Gestor institucional cartoon puxando alavanca causando saídas de cofres BTC e ETH, ETH sustentado por rede de suporte, ilustrando outflows de ETFs

ETFs de BTC e ETH Registram Saídas de US$ 253 Milhões

Os ETFs de Bitcoin e Ethereum registraram saídas combinadas de US$ 253 milhões em 23 de fevereiro de 2026, conforme dados da Crypto Economy. Enquanto isso, o preço do ETH testa uma zona de demanda de 5 anos em torno de US$ 1.800, sugerindo possível acumulação por grandes investidores apesar da pressão institucional. Os dados mostram descolamento entre fluxos de ETFs e suporte técnico de longo prazo.


Detalhamento dos Fluxos Negativos nos ETFs

Os ETFs spot de Bitcoin lideraram as saídas com US$ 203,8 milhões em resgates. O IBIT da BlackRock foi o mais impactado, com US$ 116,4 milhões saindo, seguido pelo BITB da Bitwise (US$ 43,6 milhões) e FBTC da Fidelity (US$ 27,9 milhões). ARKB e GBTC também registraram retiradas de US$ 9,2 milhões e US$ 13,1 milhões, respectivamente. Esse perfil indica cautela institucional em meio à volatilidade recente.

Para Ethereum, os ETFs spot perderam US$ 49,5 milhões, concentrados no ETHA da BlackRock (US$ 45,4 milhões), com FETH e ETHV contribuindo com US$ 1,4 milhão e US$ 2,7 milhões. Em contraste, ETFs de Solana atraíram US$ 8 milhões em entradas, destacando rotação para ativos alternativos. Os fluxos refletem posicionamento defensivo, com redução em exposição principal.

Ethereum em Zona de Suporte Histórico

Os dados técnicos posicionam o Ethereum em uma região de demanda de 5 anos, vista durante o mercado de baixa de 2022-2023 e o crash de abril de 2025. Atualmente, o preço oscila em torno de US$ 1.828, abaixo da média móvel de 100 horas e resistência em US$ 1.900-1.920. O suporte imediato está em US$ 1.820, com risco de queda para US$ 1.780 ou US$ 1.720 em rompimento.

Volume de futuros superou US$ 51 bilhões em 24 horas, com mais de US$ 100 milhões em liquidações. Historicamente, essa zona atraiu acumulação, sugerindo que compradores de longo prazo podem defender o nível, embora o momentum de curto prazo permaneça fraco.

Atividade de Baleias e Instituições

Grandes holders movimentaram bilhões, com uma baleia liquidando 7.200 ETH (US$ 13,4 milhões) e outra vendendo 23.924 ETH (US$ 45 milhões) antes de posições alavancadas. Transferências para exchanges somam 12.000 ETH, sinalizando possível venda. Vitalik Buterin vendeu mais de 8.800 ETH este mês para funding de ecossistema.

Contraponto: instituições como BitMine Immersion Technologies acumularam 51.162 ETH para tesouraria, com estratégias de staking. Essa divergência entre vendas de whales e compras institucionais reforça o caráter de acumulação na zona de US$ 1.800.

Cotações Atuais e Níveis a Monitorar

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 330.681 (-1,12% em 24h). Ethereum em R$ 9.570 (-0,83%), com dólar a R$ 5,15. Investidores devem observar se o ETH segura US$ 1.820: manutenção sugere fase de acumulação; quebra expõe downside adicional. Fluxos de ETFs continuam como indicador chave de sentimento institucional.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pedestal dourado rachado com '80K' emitindo luz vermelha, ultrapassado por silhueta vermelha de carro Tesla, simbolizando perda de top 10 em market cap

Bitcoin Perde para Tesla e Sai do Top 10 Ativos Globais

O Bitcoin despencou para a faixa de US$ 75 mil, rompendo suportes técnicos cruciais em US$ 82.500 e US$ 80 mil em meio a uma venda massiva no mercado cripto. A capitalização de mercado caiu para US$ 1,57 trilhão, tirando o BTC do top 10 ativos globais e colocando-o atrás da Tesla de Elon Musk. Esse movimento sinaliza o fim da lua de mel institucional no curto prazo, com otimismo dando lugar à realidade volátil.


Quebra de Suportes e Venda Intensa

O preço do Bitcoin caiu de uma máxima de 24 horas em US$ 84.356 para uma mínima de US$ 75.644, apagando mais de 10% dos ganhos recentes. A perda do suporte em US$ 82.500 acelerou o movimento, atravessando zonas de liquidez fina e gerando liquidações em massa nos mercados de derivativos. No gráfico diário, o BTC rompeu uma linha de tendência de alta desde dezembro e ficou abaixo da média móvel exponencial de 50 dias, próxima a US$ 90 mil, transformando-a em resistência.

O volume de negociações explodiu durante a quebra, indicando saídas forçadas por margem e não uma rotação gradual de risco. No momento da redação, o Bitcoin negociava a US$ 77.825, com queda de 7% nas últimas 24 horas e volume diário de US$ 75 bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC em reais está em R$ 416.988,59, com variação de -4,73% em 24 horas.

Perda do Top 10: Tesla Ultrapassa Bitcoin

A capitalização de mercado do Bitcoin encolheu para cerca de US$ 1,57 trilhão, posicionando-o em 13º lugar global, atrás da Saudi Aramco e da ação da Tesla. Recentemente, em outubro, o BTC chegou ao 7º lugar com pico acima de US$ 126 mil e valuation próximo a US$ 2,5 trilhões, superando gigantes como Google e Amazon.

O Ethereum também sofreu, caindo 14,5% na semana para market cap de pouco mais de US$ 300 bilhões, despencando ao 56º lugar, atrás de empresas como Caterpillar e Coca-Cola. Essa inversão destaca a fragilidade das criptomoedas frente a ativos tradicionais em momentos de correção.

Contexto Macroeconômico Agrava a Queda

A venda foi impulsionada pela força do dólar americano após a nomeação de Kevin Warsh, hawkish, para cadeira do Fed por Trump, causando o maior rali do USD desde maio. Ouro caiu 9%, para abaixo de US$ 4.900 e prata 26,3%, para US$ 85,3, mostrando correlação em ativos de risco. Tensões geopolíticas, como explosões no Irã, e o shutdown parcial do governo dos EUA adicionaram pressão.

Dados on-chain mostram aumento em novos endereços, sugerindo entrada de compradores, mas o risco de baixa persiste até reconquista de US$ 82-84 mil. O próximo suporte fica na faixa baixa dos US$ 70 mil.

Implicações para Investidores

Essa correção expõe os limites do otimismo institucional: entradas de ETFs e acumulações corporativas não blindaram o BTC de choques macro. Traders alertam para downside elevado, com foco em estabilização. Para brasileiros, a cotação em R$ 417 mil reforça a necessidade de cautela em um mercado volátil. Vale monitorar o Fed e liquidez global para sinais de reversão ou aprofundamento da baixa.


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