Personagens cartoon brasileiro enviando Pix via smartphone que flui para cesta de Bitcoin e stablecoins com argentino, simbolizando integração para compras cripto sem taxas altas

Pix na Argentina: Guia para Comprar Cripto sem Taxas Altas

O Banco Central do Brasil anunciou a expansão do Pix para a Argentina, permitindo que brasileiros residentes no país vizinho façam transações instantâneas diretamente com reais. Agora, o sistema integra exchanges como Binance Pay, Kraken, Lemon, Crypto.com e Mercado Bitcoin, facilitando a compra de criptomoedas sem conversões caras de peso argentino. Para quem viaja ou mora lá, é o fim das taxas abusivas em remessas – tudo em segundos e quase grátis.


Como o Pix Funciona na Argentina

Antes, brasileiros na Argentina enfrentavam um perrengue: transferir dinheiro via banco tradicional custava até 10% em taxas de câmbio e IOF, mais demora de dias. Com o Pix expandido, você gera uma chave Pix no seu app brasileiro e paga diretamente para comerciantes ou plataformas argentinas que aceitam. É como pagar um boleto aqui no Brasil, mas cross-border.

No contexto cripto, as exchanges locais agora oferecem rampas de entrada com Pix. Isso significa depositar R$ diretamente na conta da plataforma argentina, sem precisar de conta em peso. Segundo dados recentes, 90% dos 5,4 milhões de downloads de apps cripto na Argentina em 2025 vieram de carteiras que suportam Pix – sinal claro da demanda.

Plataformas Integradas e Taxas Reais

Lista prática das principais: Binance Pay e Kraken lideram, com depósitos via Pix sem taxa de entrada na maioria dos casos. Lemon, focada em LatAm, cobra só spread de 0,5% no câmbio. Crypto.com e Mercado Bitcoin completam, ideais para quem quer USDT rápido.

Comparando: uma remessa de R$ 1.000 via Western Union sai por R$ 100 em taxas. Com Pix + exchange, você gasta R$ 5-10 no máximo, e tem cripto na hora para gastar ou enviar de volta ao Brasil. Perfeito para o turista que precisa de stablecoins para pagar hotel ou o expat mandando mesada pra família.

Passo a Passo para Comprar Cripto

  1. Baixe o app da exchange escolhida (ex: Binance ou Kraken) e crie conta com CPF brasileiro.
  2. No app, vá em ‘Depósito’ e selecione ‘Pix’ – gere o QR Code ou chave copia-cola.
  3. No seu banco brasileiro (Nubank, Itaú etc.), pague o Pix normalmente.
  4. Confirmação em segundos: saldo em R$ na exchange. Converta para USDT ou BTC com 1 clique.
  5. Use o cripto para pagar contas argentinas ou transfira via blockchain sem intermediários.

Todo o processo leva menos de 2 minutos. Testado por brasileiros em Buenos Aires: funciona 24/7, inclusive feriados.

Vantagens para Viajantes e Residentes

Para o brasileiro na Argentina, isso resolve problemas reais. Inflação lá caiu para 37% em 2025, mas peso ainda desvaloriza. Com Pix + cripto, você protege o dinheiro em reais ou dólares digitais. Remessas familiares? Envie USDT para a conta da esposa no Brasil por centavos.

Cuidado: verifique limites diários do Pix (R$ 1.000 por transação inicial) e impostos sobre ganhos em cripto (IR no Brasil). Não é mágica, mas corta burocracia pela metade.

O Que Esperar Agora

Adoção na LatAm cresce 3x mais rápido que nos EUA. Com Pix aberto, mais exchanges devem integrar. Monitore atualizações no app do BC. Para quem planeja viagem, instale já: economia real no bolso.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Viajante cartoon brasileiro cruzando ponte Pix para ilha crypto argentina guiado por farol blockchain das Ilhas Marshall

Pix na Argentina Facilita Compra de Cripto para Brasileiros

O sistema Pix do Brasil se expandiu para a Argentina, permitindo que brasileiros por lá paguem bens, serviços e enviem dinheiro instantaneamente. Plataformas como Lemon, Binance Pay e Mercado Bitcoin aceitam Pix para compra de cripto, facilitando a vida de quem viaja ou remete valores. Na Argentina, líder em adoção per capita na América Latina, isso já impulsionou downloads de apps cripto em mais de 90%. É o uso real da tecnologia a serviço do dia a dia.


Como o Pix Muda Remessas e Viagens para Brasileiros

Imagine você em Buenos Aires, precisando pagar um jantar ou enviar dinheiro para casa: com Pix, é instantâneo e sem taxas altas de câmbio tradicional. O Banco Central do Brasil anunciou a expansão na sexta-feira, e apps como o Lemon creditam o Pix pelo boom de usuários. Em 2025, a Argentina registrou 5,4 milhões de downloads de wallets cripto, 90% delas integradas ao Pix brasileiro.

Para o brasileiro comum, isso significa menos dor de cabeça com casas de câmbio. O dólar está em R$ 5,24 hoje, e o peso argentino vale cerca de R$ 0,0037. Em vez de filas e spreads caros, use Pix para converter em stablecoins como USDC ou USDT diretamente. É prático para turistas ou quem tem família na fronteira, evitando os 10% de taxa média em remessas internacionais.

Adoção Cripto na Argentina Acelera com Pix

A Argentina lidera a adoção per capita de cripto na América Latina, com quatro vezes mais usuários que em 2021. O relatório Lemon 2025 destaca que o Pix facilitou o onboarding fiat para cripto. Com inflação caindo para 37% ao ano – menor em oito anos –, e fim dos controles cambiais, o povo busca proteção em ativos digitais.

Plataformas como KuCoin Pay, Crypto.com e Kraken também integram Pix. Para quem envia dinheiro do Brasil, é mais barato que Western Union. Exemplo: R$ 1.000 viram cerca de US$ 190, o que compra uma fração de um BTC (cotado a R$ 348 mil no momento, segundo o Cointrader Monitor). Menos burocracia, mais controle no bolso.

Ilhas Marshall: Renda Básica via Blockchain no Dia a Dia

As Ilhas Marshall lançaram o primeiro UBI nacional via blockchain, o programa ENRA. Mais de 33 mil cidadãos recebem quartalmente via wallet Lomalo no Stellar, além de cheque ou banco. Financiado por fundo soberano de US$ 1 bi, resolve problemas reais: atóis remotos sem bancos, transferências que demoram semanas.

A wallet entrega em segundos por US$ 0,01 por 10 mil transações. O ministro das finanças, David Paul, explica que é para inclusão financeira em ilhas espalhadas. No Brasil, imagine isso para Bolsa Família: pagamentos rápidos sem filas do banco. Stellar processou bilhões de transações com foco em pagamentos reais, provando que blockchain é ferramenta prática para governos.

O Que Fazer: Passos Práticos para Brasileiros

  1. Baixe apps como Lemon ou Mercado Bitcoin com Pix integrado.
  2. Para Argentina, use Pix para pagar e converter em cripto on the go.
  3. Monitore custos: Pix é grátis, cripto evita IOF de 1,1% em cartões.
  4. Teste remessas pequenas primeiro.

Esse movimento mostra cripto saindo da especulação para o cotidiano. Viajando? Enviando para parentes? Pix + blockchain facilitam. Fique de olho em expansões regionais – pode ser o futuro das finanças pessoais no Mercosul.


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Barreira hexagonal digital com 'PIX' rachado por fissura vermelha e partículas infiltrantes, alertando ataque hacker no Banco do Nordeste

Pix Suspenso: Banco do Nordeste Sob Ataque Hacker

O Banco do Nordeste sofreu um ataque hacker na segunda-feira (26 de janeiro de 2026), levando à suspensão temporária do Pix. A invasão ocorreu por uma vulnerabilidade explorada em um prestador de serviços ligado ao sistema de transações, mas o banco garante que não houve comprometimento de dados ou recursos dos clientes. A medida preventiva afeta milhões de usuários no Nordeste, região atendida prioritariamente pela instituição pública.


Detalhes do Incidente de Segurança

O ataque cibernético foi identificado na infraestrutura das transações Pix do Banco do Nordeste. Criminosos exploraram uma falha em um dos prestadores de serviços terceirizados, movimentando valores em uma conta bolsão exclusiva dessa empresa. Essas contas, usadas por fintechs menores, não acessam diretamente o Sistema Brasileiro de Pagamentos, limitando os riscos aos correntistas finais.

De acordo com o comunicado oficial, não foi detectado vazamento de dados nem prejuízo às contas dos clientes. A equipe técnica do banco ativou protocolos de segurança imediatamente e colabora com o Banco Central para investigar a extensão do incidente. Até o momento, não há indícios de tentativa de drenagem de fundos das contas do banco propriamente ditas, tampouco evidências de um ataque de negação de serviço (DDoS). O foco é restaurar o serviço de forma segura.

A suspensão do Pix é uma precaução para análise detalhada das causas e impactos, demonstrando a seriedade com que o banco trata a questão. Usuários foram orientados a acompanhar atualizações oficiais nos canais da instituição.

Impacto nos Clientes do Nordeste

O Banco do Nordeste, essencial para o desenvolvimento regional, atende prioritariamente estados como Ceará, Pernambuco e Bahia. A interrupção do Pix impede transferências instantâneas, pagamentos e recebimentos rápidos, afetando cotidianos como folha de pagamento, compras e serviços essenciais. Milhões de nordestinos dependem dessa agilidade, e a suspensão pode gerar transtornos em um momento de alta demanda por transações digitais.

Outros serviços, como saques e transferências TED/DOC, continuam operacionais, mas o Pix representa cerca de 80% das transações no país. Clientes devem optar por alternativas como aplicativos de outros bancos ou cartões, mas é recomendável verificar saldos e movimentações regularmente para evitar surpresas.

Embora os dados pessoais e financeiros estejam protegidos, o episódio reforça a necessidade de autenticação em dois fatores (2FA) e monitoramento constante de contas, práticas protetoras contra riscos cibernéticos.

Alerta para Vulnerabilidades no Sistema Financeiro

Este incidente expõe fragilidades na cadeia de fornecedores do sistema financeiro nacional. Ataques via terceiros, como prestadores de Pix, podem propagar riscos a instituições maiores. Recentemente, o setor viu aumentos em invasões cibernéticas, demandando maior escrutínio regulatório do Banco Central.

Para outros bancos, o caso serve de lição: invista em auditorias de parceiros e cibersegurança proativa. Usuários devem diversificar operações entre instituições e evitar concentrar fundos em um só lugar. O Banco do Nordeste promete retomada breve, mas enquanto isso, fique atento a comunicações falsas explorando o caos.

Monitore o site oficial do banco e o app para atualizações. Em caso de suspeita de irregularidades, contate imediatamente o suporte ou o Banco Central via Registrato.


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Juiz cartoon batendo martelo sobre hacker algemado diante de fortaleza Pix rachada, simbolizando prisão mantida em hack de R$ 813 milhões no Banco Central

STJ Nega HC a Amigo de MC Kevin em Hack de R$ 813 Milhões no Pix do BC

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus a Luccas Dhuan Pombal, DJ conhecido como amigo próximo do falecido MC Kevin, acusado de integrar esquema que desviou R$ 813 milhões do Banco Central via falhas no sistema Pix. Preso na Argentina e transferido ao Brasil, ele responde por organização criminosa, furto qualificado e lavagem de dinheiro na Operação Magna Fraus, expondo vulnerabilidades críticas em infraestruturas financeiras nacionais.


Detalhes da Decisão Judicial e Prisão Internacional

O ministro Herman Benjamin, presidente do STJ, indeferiu liminarmente o pedido de liberdade da defesa, liderada pelo advogado Kakay, aplicando a Súmula 691 do STF. A prisão preventiva, decretada pelo TJSP em outubro de 2025, foi mantida por falta de análise de mérito no tribunal de origem. Luccas Dhuan, com mais de 350 mil seguidores, foi detido em Buenos Aires em 30 de outubro e chegou ao Brasil em 17 de dezembro, onde cumpre pena no CDP Belém 1, em São Paulo.

A defesa alegou ausência de violência ou grave ameaça, residência fixa e ocupação lícita como DJ e empresário, propondo monitoramento eletrônico. No entanto, o STJ não identificou ilegalidade flagrante, priorizando a instrução processual. Essa decisão reforça a gravidade do caso, considerado um dos maiores ataques cibernéticos à infraestrutura bancária brasileira.

O Esquema do Hack: Ataque à C&M Software e Lavagem via Cripto

O golpe envolveu invasão ao sistema da C&M Software, provedora de serviços para instituições do arranjo Pix do Banco Central. Criminosos se passaram por pessoas jurídicas, efetuando mais de 400 transferências fraudulentas e convertendo os valores em criptomoedas para dificultar rastreamento. Na Operação Magna Fraus, a PF, com apoio do MPSP e Tether, apreendeu R$ 5,5 milhões em cripto e bloqueou R$ 32 milhões em USDT.

Os investigados usaram contas de laranjas e técnicas avançadas de negociação para lavagem, movimentando milhões em Pix de liquidação. O prejuízo afetou múltiplas instituições financeiras, destacando falhas sistêmicas no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), mesmo com avanços em segurança pelo BC.

Perfil do Suspeito e Conexão com MC Kevin

Luccas Dhuan ganhou notoriedade em 2021 ao relatar à advogada Deolane Bezerra, esposa de MC Kevin, a morte do cantor após queda de hotel no Rio. Sua proximidade com o funkeiro contrasta com as acusações atuais, ilustrando como perfis públicos podem se envolver em crimes financeiros. A PF aponta participação em rede sofisticada de fraudes eletrônicas, com movimentações em Goiás e Pará.

Essa conexão celebrity amplifica o alerta: fraudes não discriminam status social, e vítimas colaterais, como recebedores de Pix roubados, podem responder criminalmente.

Lições de Segurança: Proteja-se de Vulnerabilidades Sistêmicas

Esse caso expõe riscos no Pix e exchanges: invasões centralizadas podem gerar ondas de fraudes. Para usuários brasileiros, priorize custódia própria em hardware wallets, evite contas de passagem e ative 2FA multifator. Monitore transações incomuns e rejeite Pix suspeitos – recebedores de valores ilícitos arriscam bloqueios judiciais. Exchanges devem reforçar KYC, mas a autoproteção é essencial contra colaterais de hacks massivos.

Vale monitorar atualizações da Operação Magna Fraus, que pode revelar mais ramificações e impulsionar reformas no Pix.


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PIX pode ter ajudado exchanges brasileiras

O PIX, a nova modalidade de pagamento no Brasil, completou 3 meses de operação no dia 16 de fevereiro de 2021. Esta tecnologia concorre diretamente com TED e DOC, porém não é limitada pelo horário comercial – as transferências podem ocorrer nas madrugadas, fins de semana e feriados.

De acordo com matéria do G1, 286 milhões de operações foram realizadas por meio do PIX em 2021. No mesmo período, as transferências através do TED somaram 53,2 milhões. Porém, resta saber se o PIX influenciou o volume de transações nas exchanges brasileiras.


Coleta dos dados

Várias fatores podem influenciar para que haja aumento de negociações em dias não úteis em uma exchange. No entanto, a grande novidade no processo de transferência de valores nos últimos meses foi o PIX.

Para que fosse possível mensurar o impacto do PIX nas negociações nos dias não úteis, foi criada a Fração Dia não Útil (FDNU). Esta fração é o resultado da soma dos volumes dos dias não úteis de determinado período, dividida pela soma total dos volumes do mesmo período (dia útil + dia não útil). Foram utilizados dois períodos: Pré PIX, de 16 de agosto a 15 de novembro de 2020; e o Pós PIX, de 16 de novembro de 2020 a 15 de fevereiro de 2021.

Os dados de apoio desta matéria foram obtidos nas publicações Volumes das exchanges de Janeiro a Dezembro de 2020, Volumes das exchanges de Janeiro de 2021 e “Volumes das exchanges de Fevereiro de 2021”. Esta última será divulgada na primeira semana de março. A compilação dessas informações gerou o arquivo abaixo:


Resultados

As exchanges com volume médio diário maior que 10 BTC que apresentaram crescimento da FDNU, ou seja, que aumentaram a quantidade de operações de compra e venda de Bitcoin nos dias não úteis, foram:

  1. PagCripto OTC: +125,28%, de 3,68% para 8,3%.
  2. BrasilBitcoin: +81,06%, de 10,48% para 18,97%.
  3. PagCripto: +78,66%, de 6,9% para 12,32%.
  4. MercadoBitcoin: +69,86%, de 12,41% para 21,09%.
  5. Foxbit: +65,81%, de 11,30% para 18,73%.
  6. BitCambio: + 48,5%, de 11,71% para 17,39%.
  7. Biscoint: + 41,18%, de 12,61% para 17,80%.
  8. BitcoinTrade: +40,56%, de 14,45% para 20,31%.
  9. Coinext: +40,2%, de 14,86% para 20,83%.
  10. Braziliex: +39,05%, de 12,04% para 16,75%.
  11. BitPreço: +31,23%, de 15,3% para 20,08%.
  12. BitcoinToYou: +27,45%, de 16,54% para 21,07%.
  13. NovaDAX: +24,76%, de 18,83% para 23,49%.
  14. Makes Exchange: +23,05%, de 3,85% para 4,74%.
  15. FTX: +21,25%, de 18,8% para 22,8%.
  16. Binance: +6,61%, de 19,85% para 21,16%.
  17. UpCâmbio: +3,12%, de 14,82% para 15,28%.
  18. BitRecife: +3,12%, de 14,67% para 15,13%.

Os dados coletados sugerem que, após a adoção do PIX, a participação do volume de compra e venda de Bitcoin em Reais nos dias não úteis aumentou 51,80%. Outros fatores podem ter contribuído, porém, no geral, não se pode negar a potencial influência do PIX nas operações fora do horário comercial.

Comparação da Fração Dia Não Útil do volume antes e depois da adoção do PIX.
Exchanges que mais negociam nos dias não úteis no cenário pós PIX, em ordem decrescente.
*FDNU: Fração Dia Não Útil do volume.

Antes do PIX, as exchanges operavam por dia útil em média R$ 65.417.183,73. Quando chegava o fim de semana, havia uma redução de 65% do volume negociado, levando o valor médio operado para R$ 22.818.244,42. Após o PIX esse impacto do dia não útil diminuiu. No dia útil o valor médio operado pelas exchanges passou a ser de R$ 233.404.850,89, e, chegando o fim de semana, passou a haver uma redução de apenas 41%, levando o valor médio negociado em dia não útil para R$ 137.606.150,42.

Esta condição peculiar pode fazer com que o país se torne um ambiente mais próspero para as criptomoedas, superando outros mercados internacionais. Depois dessa inovação do Banco Central, o investidor que opera no Brasil tem as ferramentas apropriadas para negociar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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