Baleia cartoon estilizada como Vitalik expelindo 17K ETH em cachoeira descendente com -37%, preocupando holders durante queda do Ether

Vitalik Descarrega 17 Mil ETH na Queda de 37% do Ether

O cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, vendeu cerca de 17.000 ETH em fevereiro, reduzindo suas carteiras rastreadas de 241.000 para 224.000 ETH, segundo a CoinDesk. As transações, executadas em lotes pequenos via CoW Protocol para minimizar impacto, coincidem com uma queda de 37% no preço do ether, que chegou a US$ 1.900. Isso levanta questionamentos sobre a confiança do líder no ativo em meio à volatilidade.


Detalhes das Vendas em Lotes Pequenos

As movimentações de Vitalik foram discretas, mas consistentes. Dados da Arkham Intelligence mostram saídas regulares, incluindo US$ 6,6 milhões em três dias no início do mês e mais US$ 7 milhões nos últimos dias. A NewsBTC relata que ele trocou mais de 3.100 ETH por stablecoins recentemente via CoW Swap, preservando liquidez em ativos estáveis.

Desde 2 de fevereiro, o total vendido chega a 11.284 ETH por US$ 22,78 milhões, com preço médio de US$ 2.027, conforme monitorado pela The BlockBeats. Essa estratégia de fragmentação é comum entre baleias para evitar slippage, mas o volume acumulado é significativo — equivalente a cerca de US$ 43 milhões no pico recente.

O mercado está ignorando esses sinais? A história mostra que grandes holders, inclusive fundadores, frequentemente descarregam durante correções prolongadas, como visto em 2018 e 2022.

Contexto da Queda do Ether em Fevereiro

O ether perdeu mais de um terço de seu valor no mês, caindo para níveis próximos de US$ 1.900 — ou cerca de R$ 9.800, considerando o dólar a R$ 5,15. Rendimentos de staking comprimidos a 2,8% tornam o lock-up menos atrativo, enquanto mais de 30% da oferta permanece travada.

Empresas como Bitmine Immersion Technologies enfrentam prejuízos bilionários não realizados após acumular ETH a preços mais altos. Vitalik destinou esses ETHs para projetos de privacidade e segurança em janeiro, mas a execução agora, na baixa, alimenta especulações sobre timing oportuno para conversão em stablecoins.

Cuidado com narrativas de recuperação rápida: ciclos passados indicam que quedas de 30-50% precedem baixas mais profundas se a liquidez macro piorar.

Impacto Psicológico e Sinais do smart money

Para holders brasileiros, isso é uma dose de realidade. Quando o fundador — figura icônica do ecossistema — opta por stablecoins, o otimismo cego evapora. Mercados de previsão já precificam chance alta de ETH testar US$ 1.500 antes de qualquer rebound significativo.

Embora Vitalik lidere iniciativas técnicas como upgrades para rollups e resistência à censura, suas ações financeiras enviam mensagem clara: preservação de capital em tempos incertos. O mercado ignora isso por sua conta e risco, repetindo padrões de exuberância irracional observados em bolhas anteriores.

Não é FUD infundado, mas lembrete: sobreviver ao bear vale mais que perseguir topos locais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Touros cartoon recuando em nevasca sobre montanhas digitais, simbolizando inverno cripto com saída de Thiel e Saylor

Inverno Cripto Confirmado: Thiel Sai de ETHZilla e Saylor Admite Baixa

Se até Peter Thiel, o bilionário co-fundador do PayPal, está vendendo toda sua participação na ETHZilla, tesouraria corporativa de Ethereum, e Michael Saylor admite que entramos em um “cripto inverno”, por que você ainda estaria comprando na euforia? Essas movimentações de gigantes do setor validam a tese de baixa, sinalizando instabilidade no Ethereum e um drawdown geral no mercado cripto. A história mostra que quando os touros recuam, o risco aumenta significativamente.


Saída Total de Peter Thiel da ETHZilla

A saída completa de Peter Thiel e seu Founders Fund da ETHZilla, revelada em filing da SEC de 31 de dezembro de 2025, representa um revés para as estratégias corporativas de tesouraria em Ethereum. Thiel havia adquirido 7,5% da empresa em agosto de 2025, vista como endosso à adoção institucional do ETH. Agora, com a venda total, o papel da ETHZilla despencou 5% no after-hours e acumula queda de 28% no ano.

Antes conhecida como 180 Life Sciences, a ETHZilla pivoteou de biotecnologia para modelo de tesouraria ETH em meados de 2024, detendo hoje 69.802 ETH avaliados em cerca de US$ 140 milhões — colocando-a entre as top 10 holdings corporativas públicas de Ethereum. Recentemente, lançou a subsidiária ETHZilla Aerospace para tokenizar equity em motores de aviões alugados, mas o mercado parece ignorar esses pivôs, focando na saída de investidores de peso.

O mercado está ignorando esses sinais? Thiel, conhecido por apostas visionárias, raramente erra em ciclos de topo. Sua retirada sugere ceticismo com a sustentabilidade do ETH em cenários de baixa prolongada.

Saylor Admite o ‘Cripto Inverno’

Em entrevista ao Fox Business, Michael Saylor, chairman da MicroStrategy, confirmou oficialmente o ‘cripto inverno’: “Esta é a quinta grande queda do Bitcoin nos últimos cinco anos”. Apesar de seu histórico de alta, Saylor reconhece o drawdown atual, com custo médio de aquisição da MicroStrategy em torno de US$ 76.000 por BTC, bem acima dos níveis atuais.

Ele tenta suavizar, chamando-o de “inverno mais brando e curto”, graças ao suporte de uma Casa Branca pro-Bitcoin com 12 membros do gabinete favoráveis a ativos digitais e adoção bancária. No entanto, a admissão em si é reveladora: mesmo evangelistas como Saylor veem riscos macro, com liquidez global apertada e correlações com mercados tradicionais aumentando.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.937,92 nesta quarta-feira (18/02/2026), com variação de +0,12% em 24h — longe dos picos recentes.

Implicações para o Ciclo de Baixa

Esses eventos não são isolados. A história mostra que bolhas especulativas — das tulipas holandesas à dot-com — terminam com saídas de capitais inteligentes. Thiel saindo do ETH e Saylor admitindo inverno validam preocupações com exuberância irracional no setor. Ethereum, com ETH a R$ 10.570 segundo cotações recentes, enfrenta instabilidade extra pela rejeição de seu maior endossador corporativo.

Cuidado com narrativas de recuperação rápida: ciclos passados (2018, 2022) provam que invernos duram mais que o esperado, destruindo capital alavancado. O mercado cripto ignora taxas de juros elevadas e liquidez escassa, mas os grandes players não.

Proteção de Capital em Tempos de Baixa

Para o investidor brasileiro, sobreviver ao bear é prioridade. Monitore o mNAV das treasuries ETH/BTC, dividendos pressionados e pivôs desesperados como o da ETHZilla. Diversifique, reduza alavancagem e priorize preservação — lições de crises asiáticas e bear markets cripto anteriores. Quando todos eufóricos compram, os céticos vendem. Vale questionar: seu portfólio resiste a outro 50-80% de queda?


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Executivos cartoon chocados segurando pilares BTC e ETH rachando em partículas vermelhas, simbolizando prejuízos bilionários em tesouraria cripto

Prejuízos Colossais: Strategy e BitMine Perdem US$ 137 Bilhões em BTC e ETH

As tesourarias corporativas de Strategy e BitMine acumulam perdas flutuantes colossais, totalizando US$ 137 bilhões em Bitcoin e Ethereum, segundo dados recentes de analistas on-chain. A Strategy, focada em BTC, registra prejuízo de US$ 57,56 bilhões, enquanto a BitMine, em ETH, soma US$ 79,43 bilhões. Esses números expõem a fragilidade de estratégias que apostam tudo em ativos voláteis, em um mercado que ignora lições históricas de bolhas passadas.


Situação Precária da Strategy em Bitcoin

A Strategy detém 717.131 BTC, avaliados atualmente em US$ 487,65 bilhões, com custo médio de US$ 76.027 por unidade. Isso resulta em uma perda flutuante de US$ 57,56 bilhões, à medida que o preço do Bitcoin oscila abaixo dos níveis de aquisição. A história mostra que empresas que concentram tesourarias em um único ativo de risco enfrentam pressões intensas durante correções prolongadas, como visto em 2018 e 2022.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.628,59, com variação de -1,09% em 24 horas. Em dólares, isso reforça a cautela: o mercado está ignorando os riscos de liquidez global apertada e elevação de juros, que historicamente punem ativos especulativos.

BitMine e o Fardo do Ethereum

A BitMine, por sua vez, segura 4.371.497 ETH, no valor atual de US$ 86,73 bilhões, mas com custo médio de US$ 3.801 por token, gerando prejuízo de US$ 79,43 bilhões. Essa posição reflete uma aposta agressiva em Ethereum durante picos de euforia, agora testada por uma reprecificação severa. Cuidado com narrativas de ‘HODL eterno’: ciclos passados, como o colapso da dot-com, revelam que tesourarias inchadas em ativos sobrevalorizados raramente sobrevivem sem diluição de capital ou vendas forçadas.

O Ethereum negocia a cerca de R$ 10.470 por unidade, mas a volatilidade inerente questiona a sustentabilidade dessa estratégia para empresas listadas, sujeitas a acionistas e relatórios trimestrais impiedosos.

Riscos Sistêmicos e Lições Históricas

Essas perdas não são isoladas; representam o custo multibilionário de uma euforia institucional cega pelo Bitcoin e Ethereum. A Strategy e BitMine exemplificam como vincular o balanço patrimonial a criptoamplifica choques macroeconômicos. Em 2022, vimos mineradoras e fundos evaporarem; hoje, com dívida corporativa crescente, o risco de default ou recapitalização forçada cresce. O mercado ignora que toda alta é seguida de baixa, e proteção de capital deve vir antes de apostas heroicas.

Analistas apontam para correlações crescentes com ações tech, vulneráveis a recessões. Sem recuperação rápida, essas tesourarias podem forçar vendas em baixa, acelerando quedas.

O Que o Investidor Deve Monitorar

Vale observar indicadores como mNAV (market Net Asset Value) dessas empresas e comunicados sobre dividendos ou emissões de ações. Se o Bitcoin não romper resistências acima de US$ 70 mil, pressões aumentam. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,22, essas perdas em reais superam R$ 700 bilhões — um lembrete brutal de que sobrevivência ao ciclo importa mais que ganhos efêmeros.

A história ensina: exuberância tem preço. Ceticismo não é pessimismo; é preparação realista.


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Pilar dourado de Bitcoin com fissura vermelha contendo 0.92, simbolizando zona crítica de perdas no indicador aSOPR

Indicador aSOPR do Bitcoin Entra em Zona Crítica de Perdas

Bitcoin no Vermelho: Indicador histórico sugere venda por pânico. O aSOPR (Adjusted Spent Output Profit Ratio) do Bitcoin caiu para a faixa de 0,92-0,94, nível que historicamente precede fases de mercado de baixa. Isso significa que o investidor médio está vendendo com prejuízo. Ao mesmo tempo, o BTC registra queda de 22,3% no primeiro trimestre de 2026, o pior desempenho desde 2018, conforme dados de mercado. Os números apontam para maior cautela.


O Que Revela o aSOPR Abaixo de 1

O aSOPR é uma métrica avançada desenvolvida pela CryptoQuant que mede o lucro médio realizado nas transações de Bitcoin. Calculado como a razão entre o valor de venda ajustado pelo preço atual e o custo de aquisição das moedas gastas, valores abaixo de 1 indicam que as saídas de rede estão ocorrendo com prejuízo médio. Essa leitura atual de 0,92-0,94 reflete capitulação inicial, onde detentores de curto prazo realizam perdas para sair do mercado.

Os dados mostram que 42,85% do suprimento total de Bitcoin está agora em zona de prejuízo, comparável a ciclos anteriores de correção profunda. Historicamente, múltiplos toques nesse patamar sem recuperação para 1 precederam quedas prolongadas, como em 2019 e 2023.

Desempenho Trimestral: Pior Q1 em Anos

No primeiro trimestre de 2026, o Bitcoin acumula desvalorização de 22,3%, partindo de cerca de US$ 87.700 para níveis próximos a US$ 68.000. Esse é o pior início de ano desde 2018, quando a queda atingiu 49,7%. Ademais, pode marcar a primeira vez com fechamentos negativos consecutivos em janeiro e fevereiro.

Para contextualizar, o Ethereum registra queda ainda mais acentuada de 34,3% no mesmo período. Analistas como Daan Trades Crypto destacam a volatilidade típica do Q1, que nem sempre se estende ao resto do ano, mas os números atuais demandam monitoramento atento de níveis de suporte.

Implicações e Níveis a Observar

A persistência do aSOPR abaixo de 1, sem recuperação para paridade, eleva os riscos de transição para um mercado de baixa estrutural. Especialistas da CryptoQuant estimam que o fundo absoluto pode ocorrer em torno de US$ 55.000, nível que eliminaria holders fracos e pavimentaria bases para recuperação futura. No entanto, sem retorno rápido ao 1, a fase de realização de prejuízos pode se alongar.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 359.834,89 às 07:49 de 16/02/2026, com variação de -2,4% em 24 horas e volume de 170,94 BTC. Traders devem observar resistências em US$ 70.000 e suportes em US$ 65.000 para definir o próximo movimento.


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Plataforma hexagonal instável rachando com núcleo dourado Bitcoin e '55K' marcado, simbolizando teste de suporte e capitulação pendente

Alerta de Capitulação: Bitcoin Testa Suporte em US$ 55 Mil

O Bitcoin continua em queda livre, testando níveis críticos abaixo de US$ 70 mil, com analistas da CryptoQuant apontando o Realized Price em torno de US$ 55 mil como o fundo potencial do mercado de baixa. A história mostra que capitulações reais levam meses, não dias, e os dados on-chain indicam que ainda não chegamos lá. Após queda de 47% desde os US$ 125 mil de outubro, o mercado ignora os riscos de uma correção estendida até US$ 43-51 mil.


Realized Price: Último Suporte Estrutural

O Realized Price atual próximo de US$ 55 mil atua como barreira principal antes de uma fase bearish mais profunda. Essa métrica, que calcula o preço médio pelo qual todas as moedas em circulação foram movimentadas pela última vez, historicamente marca os fundos de ciclos de baixa. No mercado de baixa de 2022, o Bitcoin caiu 24% abaixo desse nível antes de estabilizar por 4-6 meses.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 367.843 (fonte), com alta de 5,36% em 24h, mas a trajetória semanal permanece descendente. A convergência entre Realized Price (caindo 0,55% semanal) e o custo base dos detentores de longo prazo (LTH, subindo 0,96%) aponta para uma zona de suporte comprimida entre US$ 43 mil e US$ 51 mil em até três meses.

A história mostra que o mercado está ignorando esses sinais, como em 2018, quando a queda ultrapassou 30% o Realized Price. Cuidado com a exuberância residual de dezembro.

Capitulação On-Chain Ainda Ausente

Apesar da venda de 5 de fevereiro, que gerou US$ 5,4 bilhões em perdas realizadas — maior diária desde março de 2023 —, as perdas mensais acumuladas são de apenas 0,3 milhão de BTC, contra 1,1 milhão no fundo de 2022. Os detentores de longo prazo vendem próximo ao breakeven, longe das perdas típicas de 30-40% em bottoms anteriores.

O MVRV ratio não entrou em território de subvalorização extrema, e 55% da oferta em circulação segue lucrativa, contrastando com os 45-50% usuais em ciclos baixos. O Bull-Bear Market Cycle Indicator da CryptoQuant permanece na fase Bear, não Extreme Bear, sugerindo meses de consolidação pela frente.

Esses indicadores reforçam que a capitulação on-chain — venda em pânico generalizada — ainda não aconteceu. O post de 13/02 já alertava para US$ 50 mil; os novos dados refinam para US$ 55 mil como próximo teste.

Pressão Técnica e Macro Agravada

Tecnicamente, o Bitcoin quebrou suportes chave abaixo de US$ 70 mil, com médias móveis curtas virando para baixo e reforçando o momentum de baixa. Volumes de venda indicam liquidações forçadas, não distribuição ordenada, típico de correções tardias.

No macro, liquidez global apertada e receio com políticas monetárias pressionam ativos de risco. Como em crises passadas — dot-com, 2008 —, bolhas especulativas como a de fim de 2025 precedem quedas prolongadas. Proteção de capital deve priorizar sobrevivência ao bear sobre ganhos rápidos.

Standard Chartered projeta teste em US$ 50 mil antes de recuperação anual. Vale monitorar a zona US$ 43-51k: ruptura abaixo eleva riscos de fase de baixa estendida.

O Que Isso Significa para Investidores

O cenário atual lembra ciclos passados: todo bull exagerado tem seu preço. Enquanto o Realized Price em US$ 55 mil segura, a estrutura macro permanece intacta, mas fraqueza persistente mantém downside elevado. Investidores devem observar convergência de métricas on-chain e comportamento de LTH.

Sobreviver ao bear é prioridade. Dados sugerem que o fundo real exige mais dor antes da reversão verdadeira.


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Balança desequilibrada com touro cartoon em pânico afundando sob peso '418%', urso relaxado oposto, ilustrando liquidações em Dogecoin

Carnificina em Dogecoin: Liquidações de Touros Alcançam 418%

O desequilíbrio de liquidações de 418% em Dogecoin expõe a carnificina entre os touros da meme coin mais popular. Em 24 horas, posições compradas acumularam perdas de US$ 3,04 milhões, enquanto vendidas perderam apenas US$ 587 mil, em meio a uma queda de 4,05% no preço do DOGE. O mercado cripto em correção generalizada ignora a euforia recente, lembrando que operar alavancado sem fundamentos é um caminho arriscado. A história mostra que bolhas de meme coins terminam assim: com varredura implacável dos otimistas excessivos.


Detalhes do Massacre de Liquidações

Os dados da CoinGlass revelam o tamanho da debacle: longs em Dogecoin foram liquidados em US$ 3.041.239 nas últimas 24 horas, contra apenas US$ 587.000 em vendidas. Esse desequilíbrio de 418% favorecendo posições vendidas não é coincidência. O preço do DOGE despencou de US$ 0,09844 para uma mínima intradiária de US$ 0,09258, atualmente cotado em torno de US$ 0,0957. Em reais, isso equivale a cerca de R$ 0,497, com variação negativa de quase 2% no dia.

A história dos mercados repete padrões: em 2018 e 2022, meme coins como Dogecoin sofreram correções brutais após euforias especulativas. O mercado está ignorando lições passadas, apostando em narrativas frágeis sem catalisadores reais. Cuidado com o overleverage: posições alavancadas amplificam perdas em cenários de volatilidade prolongada.

Contexto de Preço e Correção Geral

Dogecoin acumula queda de 11,43% na semana, retestando mínimas multimês. O ativo perdeu momentum após ganhos iniciais no ano, entrando em território de baixa com volume decrescente. O Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, negocia a R$ 364.452, com variação de -1,78% em 24 horas e volume de 395 BTC. Essa correlação reforça a correção ampla, onde altcoins sofrem mais.

Meme coins são particularmente vulneráveis: sem utilidade intrínseca, dependem de euforia social. Quando o entusiasmo evapora, como agora, as liquidações em cascata aceleram a desvalorização. Investidores devem questionar se o viés de alta em DOGE é sustentável sem influxos institucionais ou adoção real.

Implicações para Meme Coins e Lições

Essa carnificina em Dogecoin sinaliza fraqueza estrutural no segmento de meme coins. ETFs de DOGE registram fluxos zero, contrastando com narrativas otimistas. O mercado cripto enfrenta uma correção prolongada, com posições overleveraged expostas a riscos elevados. A proteção de capital deve priorizar sobrevivência ao bear market, não ganhos especulativos rápidos.

Os ciclos econômicos ensinam que exuberância irracional precede correções severas. Em bolhas passadas, de tulipas a dot-com, os touros mais agressivos foram os primeiros a cair. Para o leitor brasileiro, monitore correlações com dólar (atualmente R$ 5,72 implícito via pares) e liquidez global: sem melhora macro, o sofrimento continua.

O Que Monitorar Agora

Vale observar suportes chave em US$ 0,09 para DOGE; rompimento pode levar a novas mínimas. Indicadores de desequilíbrio de liquidações acima de 300% historicamente precedem extensões de baixa. Cuidado com rebounds falsos: o mercado ignora fundamentos, mas a gravidade puxa para baixo. Priorize preservação de capital em tempos de viés de baixa dominante.


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Sol dourado eclipsado por sombra negra com raios vermelhos bold e orbitas concêntricas, simbolizando 4 meses de queda consecutiva do Bitcoin

Bitcoin Fecha Janeiro com 4 Meses Seguidos no Vermelho

O Bitcoin fechou janeiro com queda de 10,17%, marcando o quarto mês consecutivo no vermelho e a maior perda mensal desde novembro de 2018. Os dados mostram uma desvalorização acumulada de cerca de 20% nos últimos quatro meses, com o ativo caindo de US$ 95.500 para US$ 75.000 em menos de duas semanas. Esse padrão evoca o mercado de baixa de 2018, quando o BTC registrou seis meses seguidos de queda antes de encontrar suporte. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.138,04 às 18h28 de 1º de fevereiro, com variação de -1,25% em 24 horas.


Desempenho Mensal e Contexto Histórico

Os números indicam que janeiro representou a pior performance mensal em oito anos, com o Bitcoin testando mínimas de US$ 75.500, último patamar visto em abril de 2025. De acordo com dados da CoinGlass, o fechamento vermelho consecutivo é inédito desde o final de 2018, período em que o ativo acumulou perdas prolongadas antes de uma recuperação em 2019. Naquele ciclo, o BTC formou seis meses negativos seguidos, atingindo fundo em janeiro após sucessivos rompimentos de suportes.

Em 2026, o movimento acelerou após rejeição em US$ 95.000 no meio do mês, levando a uma cascata de liquidações bilionárias. A análise da Bloomberg aponta que a queda abaixo de US$ 80.000 reflete contração de liquidez e redução de confiança, com ETFs de spot registrando saídas contínuas. A capitalização de mercado encolheu, e o volume negociado caiu mais de 30% em relação ao pico de outubro de 2025.

Indicadores de Sentimento e Medo Extremo

O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin despencou para 14, o menor nível desde meados de dezembro de 2025, sinalizando medo extremo entre investidores. Esse indicador, que pondera volatilidade (25%), momentum de mercado (25%), dominância do BTC (10%), tendências sociais (15%) e pesquisas (5%), reflete o impacto da queda de US$ 20.000 em duas semanas. A métrica da Alternative.me está abaixo de 30 desde 22 de janeiro, alinhada à liquidação de posições alavancadas superior a US$ 2,5 bilhões no último sábado.

Volume de 24 horas no mercado brasileiro, conforme Cointrader Monitor, foi de 343,49 BTC, com dominância das exchanges locais como Binance (185,27 BTC) e NovaDAX (53,64 BTC). Esses dados sugerem consolidação em patamares baixos, com suportes testados em US$ 75.000 e resistências iniciais em US$ 84.000.

Comparação com 2018 e Padrões Técnicos

Em 2018, o Bitcoin acumulou perdas de até 80% do pico, com médias móveis de 200 semanas atuando como suporte final. Atualmente, os dados mostram similaridades: quatro meses vermelhos seguidos, mas diferenças notáveis, como maior maturidade do mercado e inflows institucionais prévios via ETFs. A retração de 40% do pico de 2025 (acima de US$ 126.000) posiciona o BTC próximo à média móvel de 200 dias, em torno de US$ 72.000-75.000.

Analistas como os da Kaiko estimam 6 a 9 meses para recuperação substancial, enquanto métricas on-chain indicam que 70% da oferta permanece em lucro, longe de capitulação total. Níveis a observar incluem suporte em US$ 75.000 (próximo à MM200 semanal) e resistência em US$ 90.000. O RSI mensal está em zona de sobrevenda (abaixo de 30), padrão visto antes de rebotes históricos.

Implicações para Investidores

Os padrões históricos sugerem que correções prolongadas precedem fases de consolidação ou reversão, como ocorrido pós-2018. No entanto, fatores macro como política monetária do Fed e fluxos de ETF continuarão influenciando. Traders devem monitorar volume de liquidações e dominância do BTC, atualmente em 55%, para avaliar a força relativa. A utilidade reside em posicionar stops abaixo de suportes chave e observar cruzamentos de médias móveis para sinais de momentum.


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Personagens cartoon de carro Tesla e cofre Coinbase reagindo a Bitcoin derretendo e afundando, simbolizando prejuízos e queda de ações cripto

Tesla Registra Prejuízo de US$ 239 milhões em Bitcoin; Ações Cripto Caem

A conta chegou: por que as empresas que investiram em Bitcoin estão sofrendo agora? A Tesla registrou prejuízo contábil de US$ 239 milhões em seus 11.509 BTC no quarto trimestre de 2025, devido à queda do ativo de US$ 114 mil para US$ 88 mil. Paralelamente, as ações ligadas a cripto despencam em 2026, com a Coinbase em mínima desde maio e volumes spot reduzidos pela metade. Isso reflete um ambiente de incerteza macro para investidores de capital aberto.


Prejuízo Contábil da Tesla no Q4/25

A Tesla manteve sua posição intacta em 11.509 BTC durante o quarto trimestre de 2025, sem realizar vendas. No entanto, a volatilidade do Bitcoin forçou o registro de uma perda após impostos de aproximadamente US$ 239 milhões, decorrente da desvalorização do preço de mercado do ativo digital. O Bitcoin oscilou de US$ 114.000 para US$ 88.000 no período, destacando os riscos contábeis inerentes à adoção corporativa de criptomoedas.

Apesar do impairment, as ações da Tesla subiram 3,4% no after-hours, sugerindo que o mercado priorizou os fundamentos operacionais da empresa sobre as oscilações em sua tesouraria de Bitcoin. Ainda assim, analistas alertam que futuras quedas no BTC podem pressionar ainda mais os balanços trimestrais, especialmente em um contexto de margens operacionais apertadas.

Queda das Ações de Exchanges e Volumes em Baixa

A Coinbase lidera as perdas, caindo 7% nesta quinta-feira (29/01), acumulando 17% negativos no ano e atingindo o menor nível desde maio de 2025 após oito sessões consecutivas de queda. Concorrentes como Gemini (-8% hoje, -21% YTD), Bullish e Circle também sofrem, com o setor refletindo o Bitcoin abaixo de US$ 84 mil.

Os volumes de negociação spot caíram pela metade, de US$ 1,7 trilhão no ano anterior para US$ 900 bilhões em janeiro, sinalizando resfriamento do entusiasmo e cautela dos investidores diante de tensões geopolíticas e incertezas macroeconômicas. “O Bitcoin está preso nos US$ 85 mil, e a hesitação é palpável”, comentou Eric He, da exchange LBank.

Contexto Macro e Riscos para Instituições

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 439.306,45, com variação de -5,28% em 24 horas (média das exchanges brasileiras). Em dólares, o par BTC-USD registra US$ 84.405, alinhado à retração global.

Empresas de capital aberto enfrentam dupla exposição: contábil, via impairments, e de mercado, via correlação com ações. Mineradoras que pivotaram para IA, como Hut 8 e CleanSpark, resistem melhor, com ganhos YTD, mas o setor cripto puro sofre. Tensões geopolíticas e dados macro, como volumes em queda, reforçam o ceticismo: a adoção institucional não imuniza contra a volatilidade inerente ao Bitcoin.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o varejo brasileiro, esses eventos lembram que o HODL corporativo tem custos reais em relatórios trimestrais. Com o dólar a R$ 5,19, a conversão agrava impactos locais. Investidores devem monitorar suportes do BTC em US$ 84 mil e sinais macro, como volumes e políticas monetárias, pois prolongadas quedas testarão a resiliência das tesourarias expostas. O moon deu lugar à realidade: cripto é ativo de risco, não reserva estável.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monitor cyberpunk de pulso descendente com contador 83 e símbolo Bitcoin em zona vermelha, sinalizando indicadores on-chain bearish

Indicadores do Bitcoin Recuam para Níveis Pós-Mercado de Baixa

Indicadores no chão: o Bitcoin negocia abaixo de US$ 90 mil, com o aNUPL ajustado recuando para níveis pós-mercado de baixa e o Trend Pulse confirmando 83 dias em modo de baixa. Analistas destacam um ponto de decisão crítica, onde holders enfrentam estresse crescente entre holdar ou capitular. Os dados sugerem fraqueza estrutural, mas sem capitulação extrema.


NUPL Ajustado Sinaliza Estresse Pós-Mercado de Baixa

O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) ajustado, conforme análise do especialista Darkfost, compara a capitalização realizada de detentores de curto e longo prazo com a capitalização de mercado tradicional. Suavizado para formar o aNUPL, o indicador caiu para faixas vistas historicamente no fim de mercados de baixa prolongados.

Esse recuo reflete lucros não realizados encolhendo e perdas expandindo, pressionando investidores tardios entrados no pico próximo a US$ 120 mil. Níveis como esses forçam decisões binárias: acumular na fraqueza ou realizar perdas, impactando liquidez e sentimento. Segundo o gráfico via CryptoQuant, o mercado absorve reset de humor sem colapso total.

Essa métrica estrutural filtra ruído, oferecendo visão clara de estresse subjacente mesmo em consolidações laterais como a atual.

Trend Pulse Confirma 83 Dias de Fraqueza

O indicador Trend Pulse, destacado por Axel Adler, permanece em modo de baixa há 83 dias — última fase de alta em 2 de novembro de 2025, perto de US$ 110 mil. Ele combina retorno de 14 dias (negativo) e sinal SMA30 vs. SMA200 (divergente).

Para neutro, basta o retorno de 14 dias acima de zero; para alta, exige SMA30 cruzando SMA200, demandando 3-4 semanas de alta sustentada. O retorno trimestral em -19% reforça pessimismo moderado, longe de capitulação abaixo de -30%.

Os dados do CryptoQuant indicam momentum macro negativo, com mudança de 7 dias em -6,8% acelerando após quebra dos US$ 90 mil.

Contexto de Preço e Posicionamento Técnico

No gráfico semanal, Bitcoin consolida em torno de US$ 89 mil após queda de 4,8%, testando demanda crítica entre US$ 88-90 mil. Preço abaixo das médias móveis azul (resistência ~US$ 100 mil) e verde confirma viés de baixa, com volume maior nas quedas.

Segundo o Cointrader Monitor, cotação em R$ 473.811 (-0,17% em 24h). Recuperação exige rompimento acima de US$ 92-95 mil; falha abre risco para US$ 80 mil.

Implicações e Pontos de Monitoramento

Os indicadores convergem para indecisão: estresse via aNUPL e fraqueza macro via Trend Pulse. Sem capitulação, holders de longo prazo podem estabilizar; aceleração de vendas de curto prazo aprofunda correção. Vale monitorar cruzamento SMA30/SMA200 e retorno trimestral para sinais de reversão.

Dados objetivos sugerem cautela: o mercado testa resiliência antes de definir tendência. Investidores ganham clareza para posicionar com base em confirmações técnicas.


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