidades como Cardano Foundation e IOHK arcam com custos extras para integrações (Circle USDCX, Pyth, LayerZero), sem lucro.

Analista Lingrid prevê mais quedas: ADA falhou em US$ 0,26 cinco meses seguidos no vermelho — terceiro na história. Após seis meses em 2022, veio bounce, mas seguido de mais dor. Preço abaixo da estrutura descendente reforça viés de baixa. Ecossistema precisa de capital para DApps, mas tesouraria encolheu.

O Que Monitorar no Bear Ignorado

A história repete: mercados de alta terminam com euforia ignorando supply em perda e macro ruins. Para sobreviver, priorize proteção de capital — ciclos de baixa seguem toda alta. Monitore supply BTC em lucro (meta 75% para alívio), óleo vs. BTC e ADA acima de US$ 0,27 para invalidação. Pentad V2 pode testar governança Cardano sob estresse. Dados sugerem downside maior; o mercado está otimista demais.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança geométrica em equilíbrio entre picos de inflação, petróleo e níveis de suporte do Bitcoin, ilustrando tensão macro no mercado cripto

Guia do Investidor: Inflação e Conflito no Irã na Semana

A semana de 8 a 14 de março de 2026 reserva eventos macroeconômicos cruciais para investidores em cripto. Os dados de emprego dos EUA revelaram perda inesperada de 92 mil vagas em fevereiro, com taxa de desemprego subindo para 4,4%, abaixo das expectativas de alta. Paralelamente, o conflito no Irã impulsiona o petróleo acima de US$ 91 por barril, elevando temores de inflação. O CPI de quarta-feira pode definir o ritmo de cortes do Fed, impactando o Bitcoin, que encerrou a semana acima de US$ 68 mil.


Dados de Emprego: Sinal de Fraqueza no Mercado de Trabalho

Os números do relatório de folha de pagamento não agrícola de fevereiro surpreenderam negativamente. Em vez dos +59 mil postos esperados, os EUA registraram -92 mil, marcando apenas a segunda perda mensal desde a pandemia de 2020. A taxa de desemprego avançou de 4,3% para 4,4%, enquanto os ganhos horários médios subiram 0,4% m/m e 3,8% a/a.

Os dados mostram um mercado de trabalho enfraquecido, atuando como balde de água fria nas expectativas de cortes de juros pelo Fed. Analistas apontam riscos de desaceleração econômica, com o S&P 500 fechando em 6.740 e Nasdaq caindo 3,7% no ano. Para o cripto, essa dinâmica reforça o modo risk-off, com o total de capitalização -22% desde janeiro.

Inflação em Foco: CPI Quarta e Petróleo em Alta

O CPI de fevereiro chega na quarta-feira, seguido pelo PCE na sexta, antes da reunião do Fed. O conflito no Irã disruptou rotas no Estreito de Ormuz, responsável por 20% do petróleo marítimo global, elevando preços em 36% na semana, para acima de US$ 91/barril — maior alta semanal desde 1985.

Os yields dos Treasuries 10 anos subiram para 4,13%-4,14%, refletindo apostas reduzidas em cortes de juros. Goldman Sachs estima que petróleo sustentado pode empurrar inflação headline para 3%, acima da meta de 2% do Fed. China acumulou ouro pelo 16º mês, adicionando 30 mil onças, sinalizando diversificação de reservas.

Análise Técnica do Mercado Total de Cripto

O mercado cripto saiu de uma fase de chopping, com capitalização total +2,8% na semana (+US$ 63 bilhões), para volumes diários de US$ 144 bilhões. BTC avançou 3,5% w/w acima de US$ 68 mil, ETH +3,4%. Ganhadores: Maker +9,9%, SUI +6,3%; perdedores: DOGE -10,4%.

Futuros BTC mostram contango, com março/2026 em US$ 68.295 (+3,67% w/w) e dezembro/2027 em US$ 74.990. Suportes técnicos no TOTAL incluem níveis anteriores de consolidação, testados na reversão semanal. O risco de outflow persiste, com -US$ 649 bilhões YTD. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 352.495,70 (-1,01% 24h, volume 156,87 BTC).

Níveis Chave e Implicações para Investidores

Monitore suportes em US$ 68 mil (BTC spot) e níveis prévios no TOTAL para consolidação. Resistências em máximas semanais recentes. Volumes moderados sugerem cautela. O CPI acima das expectativas pode elevar yields, pressionando ativos de risco. Dados mostram neutralidade técnica, com investidores atentos a spillovers do petróleo para inflação.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor baleia cartoon despejando moedas douradas para traders varejo em pânico abaixo, com medidor '12' simbolizando Fear & Greed baixo no Bitcoin

Baleias Vendem para Varejo: Queda do Bitcoin Pode Continuar

As baleias do Bitcoin compraram agressivamente na queda recente ligada ao conflito no Irã, entre US$ 62.900 e US$ 69.600, mas venderam cerca de 66% das posições assim que o preço rebateu para US$ 74.000. Enquanto isso, investidores de varejo aumentam compras abaixo de US$ 70.000. O Crypto Fear and Greed Index despencou para 12, zona de extremo medo, mas a história mostra que esse padrão de exit liquidity — varejo comprando o que baleias vendem — costuma preceder mais quedas. O Bitcoin negocia a R$ 357.687,59, segundo o Cointrader Monitor, com variação de -0,31% em 24h.


Comportamento das Baleias Revela Ceticismo

A acumulação por carteiras com 10 a 10.000 BTC ocorreu entre 23 de fevereiro e 3 de março, durante o pior da venda por tensões geopolíticas. Santiment registrou compras pesadas nessa faixa, mas o rally subsequente para US$ 74.000 virou oportunidade de realização de lucros. Essas baleias descarregaram o equivalente a dois terços do que haviam adquirido, sinalizando falta de convicção no topo.

O mercado está ignorando que movimentos assim precederam correções em ciclos passados, como em 2018 e 2022. Cerca de 43% da oferta total de Bitcoin está em prejuízo, criando uma parede de vendedores a cada tentativa de alta. Isso reforça o viés de baixa enquanto o smart money prioriza proteção de capital.

Varejo Fornece Liquidez de Saída

Carteiras com menos de 0,01 BTC vêm aumentando posições conforme o preço recua para US$ 68.000. Santiment alerta que, quando o varejo compra e baleias vendem, a correção geralmente não acabou. Estamos vendo o clássico padrão de liquidez de saída, onde iniciantes perseguem o rebound e acabam absorvendo a oferta dos grandes holders.

A história mostra que exuberância no varejo em topos relativos leva a testes mais profundos de suporte. O Bitcoin oscilou de US$ 60.000 em fevereiro para US$ 74.000 em março, mas voltou ao patamar de três semanas atrás. Volatilidade alta sem progresso mensal sugere equilíbrio precário, com risco de exaustão compradora.

ETFs e Reservas de Exchange Confirmam Rebalanceamento

Os fluxos de ETFs de Bitcoin viraram negativos pós-ATH, reduzindo demanda institucional e contribuindo para a correção. XWIN Research destaca que outflows diretos impactam o preço, mas o ritmo desacelerou, indicando possível estabilização. Reservas em exchanges caem desde 2024, sinalizando menos pressão de venda imediata e mais custódia própria.

CryptoQuant confirma a tendência de queda nas reservas, o que alivia o lado oferta, mas sem inflows consistentes em ETFs, o cenário permanece cauteloso. Um retorno a entradas positivas nos ETFs exigiria reavaliação do viés bearish atual. Por ora, o rebalanceamento favorece consolidação ou teste de suportes como US$ 60.000.

Riscos e o Que Monitorar Agora

O mercado está em encruzilhada: rompimento acima de US$ 74.000 com absorção da oferta em prejuízo, ou colapso da compra de varejo testando US$ 60.000. Baleias apostam no segundo, mas ciclos ensinam paciência. Cuidado com narrativas de ‘compra o medo’ sem confirmação do smart money. Iniciantes devem priorizar preservação sobre FOMO, monitorando ETF flows e comportamento de holders grandes. A lição de bolhas passadas é clara: sobreviver ao bear vale mais que maximizar o bull.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cruz negra bold projetando sombra vermelha sobre monolito Bitcoin rachado com fluxo descendente, sinalizando death cross histórico e saídas de ETFs

Bitcoin Forma Death Cross Histórico: Queda até US$ 33 Mil à Vista?

O Bitcoin formou um Death Cross histórico no gráfico de 3 dias, quando a média móvel de 50 períodos cruzou abaixo da de 200, um sinal que a história mostra preceder quedas adicionais de até 49%. Enquanto isso, ETFs de Bitcoin sangraram US$ 349 milhões em um dia, com baleias descarregando posições acumuladas na baixa recente. O varejo tenta segurar a queda, mas analistas alertam: isso pode ser o padrão clássico de distribuição, onde grandes participantes usam pequenos investidores como liquidez. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 355.704, com variação de -1,01% em 24h.


O Que é o Death Cross e Sua História no Bitcoin

A história mostra que o mercado ignora esses sinais até ser tarde demais. O analista Ali Martinez destacou que, no gráfico de 3 dias, o Death Cross entre as médias móveis simples de 50 e 200 períodos tem sido um indicador macro de fundos de ciclo. Em 2013, após queda de 72%, veio mais 52% de desvalorização. Em 2017, de 67% no topo, mais 50% abaixo. Já em 2022, com 58% de perda, seguiu-se 46% adicional.

Hoje, o Bitcoin caiu 45,62% do pico de US$ 126.100 em outubro. Esse padrão sugere uma queda média adicional de 49%, mirando US$ 33.500. Não é garantia, mas os ciclos passados — de tulipas a dot-com — ensinam que exuberância irracional tem preço alto. O preço atual gira em torno de US$ 68.000, preso na faixa de US$ 60-70 mil há semanas.

Baleias Descarregam: Padrão de Distribuição em Ação

Enquanto o varejo celebra ‘comprar a queda’, as baleias — carteiras com 10 a 10.000 BTC — acumularam agressivamente entre 23 de fevereiro e 3 de março, quando o preço estava entre US$ 62.900 e US$ 69.600. Ao tocar US$ 74.000 na quarta-feira, venderam 66% do acumulado em 10 dias, segundo a Santiment.

Carteiras pequenas, abaixo de 0,01 BTC, estão comprando na baixa. Esse divórcio é clássico: quando o varejo entra e baleias saem, a correção não acabou. O mercado está usando pequenos investidores como liquidez para as grandes saídas. Cuidado: a euforia do topo sempre precede o bear market.

ETFs Sangram e Medo Domina o Mercado

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram a maior saída em três semanas: US$ 349 milhões na sexta-feira, via Farside. Isso coincide com o slide do BTC de volta a US$ 68.000. O Índice de Medo & Ganância caiu para 12, zona de ‘Medo Extremo’, medindo volatilidade, volume e redes sociais.

Analistas veem risco de perda de suporte em US$ 67-68 mil, podendo revisitar mínimas recentes para liquidez. Economista Timothy Peterson cita o modelo Metcalfe sugerindo piso em US$ 60.000 com 99,5% de chance, mas o fluxo atual de baleias e ETFs sugere instabilidade prolongada.

Lições dos Ciclos: Proteja Seu Capital

Em ciclos passados, como 2018 e 2022, sinais como esse marcaram o fim da alta. Sobreviver ao bear é priorizar proteção de capital sobre ganhos rápidos. Monitore o fluxo de baleias, ETFs e o Death Cross. O varejo está sendo setupado? A história sugere sim. Vale observar liquidez global e juros antes de qualquer otimismo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Eclipse vermelho obscurecendo sol Bitcoin com placa neon '12' rachada e silhuetas de holders pressionados, ilustrando medo extremo no mercado

Medo Extremo: 43% dos BTC em Prejuízo e Índice Cai para 12

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 68 mil, com 43% do supply total em prejuízo segundo dados da Glassnode. Paralelamente, o Índice de Medo e Ganância caiu para 12, sinalizando extremo pânico no mercado cripto neste sábado, 7 de março de 2026. A história mostra que esses níveis de desespero coletivo precedem correções prolongadas, não rebotes milagrosos.


Queda Acentuada e Altcoins no Vermelho

O Bitcoin recuou 3,4% nas últimas 24 horas, negociado em torno de US$ 67.960 na manhã de sábado. Esse movimento devolveu os ganhos da metade da semana, quando o ativo tocou US$ 74 mil, mas não sustentou o ímpeto. Altcoins sofreram ainda mais: Ether caiu 4,4% para US$ 1.974, Solana perdeu 4% para US$ 84,31 e Dogecoin recuou 2,9%.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.517, com variação de -3,51% em 24 horas. O dólar forte, com seu maior ganho semanal em um ano, pressiona ativos de risco como criptomoedas, ampliando o cenário de aversão global.

Índice de Medo Revela Pânico Sistêmico

O Índice de Medo e Ganância, que combina volatilidade, volume de negociação, buzz nas redes sociais e tendências de busca, marcou 12 pontos — ontem estava em 18. Níveis abaixo de 25 indicam pânico extremo, onde o medo domina e investidores vendem indiscriminadamente. Essa métrica não mente: reflete o colapso de confiança após uma semana volátil.

A história ensina que esses extremos emocionais são armadilhas. Em 2018 e 2022, o índice chegou a patamares semelhantes antes de quedas adicionais de 70-80%. O mercado ignora lições passadas, mas os dados não: o pânico atual é sistêmico, não passageiro.

43% em Prejuízo: Pressão Inevitável de Venda

O dado mais brutal vem da Glassnode: 43% de todo o Bitcoin em circulação está no vermelho. Holders subaquáticos criam uma barreira natural a rallies — a qualquer sinal de recuperação, vendem para cortar perdas, impedindo quebras de resistência. Esse overhang explica por que o teste em US$ 74 mil falhou miseravelmente.

Fatores macro agravam: tensões no Oriente Médio elevam petróleo e inflação, adiando cortes do Fed. O dólar em alta é veneno para BTC. Fluxos de stablecoins subiram 415% para US$ 1,7 bilhão, mas isso é “pólvora seca” à espera de preços ainda mais baixos, não FOMO imediato.

O Que Vem Depois? Cautela é a Regra

A euforia de semanas atrás evaporou, substituída por realidade crua. Ciclos econômicos não perdoam exuberância: toda alta é seguida de baixa. Investidores devem priorizar preservação de capital, ignorando narrativas otimistas sem fundamentos sólidos. Monitore o dólar, inflação e on-chain — sinais de capitulação podem vir, mas apostar em virada rápida é ilusão. A proteção vem da paciência, não da esperança.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Tempestade cibernética rompendo barreira '70K' do Bitcoin com raios vermelhos, simbolizando queda por payroll fraco e tensões geopolíticas

Bitcoin rompe US$ 70 mil: A ‘Tempestade Perfeita’ de hoje

O Bitcoin rompeu o suporte de US$ 70.000 nesta sexta-feira (6), caindo para US$ 68.000 em meio a uma ‘tempestade perfeita’ de fatores macroeconômicos e geopolíticos. Os dados mostram perda inesperada de 92 mil empregos no payroll dos EUA, com desemprego subindo para 4,4%, contrariando expectativas de +59 mil empregos. Ao mesmo tempo, ameaças de Trump contra Irã e Cuba elevaram o petróleo Brent para US$ 94 por barril, sinalizando aversão ao risco. O ativo digital comportou-se como ativo de risco, não porto seguro, com US$ 329 milhões em liquidações.


Situação Técnica: Rompimento do Suporte Psicológico

Os dados de preço indicam que o Bitcoin testou o suporte de US$ 70.000 pela manhã, oscilando entre US$ 70.000 e US$ 71.000. Após o relatório de emprego, o preço despencou de US$ 70.131 para US$ 68.300 em duas horas, atingindo mínima de US$ 67.753. A capitalização de mercado do BTC caiu abaixo de US$ 1,4 trilhão, revertendo ganhos da semana impulsionados por tensões no Oriente Médio.

O mercado cripto total perdeu 2,7%, para US$ 2,41 trilhões. Ações relacionadas, como MicroStrategy (MSTR), Coinbase (COIN) e MARA, caíram em pré-mercado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 359.934 (-4,16% em 24h), refletindo o impacto local.

Payroll dos EUA: Sinal de Estagflação

O relatório do Bureau of Labor Statistics revelou perda de 92 mil empregos em fevereiro, contra a expectativa de +59 mil. O desemprego subiu para 4,4%, ante os 4,3% projetados. Esse dado fraco, combinado com inflação por energia (petróleo +5% em 24h para US$ 83 WTI), cria cenário de estagflação: economia em desaceleração com custos crescentes.

Os números contrastam com otimismo prévio, elevando o Dólar Index (DXY) acima de 99 e yields dos Treasuries de 10 anos para 4,16%. Investidores reduzem exposição a risco antes de dados que influenciam o Fed, historicamente volátil para ativos como BTC.

Tensões Geopolíticas: Petróleo como Indicador

A guerra no Oriente Médio, em seu sétimo dia, impulsionou o Brent para US$ 94 e gasolina nos EUA aos maiores níveis desde janeiro. Trump demandou ‘rendição incondicional’ do Irã, sem acordo, ecoando 2025 quando cessar-fogo veio dias após. Ameaças à Cuba adicionam ruído.

Diferente do ouro (+1%), o Bitcoin não atuou como refúgio, correlacionando-se com Nasdaq (-0,5%). Isso reforça sua percepção como ativo de risco em cenários de incerteza global, com desacoplamento falhando hoje.

Liquidações e Níveis a Monitorar

As liquidações atingiram US$ 329 milhões em 24h, com US$ 160 milhões em BTC (US$ 133 milhões em posições compradas). Plataformas como Coinglass registram assimetria, indicando alavancagem excessiva em posições compradas. O mercado totalizou US$ 257 milhões em posições compradas liquidadas.

Níveis técnicos chave: suporte próximo em US$ 67.000; resistência em US$ 70.000. Volumes em exchanges brasileiras somam 292 BTC em 24h. Os dados sugerem cautela, com foco em payroll revisões e escalada no Irã.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Espada surrealista de dois gumes cyan-dourado e vermelho com '1000' flamejante, simbolizando dualidade da IA em cripto e uso militar

GPT-5.4: OpenAI Lança e Cripto Reage, Mas IA Já Neutraliza 1.000 Alvos por Dia

Militarmente eficiente ou só mais um motivo para subir sua altcoin preferida? O GPT-5.4 chegou, e como era de se esperar, o mercado cripto reagiu com seu pavloviano entusiasmo: tokens de IA disparando só porque a OpenAI anunciou mais um upgrade. Curioso como, enquanto o varejo sonha com altas, a mesma tecnologia já acelera 1.000 alvos por dia em guerras reais.


Lançamento do GPT-5.4: Agentes que Usam Seu PC

Interessante que a OpenAI precise numerar versões como se fosse Windows, mas o GPT-5.4 não é brincadeira. Disponível em ChatGPT (Plus, Team, Pro), API e Codex, ele traz agentes nativos para uso de computador, capazes de operar apps, clicar e digitar sozinhos. Contexto de 1 milhão de tokens permite tarefas longas sem esquecer o que começou. Melhora em planilhas (87,3% em benchmark de analista júnior), apresentações e redução de 33% em erros factuais vs. GPT-5.2.

No OSWorld-Verified, acerta 75% das tarefas de desktop, superando humanos em 72,4%. Economia de tokens e suporte a imagens de alta resolução completam o pacote. Para devs, é o sonho: eficiência que custa mais caro por token, mas gasta menos no total. Tudo lançado em 5 de março de 2026, com rollout gradual.

A Reação Cripto: Pavlov na Alta

Previsível como o sol nascer: basta OpenAI tossir que FET, AGIX e cia. sobem 20-50% em horas. O varejo interpreta qualquer anúncio como sinal de ‘IA toma conta do mundo, compre tokens!’. Narrativa velha: agentes autônomos = DeFi automatizado, contexto gigante = análise on-chain infinita. Mas será? Ou é só mais um ciclo de euforia onde o topo é vendido para os latecomers?

Enquanto isso, exchanges lotam de bots copiando ordens, e influencers gritam ‘ATH incoming’. Clássico: tecnologia séria vira meme para pump and dump. Vale monitorar se o volume sustenta ou se é só fumaça.

Contraste Decisivo: IA na Guerra em Velocidade de Máquina

Agora o contraste decisivo: a mesma era de IA eficiente já é real no Pentágono. No ataque ‘Epic Fury’ aos 1.000 alvos iranianos em 24h, o Maven Smart System (Palantir + Claude da Anthropic) processou satélites, drones e SIGINT em tempo recorde. Duas vezes a escala da invasão iraquiana de 2003, mas em fração do tempo humano.

AI filtra, prioriza e sugere strikes; humanos só aprovam. Decisões que levavam horas agora são minutos. Até Trump baniu Anthropic por ‘riscos’, mas usou Claude mesmo assim. De ‘pode ser mais rápido’ para ‘tem que ser mais rápido’: guerra em velocidade de máquina, onde erro é fatal e correção, impossível.

Perspectiva para o Trader Brasileiro

Enquanto você FOMOs em tokens IA por causa do GPT-5.4, lembre: pros militares, eficiência mata. Pro varejo, pump ilude. Curioso como o mercado ignora o sério para abraçar o superficial. Monitorar: se IA corporativa/militar avança assim, narrativas cripto podem virar realidade — ou bolha maior. Mas ei, pelo menos rende like no X.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Bolha dourada frágil com rachaduras vermelhas e reflexão de 74K, simbolizando alta falsa do Bitcoin alertada por Hayes e Glassnode

Alta Falsa? Arthur Hayes e Glassnode Alertam para Fragilidade do BTC em US$ 74 mil

Cuidado com a euforia: Arthur Hayes alerta que a recente alta do Bitcoin para acima de US$ 74 mil pode ser um ‘pulo do gato morto’ — rebound falso após quedas —, pois o ativo ainda está preso à correlação com ações de tecnologia SaaS e a Nasdaq. Paralelamente, a Glassnode adverte para a fragilidade do mercado, apesar de inflows em ETFs americanos. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 380.464 nesta quinta-feira (5/3), com alta de 1,17% em 24h. A história mostra que essas altas eufóricas precedem correções dolorosas.


A Visão Contrarian de Arthur Hayes

Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, não se deixou levar pelo otimismo passageiro. Em postagem recente, ele destacou que o Bitcoin não se descolou das ações de empresas SaaS americanas, aquelas de software como serviço que dominam a Nasdaq. ‘Este rebound pode ser um dead cat bounce. Ainda não estamos completamente fora de perigo; mantenha a paciência’, escreveu. O termo ‘pulo do gato morto’ descreve um rebound ilusório após uma queda prolongada, seguido de nova mínima — algo que o mercado cripto viu em 2018 e 2022.

A correlação com o mercado tradicional é a ‘corrente que prende o Bitcoin’, como bem resume a orientação editorial. Enquanto todos celebram os US$ 74k, Hayes lembra que a liquidez global e políticas monetárias ainda ditam o ritmo. O mercado está ignorando os riscos macro, como taxas de juros persistentes e volatilidade em tech stocks. Investidores que entraram por FOMO em topos passados conhecem o preço da exuberância irracional.

Dados On-Chain da Glassnode Confirmam Fragilidade

Impulsionado por inflows de US$ 461 milhões em spot ETFs nos EUA — de BlackRock, Fidelity e outros —, o BTC subiu 5% em 24h para cerca de US$ 72.500 na quarta-feira. Mas os altcoins ficaram para trás, com Ethereum ganhando só 7% e Near Protocol caindo 5%. A Glassnode, em relatório semanal, aponta que a dinâmica de compradores enfraqueceu: o lucro realizado em 30 dias caiu 63% desde fevereiro.

Isso sinaliza uma transição de vendas por pânico para um posicionamento mais equilibrado, mas frágil. ‘A sustentabilidade depende de uma demanda spot mais forte’, conclui a análise on-chain. Sem novos compradores agressivos, o mercado pode voltar a testar suportes inferiores. A história dos ciclos cripto reforça: rallies baseados em ETFs institucionais isolados raramente sustentam mercados de alta sem suporte retail amplo.

Implicações para o Mercado Brasileiro e Global

No Brasil, onde o BTC negociava a R$ 380 mil, essa fragilidade ganha contornos locais. Com o real pressionado e juros altos, a correlação com Nasdaq afeta diretamente os traders locais via exchanges como Binance. Hayes e Glassnode ecoam lições de crises passadas: a dot-com de 2000 e o bear de 2022 mostraram que euforia tech arrasta cripto para o abismo.

O mercado está ignorando sinais de topo de ciclo, como queda nos lucros realizados e altcoins apáticos. Para o investidor brasileiro, isso significa priorizar proteção de capital sobre ganhos rápidos. Ciclos existem: todo bull é seguido de bear. Entrar agora por FOMO pode custar caro quando a ‘corrente da Nasdaq’ puxar para baixo.

O Que Monitorar e Lições de Ciclos Passados

Hayes recomenda paciência, evitando apostas precipitadas. Glassnode sugere vigiar a demanda spot e inflows contínuos em ETFs. Indicadores chave: volume em exchanges brasileiras, correlação BTC-Nasdaq e lucros on-chain. Se os compradores não voltarem com força, um recuo para US$ 70k ou menos é plausível — ecoando correções de 30-50% vistas em ciclos anteriores.

A contra-narrativa é essencial em tempos de euforia. Roberto Ramos, com base em anos estudando bolhas, alerta: sobreviver ao próximo bear vale mais que maximizar o bull atual. Cuidado com o pulo do gato morto; a verdadeira alta virá com descolamento real das ações tradicionais.


💰 Comece a negociar com cautela: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse ferramentas avançadas para monitorar correlações e riscos.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Sol dourado majestoso com símbolo Bitcoin iluminando vale de cristais de altcoins fragmentados e escuros, representando a divergência de mercado.

Paradoxo Cripto: 38% das Altcoins em Mínimas Históricas com BTC em Alta

Os dados mostram uma divergência acentuada no mercado cripto: 38% das altcoins estão próximas de mínimas históricas, enquanto a dominância do Bitcoin (BTC.D) registra alta de 1,75% em menos de 72 horas. Com o Bitcoin consolidando acima de US$ 70 mil, essa discrepância reflete fluxos de capital concentrados no ativo líder, em meio a tensões geopolíticas como o conflito EUA-Irã. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 380.506,63 (+0,71% em 24h). Tal configuração histórica sugere um setup para rotação futura de capital.


Divergência BTC vs. Altcoins

A análise da CryptoQuant indica que o declínio das altcoins é mais severo que o período pós-FTX, com 38% negociando perto de seus pisos históricos. Essa pressão coincide com o avanço da dominância do Bitcoin, que subiu para níveis que reforçam sua posição como reserva de valor em cenários de incerteza.

No ciclo atual, os fluxos de capital para altcoins permanecem limitados desde o quarto trimestre de 2025. Os números apontam para uma concentração em BTC, impulsionada por reassessamentos de risco. A dominância atual reflete essa dinâmica, com o indicador BTC.D testando resistências técnicas recentes.

Volume de negociação em BTC também sustenta essa tendência, com dados on-chain mostrando acumulação por holders de longo prazo durante as oscilações recentes.

Indicadores Sociais e Sentimento de Mercado

Dados da Santiment revelam que o volume social para altcoins atingiu o menor nível em dois anos, com a dominância social em 33 na semana encerrada em 27 de fevereiro de 2026 – contra 750 em julho de 2025. Tendências do Google para ‘altcoins’ caíram para 4/100, similar a padrões de baixa.

Historicamente, esses níveis de desinteresse coincidem com o início de rallies em altcoins, conforme observado em ciclos passados. O Altcoin Season Index da CoinMarketCap marca 34/100, indicando ‘Bitcoin Season’, mas com potencial para inversão se o BTC estabilizar.

Essa métrica sugere que o foco atual em Bitcoin pode preceder uma rotação, embora o timing dependa de catalisadores macro como a injeção de liquidez do Fed estimada em US$ 16 bilhões esta semana.

Contexto Técnico e Macro

A consolidação do Bitcoin acima de US$ 70 mil fortalece sua dominância, com o BTC.D em trajetória ascendente. Gráficos semanais mostram o indicador testando médias móveis de 50 e 200 períodos, níveis chave para confirmação de tendência.

Fatores externos, como o conflito EUA-Irã, direcionam investidores para ativos considerados porto seguro. Paralelamente, o volume social baixo para ETH, SOL e XRP reforça a narrativa de subvalorização relativa das altcoins.

Relatórios indicam que inflows em BTC não implicam bearishness para altcoins; ao contrário, ganhos no líder frequentemente rotacionam para especulativos, elevando o mercado como um todo.

Níveis a Monitorar para Altseason

Os dados sugerem observar a dominância BTC.D em torno de 57-58%, atual participação de mercado do Bitcoin. Uma estabilização ou recuo abaixo de 55% poderia sinalizar rotação para altcoins. Volume social acima de 100 no índice Santiment seria um trigger inicial.

O Altcoin Season Index cruzando 75/100 historicamente marca o início de altseason. Ademais, o volume em 24h das altcoins deve superar 20% do total de mercado para confirmação. No curto prazo, o suporte em US$ 68 mil para BTC é crítico para manter o momentum geral.

Investidores devem rastrear esses indicadores semanais para posicionamento, considerando a volatilidade inerente ao setor.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Onda dourada com 74K esmagando cubos vermelhos fragmentados, simbolizando short squeeze e liquidações bilionárias no Bitcoin

Bitcoin Quebra US$ 74 Mil e Gera US$ 5,7 Bi em Liquidações

O Bitcoin ultrapassou US$ 74 mil nesta quarta-feira (4/3), impulsionando o mercado cripto e gerando liquidações totais de US$ 5,7 bilhões em posições de futuros nas últimas 24 horas. Dados da CoinGlass indicam que 4,74 bilhões afetaram posições vendidas (shorts), com 130.179 traders impactados. Ethereum também avançou para US$ 2.200, ampliando o movimento.


Situação das Liquidações

Os dados mostram que, em 24 horas, o mercado registrou liquidações totais de US$ 5,7 bilhões, predominantemente em posições short, que somaram US$ 4,74 bilhões. Em uma hora específica, US$ 75,86 milhões foram liquidados, sendo US$ 73,7 milhões de shorts, com Bitcoin respondendo por US$ 58,4 milhões e Ethereum por US$ 8,91 milhões. Plataformas como CoinGlass registraram impacto em mais de 120 mil contas, conforme análise agregada.

A volatilidade elevou o total para US$ 521 milhões em liquidações de futuros, resetando alavancagem excessiva. Bitcoin liderou com mais de US$ 200 milhões, seguido por altcoins principais.

Mecânica do Short Squeeze

No contexto técnico, o fenômeno conhecido como short squeeze ocorre quando a alta de preço força a liquidação de posições vendidas. Traders com shorts alavancados devem comprar o ativo para cobrir perdas, gerando demanda adicional que acelera a valorização. Os números revelam assimetria: shorts representaram 83% das liquidações em picos recentes, conforme métricas de funding rates positivas pré-evento.

Esse ciclo auto-reforçante explica parte da resiliência do Bitcoin acima de US$ 74 mil, com open interest em futuros crescendo antes do squeeze.

Contexto Técnico e Cotação Local

Bitcoin registra variação de +7,09% em 24 horas, negociado a US$ 73.572 no momento da análise. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 384.256,79, com alta de 6,48% e volume de 443 BTC em 24 horas nas exchanges locais.

Ethereum avança 8,53% para US$ 2.159. Indicadores como RSI mostram sobrecompra moderada (acima de 70), enquanto médias móveis de 50 e 200 períodos confirmam tendência de alta.

Níveis Chave a Monitorar

Suportes imediatos incluem US$ 72.000 (média móvel de 20 dias) e US$ 70.000 (nível psicológico). Resistências estão em US$ 75.000 e máxima histórica próxima de US$ 76.000. Volumes de ETF e inflows institucionais sustentam momentum, mas normalização de funding rates pode estabilizar o mercado.

Os dados sugerem que alavancagem excessiva em shorts continua arriscada em 2026, com liquidações reforçando a tendência de alta observada.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado BTC resistindo ondas vermelhas engolfando fragmentos altcoins com '38%' rachado, faísca verde Mantra ascendendo em crise de mercado

38,8% das Altcoins em ATL Piores que Pós-FTX: BTC Resiste

Os dados mostram que 38,8% das altcoins estão próximas de suas mínimas históricas, superando os 37,8% do período pós-colapso da FTX em 2022. Enquanto isso, o Bitcoin mantém resiliência acima de R$ 384.176, segundo o Cointrader Monitor, com alta de 6,38% em 24 horas. Em contraste, a Mantra (MANTRA) registra ganho de 62% em 24 horas, destacando projetos com catalisadores reais em meio ao ‘cemitério de altcoins’.


Situação Atual: Altcoins em Queda Extrema

De acordo com análises da CryptoQuant, essa deterioração atinge níveis recordes neste ciclo. Cerca de 95% das altcoins negociam abaixo de suas médias móveis de 200 dias (MA200), um indicador clássico de fundos de mercado de baixa. O setor perdeu quase US$ 2 trilhões em capitalização desde outubro de 2025, com liquidez evaporando mais lentamente que no pânico pós-FTX.

No TradingView, projetos recentes listados abaixo de US$ 1 exemplificam a punição a apostas especulativas. O Ethereum, por sua vez, luta para defender US$ 1.957 (R$ 11.290), refletindo pressão sobre contratos inteligentes. Essa compressão sugere exaustão vendedora, mas sem sinais claros de reversão.

Resiliência do Bitcoin e Rotação de Capital

O Bitcoin, cotado a US$ 72.771 globalmente e R$ 384.176 no mercado brasileiro, exibe dominância crescente. A variação de +6,38% em 24 horas contrasta com o sangramento das altcoins, impulsionado por rotação para ativos tradicionais como ouro e ações de tecnologia.

Dados on-chain indicam fuga de capital para fora do ecossistema cripto, agravada por tensões geopolíticas e aversão ao risco. Níveis de suporte chave para BTC incluem US$ 67.400; uma perda pode acelerar o ‘sufocamento’ das altcoins via par ALT/BTC.

Mantra como Exceção: Catalisadores Técnicos

A Mantra destaca-se com +62% para US$ 0,02419, volume explodindo 2.858% para US$ 184 milhões. A alta segue o upgrade da chain, o rebrand de OM para MANTRA e o split não dilutivo 1:4, migrando liquidez para a MANTRA Chain, uma L1 EVM para ativos reais (RWAs).

Exchanges como Binance pausaram trading temporariamente. Suporte em US$ 0,022; defesa abre caminho para US$ 0,027–0,034. Volumes acima de US$ 100 milhões/dia sinalizam engajamento sustentado.

Implicações e Níveis a Monitorar

Os números revelam um mercado seletivo: projetos sem fundamentos enfrentam risco prolongado, enquanto catalisadores como upgrades impulsionam outliers. Para altcoins, monitorar ETH em US$ 1.900; quebra invalida estrutura de alta. BTC acima de US$ 75.000 pode drenar mais liquidez das menores.

Estratégia prática envolve foco em qualidade sobre pulverização em tokens especulativos. Indicadores extremos, como 95% abaixo MA200, historicamente precedem assimetrias, mas exigem paciência e análise de volume.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar dourado Bitcoin ancorado em 65K sob vórtice vermelho de vácuo de demanda, simbolizando recuo por PPI quente e opções

Bitcoin Recua para US$ 65K: PPI e Opções Freiam Alta

Por que os US$ 70 mil viraram um muro intransponível para o Bitcoin hoje? Os dados mostram uma ‘tempestade perfeita’: o PPI de janeiro nos EUA acima do esperado (core de 3,6% YoY vs. 3,0%) elevou receios de cortes de juros adiados, enquanto US$ 8,7 bilhões em opções de BTC e ETH expiram na Deribit. BTC recuou de US$ 68k para US$ 65.600, apagando ganhos semanais. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 337.218 (-2,73% 24h).


Dados do PPI Aceleram Pressão Vendedora

O Producer Price Index (PPI) de janeiro registrou alta mensal de 0,5% (exp. 0,3%), anual de 2,9% (exp. 2,6%) e core mensal de 0,8% (exp. 0,3%). Esses números, divulgados em 27/02, sinalizam inflação persistente na produção, adiando expectativas de corte de juros pelo Fed em março (probabilidade de 96% de manutenção).

Os dados mostram correlação: Nasdaq caiu 0,8%, S&P 500 0,6%. BTC seguiu o risco-off, testando suporte em US$ 65.130. Spreads de crédito no maior nível em 4 meses e tensões EUA-Irã (evacuação de embaixadas) amplificaram a aversão ao risco, com ouro subindo 1% para US$ 5.230/oz.

Expiração de Opções Amplifica Volatilidade

Na Deribit, US$ 8,7 bilhões em opções de BTC/ETH expiram hoje: US$ 7,7 bi em BTC (max pain US$ 75k) e US$ 975 mi em ETH (US$ 2.200). Isso tende a gerar volatilidade, com liquidações de posições long alavancadas.

Volume de BTC caiu 22,94% para US$ 43,38 bi, ETH 25,67% para US$ 23,19 bi. Posicionamento indica proteção contra quedas, com BTC oscilando entre US$ 66k-68k nas últimas 24h.

Vácuo de Demanda Acima de US$ 70k

Glassnode identifica ‘vácuo de demanda’ em US$ 70k: liquidez fina acima desse nível, com ordens de venda causando slippage significativo. Desde jan/2026, BTC acumula queda de 25%, com suporte em US$ 60k-69k (400k BTC comprados).

Traders preveem range em março: resistência US$ 72k-74k, suporte US$ 54k. Histórico mostra março fraco para majors cripto.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem consolidação: suporte imediato US$ 65k, próximo US$ 60k; resistência US$ 68k, depois US$ 70k. Volume 24h e inflows ETFs (US$ 507 mi BTC recente) indicam saúde on-chain, mas macro domina. Dólar a R$ 5,13 reforça cautela em BRL.

Investidores devem observar Fed (18/03), geopolítica e expiry effects para próximos passos.


💰 Negocie opções e cripto: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse derivativos globais.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Mola energética dourada expandindo e rompendo barreira 70K com estilhaços vermelhos, simbolizando liquidação de shorts e recuperação do Bitcoin

Bitcoin Liquida US$ 468 Mi em Shorts e Testa US$ 70 mil Pré-Opções

Os dados mostram que o mercado cripto recuperou 4,29% em 24 horas, liquidando US$ 468,5 milhões em posições vendidas, principalmente em Bitcoin e Ethereum. O BTC testou US$ 70.027 antes de recuar para US$ 68.647, enquanto ETH subiu 8,75% para acima de US$ 2.000. Esse squeeze de shorts surpreendeu os bajistas, conforme rebote para US$ 68.000. Amanhã, opções de BTC/ETH totais de US$ 8,9 bilhões vencem, com potencial para maior volatilidade.


Liquidações Dominam Recuperação

Segundo métricas de mercado, as liquidações atingiram US$ 575,59 milhões no total, com US$ 468,53 milhões em shorts contra US$ 107,06 milhões em longs. O Bitcoin representou cerca de 40% das perdas dos vendidos, com US$ 194,95 milhões liquidados, seguido por ETH com US$ 175,16 milhões em posições curtas encerradas forçadamente. A maior ordem individual foi de US$ 10,41 milhões no par BTC-USD da Hyperliquid.

A capitalização total subiu, impulsionada por DOGE (+9,10%) e STETH (+8,83%). O BTC avançou 4,76%, enquanto o volume spot permanece chave para confirmação de tendência, como notado por analistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.684 (-2,43% em 24h).

Opções de US$ 8,9 Bi Vencem Amanhã

Dados de opções indicam 116 mil contratos BTC com PCR de 0,76 (mais calls que puts), max pain em US$ 75.000 e notional de US$ 7,9 bilhões. Para ETH, 206 mil contratos, PCR 0,77, max pain US$ 2.200 e US$ 980 milhões. Total: nominal de US$ 8,9 bilhões, 20% do open interest.

IV do BTC em 47% e ETH em 65% subiram com o rebote, enquanto skew reboundou e calls de médio/longo prazo dominaram volume. Isso sugere forças de compra especulativa em baixa, mas mercado ainda em oscilação acima de US$ 60.000 sem demanda estrutural forte.

Contexto Técnico e Níveis a Monitorar

Open interest caiu dos picos, indicando desalavancagem. Fund flow ratio da Binance em 0,012 reflete pressão de venda limitada, mas tendência de médio prazo em queda nas MAs. Dados mostram alívio por squeeze, não reversão: volume spot deve confirmar fundo sólido.

Níveis chave: suporte US$ 66.000-68.000, resistência US$ 70.000-75.000 (max pain). Traders monitoram vencimento de opções para volatilidade, com PCR baixo favorecendo upside se calls prevalecerem.


💰 Negocie derivativos com segurança: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse ferramentas avançadas para opções e futuros.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Onda dourada esmagando cristais vermelhos com 69K na crista, simbolizando short squeeze do Bitcoin liquidando US$ 400 milhões

Bitcoin Salta para US$ 69 Mil com Squeeze de Shorts de US$ 400 Milhões

O Bitcoin registrou uma alta expressiva de mais de 7% nas últimas 24 horas, alcançando US$ 69.000 pela primeira vez em mais de uma semana, após cair abaixo de US$ 63.000. O movimento gerou um squeeze de shorts com liquidações superiores a US$ 400 milhões em posições vendidas, principalmente em BTC (US$ 200 milhões), ETH e SOL. Altcoins como Solana (+14%) e Chainlink (+15%) também avançaram dois dígitos, sinalizando alívio no mercado após volatilidade extrema.


Detalhes das Liquidações e Alta

Os dados mostram que, nas últimas 24 horas, US$ 463 milhões em posições foram liquidadas no total, com US$ 400 milhões concentrados em apostas contra Bitcoin, Ethereum e Solana. Plataformas como CoinGlass registram US$ 200 milhões em BTC, US$ 153 milhões em ETH e US$ 22 milhões em SOL. Em uma janela de 4 horas, US$ 248 milhões em shorts foram eliminados, contra apenas US$ 11 milhões em longs, forçando recompras que aceleraram o rebote de US$ 63.894 para US$ 69.483.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.717 (+7,09% em 24h) reflete volume de 307 BTC, alinhado ao movimento global. A capitalização total do mercado cripto subiu 6,6%, impulsionada por esse alívio.

Contexto Técnico e Catalisadores

O rebote ocorreu após semanas de Índice de Medo e Ganância em ‘Medo Extremo’, com BTC acumulando perda de 22% no ano e quinto mês consecutivo negativo. Fatores incluem entradas líquidas de US$ 257,7 milhões em ETFs de Bitcoin nos EUA — maiores desde 6 de fevereiro — e índice premium da Coinbase positivo após 40 dias. Ações cripto como Circle (+20-29%) e Coinbase (+13%) corroboram apetite por risco, com Nasdaq +1,1%.

Técnicos apontam suporte em US$ 63.000 não retestado, com correlação ao setor de software (IGV). ETH recuperou US$ 2.000 (+12%), SOL US$ 89 (+14%), enquanto ADA e DOGE avançaram 13-19%.

Níveis Chave e Implicações

Os dados sugerem possível fundo local, com BTC testando resistência em US$ 69.500-70.000. Volumes de liquidação indicam esgotamento de pressão vendedora, mas volatilidade persiste: perda de 50% desde ATH de US$ 126.000. Níveis a observar incluem suporte em US$ 68.000 (média móvel de 50 períodos) e resistência em US$ 70.000. Sem reteste de lows recentes, o momentum pode sustentar, mas mercados tradicionais e decisões do Fed influenciarão. Traders monitoram se o short squeeze limpa caminho para extensão ou se configura rali de alívio temporário.

Altcoins como LINK (+15%) e AVAX (+17%) mostram força relativa, ampliando o rally além do BTC.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura cristalina dourada no rebordo de segundo vale isométrico com 66K sobre 60K, fluxos cyan e verde impulsionando, simbolizando recuperação Bitcoin e fundo duplo

Bitcoin Recupera US$ 66 Mil: Dólar Fraco e Tech Impulsionam Alta

O Bitcoin recuperou acima de US$ 65.000, alcançando picos de US$ 66.300 nesta quarta-feira (25/02), impulsionado pela fraqueza do dólar americano e alta em ações asiáticas ligadas à IA. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 337.405 (+3,18% em 24h) testa um padrão de fundo duplo nas mínimas de fevereiro. Os dados mostram correlação com tech stocks, mas analistas divergem se é reversão ou mera recuperação técnica após queda de 23% no ano.


Situação Atual: Recuperação Após Pânico

Os dados indicam que o Bitcoin subiu de mínimas próximas a US$ 64.000 para US$ 66.047, com alta de 3% no dia. O mercado cripto como um todo reagiu, com Ethereum avançando 4% para US$ 1.919 após segurar suporte em US$ 1.840. O market cap total retocou US$ 2,19 trilhões, próximos aos lows de 5 de fevereiro, antes do bounce.

Volume de negociação aumentou, sugerindo entrada de compradores em níveis de pânico. Índice de medo e ganância permaneceu em zona de extrema cautela, mas o RSI semanal caiu para 25,71 — nível oversold visto pela última vez em julho de 2022, indicando possível exaustão vendedora.

Contexto Técnico: Fundo Duplo em Teste

O padrão gráfico de fundo duplo forma-se com toques nas mínimas de fevereiro, oferecendo potencial upside de 10% se confirmado acima do neckline em US$ 67.000, conforme análise da FxPro. No entanto, falha nesse suporte pode levar a declínio adicional de 25%, para cerca de US$ 49.000.

A média móvel exponencial de 200 semanas em US$ 58.855 atua como suporte crítico, enquanto o fechamento diário abaixo da 200-EMA sugere risco de aceleração de baixa em retests. Baleias acumularam US$ 4,5 milhões em spot, maior que ordens típicas de US$ 1-2 milhões, sinalizando suporte institucional em liquidez.

Correlações Macro: Dólar e Tech Stocks

A fraqueza do Bloomberg Dollar Spot Index, pós-discurso de Trump sobre tarifas, favoreceu ativos de risco. Ações asiáticas (MSCI +1,4%) lideradas por chips de IA na Coreia e Taiwan precederam a alta, enquanto Nasdaq subiu 1,1% e S&P 500 ganhou 0,77% após sell-off em tech.

Dados mostram correlação histórica entre BTC e tech stocks, amplificada por earnings da Nvidia nesta quarta. Contrapartida: crise de confiança persiste após queda de 50% do ATH, com analistas como Kuptsikevich alertando para capitulação pendente.

Níveis Chave a Monitorar

Suportes imediatos: US$ 65.000 (reclamado) e US$ 60.000; quebra pode mirar US$ 58.855 (200W-EMA). Resistências: US$ 66.500 e US$ 67.000 (neckline do fundo duplo). Indicadores como RSI oversold e volume delta cumulativo positivo sugerem alívio, mas confirmação requer hold acima de US$ 65.000 com volume sustentado. Investidores devem observar dados macro e fluxo de ETF para validação.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

Personagens cartoon de Bitmine acumulando pilhas de ETH na balança enquanto Vitalik solta moedas, simbolizando compras contra vendas no mercado Ethereum

Bitmine Compra US$ 100M em ETH Contra Vendas de Vitalik

Vitalik vende, instituições compram: essa é a dinâmica nos bastidores do Ethereum na última semana. Os dados mostram que a Bitmine Immersion Technologies elevou sua tesouraria para 4.422.659 ETH após adquirir 51.162 tokens por cerca de US$ 100 milhões, enquanto o cofundador Vitalik Buterin reduziu seu saldo em 17 mil ETH no mês, totalizando saídas de aproximadamente US$ 31 milhões a preços médios recentes. O ETH negocia a US$ 1.853 (R$ 9.567) em 24 de fevereiro de 2026, após queda de 37% no período.


Aquisição Massiva da Bitmine

Os dados divulgados pela Bitmine indicam a compra de 51.162 ETH na semana passada, realizada entre US$ 1.900 e US$ 2.000 por token, elevando o total para 4.422.659 ETH. A um preço de US$ 1.958 na data do relatório, isso representa uma tesouraria de US$ 8,66 bilhões em ETH. A empresa detém agora 3,66% da oferta circulante de 120,7 milhões de ETH, aproximando-se da meta de “Alchemy of 5%”.

Parte significativa está em staking: 3.040.483 ETH (US$ 6 bilhões), gerando US$ 171 milhões em receita anualizada a 2,89% nos últimos 7 dias. O chairman Tom Lee projeta US$ 249 milhões anuais com essa taxa, expandindo via MAVAN (Made in America Validator Network) ainda em 2026.

Vendas Sistemáticas de Vitalik Buterin

Plataformas como Arkham registram redução no saldo atribuído a Vitalik de 241.000 ETH no início de fevereiro para 224.000 ETH até terça-feira, uma saída de 17.000 ETH. Desde 2 de fevereiro, 10.723 ETH foram vendidos por US$ 21 milhões (média de US$ 2.027/ETH), incluindo 3.765 ETH nos últimos três dias por mais de US$ 7 milhões.

As transações ocorreram via agregador DEX CoW Protocol em swaps menores para minimizar impacto de mercado. Buterin destinou previamente 16.384 ETH (US$ 45 milhões) a projetos de privacidade, hardware aberto e software verificável, alinhado a uma fase de “austeridade moderada” da Ethereum Foundation.

Contexto Técnico do Mercado ETH

O ETH acumulou perda de 37% no último mês, caindo para mínimas próximas de US$ 1.800, com preço atual em US$ 1.853 (variação -0,15% diária). Mais de 30% da oferta está em staking, com yields em 2,8%, fila de entrada recorde e saídas mínimas.

A Bitmine enfrenta perdas não realizadas bilionárias após queda de 60% em seis meses, abaixo do preço médio de aquisição. Fluxos opostos — saída de fundador versus entrada institucional — sugerem acumulação por grandes players em meio a volatilidade.

Níveis Chave a Monitorar

Os dados de volume e on-chain indicam suporte em US$ 1.800 e resistência em US$ 2.000. A média móvel de 50 dias está em declínio, enquanto RSI mostra sobrevenda. Investidores devem observar entradas de staking e movimentos de tesourarias corporativas para sinais de reversão. Vale acompanhar atualizações de holdings da Bitmine e alocações de Vitalik.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilares de energia dourado BTC com 64K e rede cyan ETH com 70K ETH stake convergindo, simbolizando alta do Bitcoin e estabilização no mercado cripto

Bitcoin Supera US$ 64K e Ethereum Foundation Stakes 70k ETH

O Bitcoin recuperou o patamar de US$ 64.000 nesta terça-feira (24), sinalizando uma pausa no pânico recente impulsionado por receios com IA no setor de software. Paralelamente, a Ethereum Foundation deu sinal verde ao staking massivo de 70 mil ETH de seu tesouro, gerando yield para sustentar o ecossistema. Esses movimentos do ‘smart money’ indicam que os fundamentos se fortalecem em meio à volatilidade.


Bitcoin Reage e Miners Lideram Alta

O Bitcoin, negociado recentemente a US$ 64.200, reverteu as quedas matinais que o levaram a US$ 62.500, acompanhando um rebote em ativos de risco. O Fear & Greed Index atingiu nível 5, o mais baixo desde crises passadas como 2018 e 2022, mas vendedores parecem exaustos. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 330.016 no mercado brasileiro, com variação de -1,17% em 24h.

Empresas de mineração cripto, cada vez mais ligadas a infraestrutura de data centers para IA, impulsionaram o rali: Bitdeer (BTDR), Cipher Mining (CIFR), Hut 8 (HUT) e TeraWulf (WULF) subiram entre 6% e 10%. O setor de software (ETF IGV) ganhou 1,7% após parcerias com Anthropic, aliviando temores de disrupção por IA. Nasdaq avançou 1,1%, enquanto ouro caiu 1,5%.

Essa correlação reforça que o mercado cripto está construindo bases sólidas, alinhado a ciclos históricos onde extremos de medo precedem valorizações.

Ethereum Foundation Ativa Staking do Tesouro

A Ethereum Foundation iniciou o staking de cerca de 70 mil ETH, depositando inicialmente 2.016 ETH, conforme sua política de tesouraria. Os rendimentos retornarão ao caixa para financiar pesquisa em protocolo, desenvolvimento de ecossistema e grants comunitários. No momento, o ETH vale cerca de R$ 9.548 por unidade.

Os validators usam ferramentas open-source como Dirk (signer distribuído em múltiplas regiões) e Vouch (para diversidade de clientes Beacon e Execution), mitigando riscos de falhas localizadas. Credenciais Type 2 permitem flexibilidade em consolidações de saldo, com máximo de 2.048 ETH por validator — cerca de 35 chaves no total. A EF optou por solo staking, construindo blocos localmente sem PBS.

Essa iniciativa demonstra compromisso de longo prazo com a rede, alinhando tesouraria aos incentivos nativos do Ethereum e fortalecendo a narrativa de adoção sustentável.

Perspectivas de Alta: Smart Money em Ação

Esses desenvolvimentos chegam em momento oportuno. A recuperação do BTC acima de suportes testados reflete entrada de capital institucional, similar a fluxos de ETFs pós-halving. O staking da EF não só gera yield passivo, mas sinaliza confiança no Proof-of-Stake, elevando a segurança da rede.

Enquanto volatilidade persiste — com BTC/USD em US$ 63.956 (-1,08%) —, os fundamentos se alinham: adoção por miners diversificados, tesourarias ativas e ecossistema Ethereum em expansão. Investidores de longo prazo veem aqui o ‘mercado construindo’, com riscos de correção reconhecidos, mas potencial de alta fundamentado em tendências macro.

Monitore fluxos de ETF e volumes de staking para confirmar a estabilização. Plataformas como a Binance facilitam acesso a esses ativos.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem Saylor cartoon na borda de vale sombrio apontando para Bitcoin lutando no fundo, ilustrando 'Vale do Desespero' comparado à crise da Apple

Saylor: Bitcoin no ‘Vale do Desespero’ como Apple em 2013?

Michael Saylor, fundador da MicroStrategy e maior detentor corporativo de Bitcoin, afirmou que a queda de 45% do BTC desde sua máxima perto de US$ 125.000 espelha o ‘vale do desespero’ vivido pela Apple em 2013. Segundo o executivo em podcast recente, suportar correções profundas é essencial para investimentos tecnológicos bem-sucedidos, podendo levar anos para recuperação total. Mas a história mostra que nem toda narrativa otimista se concretiza.


A Analogia com a Apple de 2013

A comparação de Saylor remete ao período em que as ações da Apple caíram 45% de seu pico, negociadas a um múltiplo preço/lucro abaixo de 10, vistas como uma vaca leiteira exaurida apesar do sucesso do iPhone. Demorou sete anos, com apoio de investidores como Carl Icahn e Warren Buffett, para a empresa recuperar seu valuation anterior. Para Saylor, o Bitcoin atual, após 137 dias de retração, segue o mesmo script, podendo exigir dois a três anos — ou até sete — para renascer.

No entanto, o mercado cripto ignora lições passadas. Em 2018 e 2022, quedas semelhantes de mais de 70% marcaram mercados de baixa prolongados, sem a recuperação linear de ações tech tradicionais. A MicroStrategy, com seu tesouro atrelado ao BTC, tem interesse direto em sustentar essa tese institucional.

Contexto da Queda Atual do Bitcoin

O BTC despencou de US$ 125.000 para cerca de US$ 64.000, uma desvalorização de 45% que já gerou cicatrizes profundas. Em 5 de fevereiro, uma sessão violenta de US$ 70.000 para US$ 60.000 resultou em US$ 3,2 bilhões em perdas realizadas ajustadas por entidade — o maior evento único na história do Bitcoin, superando o colapso da Terra Luna, conforme Glassnode.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 330.635,44 às 18h26 desta terça-feira (24/02), com variação de -1% nas últimas 24 horas e volume de 383,91 BTC. Saylor atribui a volatilidade mais contida a mudanças estruturais, como migração de derivativos para mercados regulados nos EUA e recusa de bancos tradicionais em conceder crédito contra holdings de BTC.

Ceticismo: Diferenças Fundamentais e Interesses

A história mostra que analogias com gigantes tech nem sempre cabem no cripto. Diferente da Apple, com receitas recorrentes e ecossistema fechado, o Bitcoin depende de narrativas macro, liquidez global e adoção volátil. Ciclos passados revelam exuberância seguida de correções brutais: a bolha dot-com e crises asiáticas ensinaram que ‘vales de desespero’ podem virar abismos se fundamentos falharem.

Saylor descarta FUDs como computação quântica e escrutínio Epstein sobre desenvolvedores Bitcoin Core, chamando-os de narrativas recicladas. Cuidado: como maior acionista da MicroStrategy, ele tem skin in the game bilionária. Bancos sombra e rehipotecação criam pressão vendedora artificial em stresses, ampliando riscos para holders institucionais.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o brasileiro, exposto a dólar volátil e juros altos, o ‘ouro digital’ está sendo testado como reserva de valor. Sobreviver ao bear exige proteção de capital, não apostas heroicas. O mercado está ignorando que todo bull é seguido de bear — e este ciclo, com derivativos regulados, pode comprimir volatilidade para cima e para baixo, prolongando o ‘vale’.

Vale monitorar liquidez global, taxas de juros e correlações com ações. Saylor pode estar certo, mas a história sugere cautela: nem toda tecnologia vira Apple. Prepare-se para cenários de tempo doloroso, não apenas preço.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Avalanche vermelha esmagando pilares dourados e cyan, com '500M' fragmentado, simbolizando liquidações massivas em posições long alavancadas

US$ 500 Milhões em Liquidações: Touros Alavancados Sob Pressão

Os dados da CoinGlass registram US$ 507 milhões em liquidações de derivativos nas últimas 24 horas, com 86% em posições compradas (US$ 438 milhões). O Bitcoin caiu de US$ 67.700 para US$ 64.300, limpando apostas alavancadas otimistas. Esse fenômeno acelera a queda do preço à vista, conforme Open Interest despenca para US$ 19,5 bilhões. Segundo o Fear & Greed Index, o pânico atingiu 5/100, nível raro desde 2018.


Liquidações Desproporcionais em Posições Compradas

Os números mostram uma assimetria clara: de US$ 507 milhões liquidados, US$ 438 milhões vieram de contratos comprados, enquanto shorts somaram US$ 69 milhões. O Bitcoin liderou com US$ 233 milhões em posições fechadas forçadamente. Esse padrão ocorre porque movimentos descendentes rápidos, como a queda de 5% em poucas horas, atingem primeiro as alavancagens otimistas.

Plataformas de derivativos acumulam esses eventos durante volatilidade. A taxa de 86% em posições compradas reflete exaustão de touros alavancados, reduzindo pressão compradora e permitindo que vendedores dominem temporariamente o mercado à vista. Altcoins também sofreram, com mapa de calor confirmando predominância de liquidações compradas em múltiplos ativos.

Queda no Open Interest e Sentimento Negativo

O Open Interest do Bitcoin caiu para US$ 19,5 bilhões, metade do pico de janeiro em US$ 38,3 bilhões, segundo Santiment. Essa redução combina liquidações com retração de risco por investidores. Paralelamente, o sentimento negativo em redes sociais atingiu máxima de duas semanas.

No segundo relatório, 144.839 traders foram liquidados, com 92% em posições compradas e perdas realizadas médias de US$ 500 milhões por dia (Glassnode). O Fear & Greed em 5/100 sinaliza pânico extremo, histórico que precedeu estabilizações passadas. Sharpe Ratio em -38,4 reforça zonas de acumulação de baixo risco relativo.

Níveis Técnicos e Próximos Suportes

Os dados sugerem que a limpeza de longs pode marcar exaustão vendedora. Suportes imediatos incluem US$ 64.000 (low recente) e médias móveis semanais em torno de US$ 60.000. Resistências em US$ 66.800 e US$ 68.600 testadas recentemente.

Volume de liquidações indica que downside adicional depende de volume vendedor sustentado. Historicamente, capitulações assim reduzem oferta disponível para vendas futuras, potencializando testes de suporte antes de consolidação.

Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 327.228,27 (variação -4,98% em 24h), alinhado à queda global para US$ 63.273 (-2,14%). Dólar em R$ 5,1761. Investidores monitoram se volume brasileiro acompanha o flush global.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.